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tendinite ombro cid
CID-10

Tendinite do Ombro

Tendinite no ombro

Resumo

Dor no ombro por uso excessivo; melhora com fisioterapia e ajuste de atividades.

Identificação

Código Principal
M75.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Tendinite do manguito rotador do ombro (CID-10 M75.1), inflamação de tendões
Nome em Inglês
Shoulder Tendinitis
Outros Nomes
Tendinite do ombro • Tendinopatia do ombro • Inflamação do manguito rotador • Tendinopatia do manguito rotador • Dor no ombro por tendinite
Siglas Comuns
MROT TDRO TD Ombro

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Doença musculoesquelética do ombro
Subcategoria
Tendinopatias do manguito rotador
Tipo de Condição
lesao
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam alta prevalência entre adultos ativos, com uso repetitivo do ombro.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; prevalência elevada entre trabalhadores com esforços repetidos.
Faixa Etária Principal
40-60 anos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres igualmente afetados
Grupos de Risco
Atletas que levantam peso acima da cabeça Trabalhadores com movimentos repetitivos Idosos com degeneração tendínea Diabetes Sobrepeso ou obesidade
Tendência Temporal
Aumento gradual com sobrecarga ocupacional e atividades esportivas de alto impacto

Etiologia e Causas

Causa Principal
Sobrecarga repetitiva e microtraumas, associadas a envelhecimento tendíneo, levam à inflamação e dor.
Mecanismo Fisiopatológico
pequenos microtraumas repetidos causam inflamação e degeneração, levando dor e limitação de movimentos
Fatores de Risco
movimento repetitivo acima da cabeça idade avançada diabetes obesidade fisiologia de ombro
Fatores de Proteção
Fortalecimento de escápula Alongamento regular Manejo ergonômico Propriocepção adequada
Componente Genético
predisposição genética mínima para degeneração tendínea

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dor no ombro, pior ao levantar o braço
Sintomas Frequentes
dor ao acordar
dor com elevação do braço
fraqueza do ombro
limitação de abdução
dor noturna
formigamento leve
Sinais de Alerta
  • dor súbita com fraqueza severa
  • edema acentuado
  • deformidade
  • dor que não cede com analgésicos
  • febre
Evolução Natural
sem tratamento pode evoluir para dor crônica e função reduzida; melhora com fisioterapia
Complicações Possíveis
dor crônica persistente rotura parcial do tendão limitação funcional duradoura calcificações recorrentes

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história típica, exame físico e exames de imagem conforme diretrizes
Exames Laboratoriais
hemograma PCR VHS Fator reumatoide peptídeos inflamatórios
Exames de Imagem
Ultrassom do ombro RM de ombro Radiografia simples Ultrassonografia com doppler
Diagnóstico Diferencial
  • Artrose glenoumeral
  • Capsulite adesiva
  • Lesão do manguito não tratada
  • Radiculopatia cervical
  • Bursite subacromial
Tempo Médio para Diagnóstico
geralmente semanas a meses desde início

Tratamento

Abordagem Geral
Enfoque conservador inicialmente: alívio da dor, fisioterapia, ajuste de atividades
Modalidades de Tratamento
1 Manejo não farmacológico
2 Fisioterapia de ombro
3 AINEs para inflamação
4 Infiltrações guiadas por imagem
5 Cirurgia apenas se rotura
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Reumatologia Medicina do Esporte
Tempo de Tratamento
variável; geralmente semanas a meses, conforme resposta
Acompanhamento
retornos regulares a cada 4-8 semanas até melhora; reavaliação com exame e teste funcional

Prognóstico

Prognóstico Geral
Esperança de recuperação com tratamento adequado; dor tende a diminuir com fisioterapia
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao treino
  • Resposta rápida à fisioterapia
  • Sem rotura do manguito
  • Dor controlada com alívio
Fatores de Mau Prognóstico
  • Rotura de manguito
  • Dor crônica persistente
  • Baixa adesão ao tratamento
  • Rotura parcial não tratada
Qualidade de Vida
Impacto moderado na vida diária, com melhora após reabilitação

Prevenção

Prevenção Primária
Fortalecer ombro, controlar sobrecarga e manter postura correta
Medidas Preventivas
Treino regular de ombro
Aquecimento pré-atividade
Ergonomia no trabalho
Pausas para repouso
Técnicas de alongamento
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Cerca de milhares de internações anuais por dor de ombro
Internações/Ano
Poucos óbitos diretos relacionados a tendinite
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste e Sul apresentam maior oferta e demanda

Perguntas Frequentes

1 Posso ter tendinite sem lesão perceptível?
Dor e limitação sugerem diagnóstico; exame clínico e imagens confirmam.
2 Qual é o tratamento inicial?
Fisioterapia, moderação de atividades e controle da dor com orientação médica.
3 É necessária cirurgia?
Raramente; cirurgia para rotura significativa pode ser considerada.
4 Como prevenir?
Fortalecimento, alongamento e ergonomia reduzem o risco.
5 Qual o tempo de recuperação?
Varia; a maioria melhora em semanas a meses com reabilitação.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura.

Verdade

fisioterapia e uso gradual devolvem função.

Mito

cirurgia é a primeira opção.

Verdade

cirurgia é recurso final, quando necessário.

Mito

ombro dói menos que joelho.

Verdade

cada lesão merece avaliação individual.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista ou fisioterapeuta; avaliação inicial é essencial
Especialista Indicado
Ortopedista ou Fisiatra
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se dor repentina com fraqueza ou inchaço
Linhas de Apoio
0800 611 97 89 Disque SUS 136 CVV 188

CIDs Relacionados

M75.1 M75.2 M75.9 M62.8 M19.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.