contato@nztbr.com
trabalho de parto cid
CID-10

Trabalho de parto

Parto espontâneo

Resumo

Parto é nascimento: contrações, dilatação e expulsão do bebê com monitoramento.

Identificação

Código Principal
O60
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Trabalho de parto, fase ativa com dilatação cervical progressiva
Nome em Inglês
Labor and delivery
Outros Nomes
Trabalho de parto • Parto espontâneo • Parto natural • Parto ativo • Nascimento
Siglas Comuns
TP PO PT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XV - Gravidez, parto e puerpério
Categoria Principal
Gravidez e parto
Subcategoria
Parto espontâneo sem intercorrências
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
aguda
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam alto volume de partos espontâneos, com variações conforme acesso à assistência.
Prevalência no Brasil
Brasil com alta taxa de parto institucional, com desigualdades regionais no acesso.
Faixa Etária Principal
20 a 35 anos
Distribuição por Sexo
Mulheres em idade reprodutiva, gestantes predominantes
Grupos de Risco
Gestantes com hipertensão Diabetes gestacional Gravidez adolescente Baixo acesso a pré-natal Gravidez de alto risco Fatores sociais de suporte
Tendência Temporal
Tendência estável com melhoria de acesso a serviços obstétricos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Mecanismo fisiológico natural que promove dilatação cervical e expulsão do bebê.
Mecanismo Fisiopatológico
Contrações, dilatação cervical, descida fetal, expulsão progressiva do bebê.
Fatores de Risco
Gravidez múltipla Idade materna > 35 Hipertensão gestacional Diabetes gestacional Baixo acesso a pré-natal Fator social de suporte
Fatores de Proteção
Pré-natal adequado Acompanhamento obstétrico Ambiente seguro Suporte familiar
Componente Genético
Não caracterizado

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Contrações regulares com progressiva dilatação cervical.
Sintomas Frequentes
Contrações ritmadas
Dor pélvica
Ruptura de membranas
Dilatação cervical crescente
Pressão pélvica
Expulsão fetal
Sinais de Alerta
  • Sangramento intenso
  • Redução súbita dos movimentos fetais
  • Dor abdominal forte
  • Ausência de progressão por longo tempo
  • Febre alta
Evolução Natural
Parto evolui com dilatação, expulsão e puerpério saudável se não houver intercorrências.
Complicações Possíveis
Distócia obstétrica Ruptura uterina Hematomas perineais Hemorragia obstétrica Infecção neonatal

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica de contrações regulares e dilatação com exame físico e monitorização.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicemia de jejum RH Fator VDRL Sorologia rubéola
Exames de Imagem
Ultrassom obstétrico Cardiotocografia Raio-X se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Falso trabalho de parto
  • Distocia iminente
  • Ruptura precoce de membranas
  • Infecção materno-fetal
  • Dor lombar não obstétrica
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas até confirmação de progressão

Tratamento

Abordagem Geral
Monitorização materno-fetal contínua com manejo da dor e comunicação clara.
Modalidades de Tratamento
1 Acompanhamento fisiológico
2 Analgesia/Anestesia regional
3 Indução ou manejo da progressão
4 Intervenções em emergências
5 Suporte psicossocial
Especialidades Envolvidas
Ginecologia obstétrica Anestesiologia Enfermagem obstétrica Neonatologia
Tempo de Tratamento
Duração variável até nascimento.
Acompanhamento
Monitorização, orientações de amamentação e retorno seguro.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Prognóstico bom quando parto é normal e sem intercorrências.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Parto espontâneo bem progressivo
  • Ausência de distocia
  • Gestação termo
  • Gestante estável
Fatores de Mau Prognóstico
  • Distocia prolongada
  • Sinais de sofrimento fetal
  • Hemorragia
  • Infecção materna
Qualidade de Vida
Qualidade de vida geralmente boa com cuidado adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Pré-natal regular, educação para parto e estilo de vida saudável.
Medidas Preventivas
Pré-natal regular
Vacinação adequada
Gestão de doenças
Rede de apoio
Ambiente seguro no parto
Rastreamento
Rotina obstétrica, bem-estar fetal e vigilância de risco.

Dados no Brasil

Nº de internações por parto varia por região, grupo e acesso.
Internações/Ano
Mortalidade materna baixa com assistência de qualidade.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste e Sul concentram mais partos institucionais; Nordeste desigualdades.

Perguntas Frequentes

1 O que é trabalho de parto?
Contrações regulares dilatam o colo e levam ao nascimento.
2 É seguro viajar durante o parto?
Depende; siga orientação médica e o plano de parto.
3 Quais sinais de alerta?
Sangramento intenso, dor forte, movimentos fetais reduzidos, febre.
4 Quando induzir o parto?
Indução ocorre quando benefícios superam riscos clínicos.
5 Como se preparar para alta?
Amamentação, repouso, higiene, retorno médico nas primeiras semanas.

Mitos e Verdades

Mito

parto só ocorre por cesárea quando há risco.

Verdade

parto vaginal é opção segura na maioria dos casos.

Mito

dor sempre indica problema.

Verdade

dor é comum; manejo adequado reduz desconforto.

Mito

antibióticos são sempre necessários.

Verdade

antibióticos só quando indicado por risco infeccioso.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure serviço obstétrico próximo, idealmente com equipe multiprofissional.
Especialista Indicado
Ginecologista obstetra
Quando Procurar Emergência
Sangramento intenso, contrações fortes sem dilatação, diminuição de movimentos fetais: vá ao pronto-socorro.
Linhas de Apoio
DisqueSUS 136 CVV 188 SAMU 192

CIDs Relacionados

O60 O68 Z37.0 Z38.0 O75

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.