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Z13.89
CID-10

Densitometria Óssea

Rastreamento de osteoporose por densitometria

Resumo

Densitometria óssea avalia densidade para risco de fraturas

Identificação

Código Principal
Z13.89
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Exame de rastreio para osteoporose e avaliação densitométrica óssea
Nome em Inglês
Bone Densitometry, DXA
Outros Nomes
DEXA • densitometria óssea DXA • densitometria óssea por DXA • avaliação densitométrica óssea • teste de densidade óssea
Siglas Comuns
DXA DEXA BMD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Doenças do sistema osteomuscular
Subcategoria
Avaliação densitométrica óssea
Tipo de Condição
diagnostico
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas indicam alta prevalência de osteopenia e osteoporose com envelhecimento global
Prevalência no Brasil
Brasil: maior acometimento em mulheres pós-menopausa; variações regionais
Faixa Etária Principal
Mulheres acima de 50 anos, homens com fatores de risco
Distribuição por Sexo
Predominantemente mulheres; machos menos atingidos
Grupos de Risco
Mulheres na menopausa Idosos Uso de corticóides Baixa massa corporal Deficiências nutricionais
Tendência Temporal
Aumento gradual com envelhecimento populacional e rastreamento

Etiologia e Causas

Causa Principal
Densitometria não tem etiologia; indica densidade mineral óssea para risco
Mecanismo Fisiopatológico
Desequilíbrio remodeling ósseo com densidade reduzida e fraturas potenciais
Fatores de Risco
Idade avançada Baixo peso Menopausa precoce Sedentarismo Uso prolongado de glicocorticoides Tabagismo
Fatores de Proteção
Exercício regular Dieta rica em cálcio e vitamina D Exposição solar moderada Boa adesão ao tratamento
Componente Genético
Contribuição genética moderada para densidade mineral óssea

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fraturas de fragilidade podem ser o sinal inicial
Sintomas Frequentes
Dor de costas por fraturas vertebrais
Fraturas de quadril
Perda de altura
Redução de estatura
Postura curvada
Sinais de Alerta
  • Fratura sem trauma com risco
  • Dor lombar persistente
  • Perda de altura rápida
  • Curvatura da coluna
  • Fraturas múltiplas
Evolução Natural
Sem tratamento, densidade cai; fraturas aumentam com idade
Complicações Possíveis
Fraturas graves Dor crônica Deambulação reduzida Perda de independência Complicações cirúrgicas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
T-score ≤ -2,5 na densitometria indica osteoporose; -1 a -2,5 osteopenia
Exames Laboratoriais
Calcio sérico Fósforo 25-OH vitamina D Fosfatase alcalina TSH
Exames de Imagem
Densitometria DXA Radiografias coluna/quadril RM se fraturas TC opcional
Diagnóstico Diferencial
  • Osteomalacia
  • Raquitismo
  • Fraturas sem osteoporose
  • Hipogonadismo
  • Distúrbios metabólicos
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; DXA em consultório acelera confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Prevenção de quedas, reposição de cálcio/vitamina D, atividade física
Modalidades de Tratamento
1 Suplementação cálcio/Vit D
2 Bisfosfonatos
3 Denosumabe
4 Teriparatida
5 Terapias anti-reabsortivas
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Geriatria Ortopedia Nutrição Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Longo prazo; monitorar densidade e fraturas
Acompanhamento
Acompanhamento anual com reavaliação DXA conforme necessidade

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da densidade e fraturas; melhora com tratamento adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Densidade estável
  • Poucas fraturas
  • Boa adesão
  • Menor idade
Fatores de Mau Prognóstico
  • Fraturas prévias
  • Densidade muito baixa
  • Comorbidades
  • Quedas frequentes
Qualidade de Vida
Pode melhorar com manejo adequado; atividades diárias mantidas

Prevenção

Prevenção Primária
Dieta rica em cálcio/Vit D, exercícios, evitar quedas
Medidas Preventivas
Exposição solar moderada
Suplementação conforme orientação
Treino de equilíbrio
Parar tabagismo
Limitar álcool
Rastreamento
DXA para osteoporose em mulheres pós-menopausa e homens com risco

Dados no Brasil

Dados nacionais variam; fraturas osteoporóticas elevam internação
Internações/Ano
Óbitos diretos são raros; fraturas elevam mortalidade por complicações
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste/Sul com maior envelhecimento e densitometria

Perguntas Frequentes

1 Pergunta 1: O que é densitometria óssea?
Exame que mede densidade mineral óssea para avaliar fraturas
2 Pergunta 2: Como interpretar o T-score?
T-score ≤ -2,5 indica osteoporose; entre -1 e -2,5 osteopenia
3 Pergunta 3: Densitometria dói?
Procedimento rápido e não invasivo; sem dor
4 Pergunta 4: Quem deve fazer densitometria?
Mulheres na menopausa e homens com fatores de risco devem considerar densitometria
5 Pergunta 5: Com que frequência fazer?
A cada 1-2 anos, conforme densidade óssea e risco

Mitos e Verdades

Mito

Densitometria dói

Verdade

exame não é doloroso nem invasivo

Mito

Somente idosos precisam

Verdade

Indivíduos com fatores de risco também devem fazer densitometria

Mito

Tomar cálcio evita osteoporose

Verdade

cálcio ajuda, mas dieta, vitamina D e exercício também

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de atenção primária para avaliação inicial
Especialista Indicado
Endocrinologista ou Geriatra
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com fratura ou incapacidade súbita
Linhas de Apoio
Centro de apoio 0800-000-0000 SUS 136 Disque Saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.