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trauma de face cid
CID-10

Traumatismo facial

Traumatismo facial

Resumo

Resumo: trauma facial envolve fraturas e ferimentos; diagnóstico por imagem; tratamento com equipe multiprofissional.

Identificação

Código Principal
S02
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fraturas da face e traumas da região facial conforme CID-10 S02, OMS
Nome em Inglês
Facial trauma
Outros Nomes
Fratura facial • Lesão facial • Trauma facial • Traumatismo de face • Ferimento facial
Siglas Comuns
CID-10 S02 OMS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Lesões traumáticas, envenenamentos e causas externas
Categoria Principal
Grupo de traumas faciais
Subcategoria
Fraturas faciais e lesões de tecidos moles
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam alta incidência de traumas faciais, especialmente em jovens de ambos os sexos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam por região; homens jovens em áreas urbanas apresentam maior freq
Faixa Etária Principal
Adolescentes e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Predominância masculina
Grupos de Risco
Esportes de contato Motociclistas Condutores de veículo Trabalho de construção Proteção inadequada
Tendência Temporal
Tendência estável com variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Impactos diretos na face com fraturas de ossos faciais e ferimentos.
Mecanismo Fisiopatológico
trauma direto gera fraturas, contusões, edema e hemorragia local
Fatores de Risco
uso de capacete inadequado alcoolismo falta de cinto em carro esportes de contato iluminacao precária trânsito intenso
Fatores de Proteção
Proteção facial adequada Uso de capacete Cinto de segurança Prevenção de quedas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dor facial com inchaço e sensibilidade local
Sintomas Frequentes
dor localizada
inchaço facial
deformidade aparente
hematomas
dificuldade para abrir a boca
dor ao mastigar
Sinais de Alerta
  • perda de visão
  • sangramento intenso
  • fratura exposta
  • instabilidade facial
  • dor que piora
Evolução Natural
sem tratamento pode evoluir com infecção, deformidade e prejuízo funcional
Complicações Possíveis
infecção alteração de oclusão dor crônica problemas estéticos lesão ocular

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
avaliação clínica detalhada com imagem: radiografia e TC facial
Exames Laboratoriais
Hemograma Coagulograma Glicemia PCR Funcao renal
Exames de Imagem
Radiografia panorâmica TC de face TC orbitocraniana RM apenas com indicação
Diagnóstico Diferencial
  • Fratura orbital sem lesão ocular
  • Lesão de tecidos moles graves
  • Trauma dentário
  • Infeção de feridas
  • Neoplasia facial
Tempo Médio para Diagnóstico
depende da gravidade; fraturas complexas podem exigir exames adicionais

Tratamento

Abordagem Geral
reassessão rápida, controle de sangramento, imobilização e planejamento multidisciplinar
Modalidades de Tratamento
1 Conservador com imobilização
2 Cirurgia de fraturas
3 Reparo de tecidos moles
4 Tratamento dentário
5 Reabilitação
Especialidades Envolvidas
Cirurgia maxilofacial Oftalmologia Otorrinolaringologia Anestesiologia Odontologia
Tempo de Tratamento
varia de semanas a meses conforme gravidade
Acompanhamento
consultas regulares, imagens de controle e reabilitação

Prognóstico

Prognóstico Geral
perspectiva boa com tratamento adequado e reabilitação
Fatores de Bom Prognóstico
  • fraturas simples
  • boa perfusao local
  • tratamento oportuno
  • baixa contaminação
Fatores de Mau Prognóstico
  • fraturas múltiplas
  • infeção
  • lesão ocular
  • retardo no atendimento
Qualidade de Vida
impacto na alimentação, fala e estética; recuperação gradual

Prevenção

Prevenção Primária
proteção facial em esportes, leis de trânsito e prevenção de quedas
Medidas Preventivas
uso de protetor facial
capacete adequado
cinto de segurança
proteção infantil
iluminacao publica
Rastreamento
avaliação preventiva quando indicado; não rotina

Dados no Brasil

Varia por estado; estimativas em milhares
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em áreas urbanas; variação regional

Perguntas Frequentes

1 Quais fraturas são mais comuns no rosto?
Fraturas de mandíbula, órbita e ossos zigomáticos aparecem com mais frequência.
2 É necessário cirurgia sempre?
Nem sempre; depende da gravidade, localização e alinhamento das fraturas.
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica detalhada com imagem: radiografia e TC facial.
4 Quanto tempo leva a recuperação?
Varia; pode levar semanas a meses com reabilitação.
5 Posso prevenir trauma facial?
Proteção facial, regras de trânsito e treino de quedas evitáveis.

Mitos e Verdades

Mito

mito: tudo exige cirurgia

Verdade

verdade: muitos traumas são gerenciados sem cirurgia

Mito

mito: dor após batida é sempre normal

Verdade

verdade: dor intensa pode sinalizar fratura

Mito

mito: apenas sangramento indica gravidade

Verdade

verdade: sinais como mudança de visão exigem avaliação

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure pronto atendimento ou médico de família rapidamente
Especialista Indicado
cirurgião maxilofacial
Quando Procurar Emergência
sangramento intenso, visão alterada ou piora neurológica
Linhas de Apoio
SUS local SAMU 192 CVV 188

CIDs Relacionados

S02.0 S02.1 S02.2 S02.3 S02.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.