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Z13.1
CID-10

Endoscopia Digestiva Alta

CID-10

Resumo

Exame com câmera para avaliar esôfago, estômago e duodeno; rápido e útil.

Identificação

Código Principal
Z13.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Classificação Internacional de Doenças 10ª Revisão
Nome em Inglês
Upper GI Endoscopy
Outros Nomes
Endoscopia Digestiva Alta • EGD • Esófago-Duodeno-Endoscopia • Gastroendoscopia • Endoscopia GI Superior
Siglas Comuns
EGD EDG GI-Endoscopy

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XI - Doenças do aparelho digestivo
Categoria Principal
Procedimentos diagnósticos
Subcategoria
Endoscopia digestiva alta
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
outra
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Indicações variam por região; uso diagnóstico em menos de 1% da população mundial.
Prevalência no Brasil
Uso comum em gastroenterologia; dados nacionais limitados e regionais.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade a idosos
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em mulheres
Grupos de Risco
Indivíduos com sangramento GI Dor abdominal persistente Anemia inexplicável Idosos Uso de AINEs
Tendência Temporal
Uso estável com leve aumento devido a guias atualizados

Etiologia e Causas

Causa Principal
Indicação clínica para avaliar mucosa do esôfago, estômago e duodeno.
Mecanismo Fisiopatológico
Processo envolve visualização direta da mucosa e detecção de alterações.
Fatores de Risco
Idade avançada Uso de AINEs Tabagismo Alcoolismo Infecção por H. pylori Doenças inflamatórias intestinais
Fatores de Proteção
Detecção precoce de alterações Tratamento de H. pylori quando indicado Acesso oportuno a gastroenterologia Controle de fatores de risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Indicação clínica comum: sangramento oculto, dor abdominal, ou disfagia.
Sintomas Frequentes
Dor abdominal persistente
Dispepsia/azia
Vômitos
Sangramento oculto
Anemia
Sinais de Alerta
  • Sangramento ativo
  • Dor súbita severa
  • Vômito com sangue
  • Perda de peso acentuada
  • Anemia grave
Evolução Natural
Sem tratamento, alterações podem progredir conforme etiologia subjacente.
Complicações Possíveis
Perfuração Sangramento significativo Infecção Estreitamento esofágico

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Diagnóstico confirmado por endoscopia com biópsias.
Exames Laboratoriais
Hemograma Ferritina Transferrina Teste de H. pylori Função hepática
Exames de Imagem
Endoscopia com biópsias Ultrassom abdominal Tomografia computadorizada
Diagnóstico Diferencial
  • Refluxo gastroesofágico
  • Úlcera duodenal
  • Gastrite atrófica
  • Neoplasia gástrica
  • Doença celíaca
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso a serviços; tempo típico de semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar etiologia, confirmar diagnóstico, reduzir risco e orientar dieta.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentoso
2 Endoscopia terapêutica
3 Cirúrgico
4 Tratamento de H. pylori
5 Reabilitação nutricional
Especialidades Envolvidas
Gastroenterologia Patologia Radiologia Anestesiologia
Tempo de Tratamento
Varia conforme diagnóstico e resposta; geralmente semanas a meses.
Acompanhamento
Consultas a cada 6-12 meses ou conforme necessidade clínica.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da etiologia, mas muitas condições permitem boa qualidade de vida.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Indicação clínica clara
  • Resposta inicial ao tratamento
  • Detecção precoce
  • Ausência de neoplasia
Fatores de Mau Prognóstico
  • Lesão maligna confirmada
  • Perfuração
  • Hemorragia grave
  • Doença avançada
Qualidade de Vida
Impacto na rotina; boa adesão ao tratamento mantém atividades normais.

Prevenção

Prevenção Primária
Adotar alimentação balanceada, evitar tabaco, tratar H. pylori quando indicado.
Medidas Preventivas
Tratamento de H. pylori
Evitar uso indiscriminado de AINEs
Dieta balanceada
Higiene alimentar
Vacinação quando disponível
Rastreamento
Rastreamento não é universal; indicado conforme risco e sinais.

Dados no Brasil

Entre 20k e 40k internações anuais
Internações/Ano
Baixa mortalidade quando bem indicado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Capitais têm maior concentração; interior enfrenta maior barreira de acesso.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam necessidade de endoscopia alta?
Sangramento, dor persistente, anemia sem causa aparente, disfagia.
2 A endoscopia é dolorosa?
Geralmente há sedação; desconforto é mínimo e temporário.
3 Como confirmar diagnóstico?
Biópsias durante o exame ajudam a confirmar alterações.
4 Preciso de preparo especial?
Jejum e ajuste de medicações conforme orientação médica.
5 Quando retornar após o exame?
Retorno depende de resultados e plano de tratamento.

Mitos e Verdades

Mito

endoscopia dói muito.

Verdade

sedação torna o exame confortável.

Mito

qualquer pessoa pode fazer sem preparo.

Verdade

preparo e indicação clínica são essenciais.

Mito

biópsia sempre necessária.

Verdade

depende dos achados visuais.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure gastroenterologista ou pronto-socorro se sangramento agudo.
Especialista Indicado
Gastroenterologista
Quando Procurar Emergência
Sangramento ativo, dor intensa, desmaio, ou vômito com sangue.
Linhas de Apoio
SUS 136 Centro de Informação ao Paciente Samu 192

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.