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tinea corporis cid
CID-10

Tinea corporis (micose cutânea do corpo)

Micose de pele do corpo

Resumo

Micose corporal é infecção fúngica tratável com creme; higiene ajuda

Identificação

Código Principal
B35.4
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dermatophytosis corporis (dermatófitose cutânea) segundo OMS
Nome em Inglês
Tinea corporis
Outros Nomes
tinha corporal • micose corporis • dermatofitose da pele • micose cutânea do tronco • ringworm do corpo
Siglas Comuns
TC T. corporis MC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele e tecidos subcutâneos
Categoria Principal
Infecção fúngica de pele
Subcategoria
Dermatofitose cutânea
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global baixa a moderada; micose comum em climas quentes e ambientes úmidos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; comum em adultos e crianças em áreas urbanas
Faixa Etária Principal
adultos jovens e crianças
Distribuição por Sexo
ambos sexos afetados igualmente
Grupos de Risco
Higiene inadequada Contato com pele contaminada Ambientes quentes/húmidos Imunossupressão leve Uso de itens compartilhados
Tendência Temporal
Tendência estável com variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecção fúngica por dermatófitos (Trichophyton, Microsporum) atingindo pele e, às vezes, cabelos
Mecanismo Fisiopatológico
Penetração da queratina da epiderme com proliferação fúngica na pele; reação inflamatória leve
Fatores de Risco
Higiene precária Pele lesada Contato com animais Clima quente e úmido Uso de roupas úmidas
Fatores de Proteção
Higiene regular Pele seca e arejada evitar compartilhamento de itens tratamento rápido de feridas
Componente Genético
Predisposição genética mínima; resposta imune modula severidade

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Lesões em anel com bordas elevadas e coceira
Sintomas Frequentes
Placas vermelhas com bordas bem demarcadas
Coceira intensa
Descamação periférica
Lesões em tronco/membros
Coalescência em anéis
Sinais de Alerta
  • Progresso rápido com febre
  • Lesões muito dolorosas
  • Infecção alva com pus
  • Febre alta persistente
  • Disseminação rápida
Evolução Natural
Sem tratamento pode persistir semanas a meses, com disseminação
Complicações Possíveis
Infecção bacteriana secundária Hipergmentação residual Cicatrizes mínimas Recidivas frequentes

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica de lesões em anel; confirmação por exame de KOH
Exames Laboratoriais
Exame direto com KOH Cultura fúngica Identificação micológica Testes de sensibilidade limitados
Exames de Imagem
Geralmente não requer imagens Dermatoscopia em casos atípicos Radiografia não é necessária
Diagnóstico Diferencial
  • Pitiríase versicolor
  • Eczema atópico
  • Psoríase
  • Dermatite de contato
  • Infecção bacteriana
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente dias a semanas com clínica e confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento antifúngico específico para pele, higiene eficaz e hidratação
Modalidades de Tratamento
1 Antifúngico tópico
2 Antifúngico sistêmico em casos extensos
3 Higiene e secagem diária
4 Tratamento de infecção secundária
5 Acompanhamento farmacêutico
Especialidades Envolvidas
Clínico Dermatologista Pediatra Infectologista Farmacêutico
Tempo de Tratamento
2 a 6 semanas, dependendo extensão e resposta
Acompanhamento
Retornos periódicos até resolução e controle de lesões

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com adesão; recidivas podem ocorrer
Fatores de Bom Prognóstico
  • Lesões limitadas
  • Anseo adesão ao tratamento
  • Higiene mantida
  • Complexidade baixa
Fatores de Mau Prognóstico
  • Extensões importantes
  • Higiene inadequada
  • Infecção secundária
  • Recidiva frequent
Qualidade de Vida
Impacto estético leve a moderado; conforto cutâneo afeta atividades

Prevenção

Prevenção Primária
Pele seca, higiene, não compartilhar itens, roupas respiráveis
Medidas Preventivas
Pele seca
Evitar compartilhar toalhas
Chinelos em vestiários
Higienizar áreas públicas
Tratar feridas rapidamente
Rastreamento
Dermatologista para lesões persistentes

Dados no Brasil

Baixa taxa de hospitalização
Internações/Ano
Mortalidade rara associada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais comum em áreas quentes; variação regional

Perguntas Frequentes

1 Micose corporal é contagiosa?
Sim, pode passar pelo contato direto e objetos contaminados.
2 Como evitar recorrência?
Higiene, secar bem, não compartilhar itens, seguir tratamento completo.
3 É necessário exame de laboratório?
Clínica muito sugestiva; cultura pode confirmar se dúvida.
4 Uso de corticoide ajuda?
Pode mascarar, procure orientação para evitar piora.
5 Quanto tempo leva para cura?
Pode levar semanas; adesão acelera retorno à pele normal.

Mitos e Verdades

Mito

micose aparece apenas por sujeira.

Verdade

fungo dermatófito é a fonte; higiene ajuda, não evita tudo.

Mito

antibiótico cura micose.

Verdade

antifúngicos específicos são eficazes; antibióticos não atuam.

Mito

roupas úmidas causam micose sempre.

Verdade

controle de umidade e higiene reduzem risco.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Clínica de cirurgia dermatológica ou médico de família
Especialista Indicado
Dermatologista
Quando Procurar Emergência
Procure atendimento se febre, dor intensa ou infecção extensa
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS 0800-.. Centro de apoio ao paciente

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.