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tabela cid 10
CID-10

Hipertensão arterial essencial

Pressão alta

Resumo

HTA é pressão arterial persistentemente alta; medir é essencial.

Identificação

Código Principal
I10
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hipertensão arterial essencial definida pela OMS como pressão arterial elevada persistente sem causa identificável
Nome em Inglês
Essential hypertension
Outros Nomes
HTA • Hipertensão primária • Hipertensão essencial • Pressão arterial elevada • Elevada pressão arterial
Siglas Comuns
HTA PA alta HTN

Classificação

Capítulo CID
Capítulo I - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Doença hipertensiva
Subcategoria
Hipertensão arterial
Tipo de Condição
doenca
Natureza
crônica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam alta prevalência entre adultos, com aumento com a idade.
Prevalência no Brasil
Brasil: prevalência elevada, com variações regionais e subgrupos de risco.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia a terceira idade
Distribuição por Sexo
Predomina em homens antes da menopausa, igualdade após.
Grupos de Risco
Idosos Obesidade Sedentarismo Genética Exposição ao sal
Tendência Temporal
Tende a aumentar com envelhecimento populacional.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Elevação persistente da resistência vascular periférica.
Mecanismo Fisiopatológico
Aumento da resistência vascular, ativação do sistema nervoso simpático e RAAS.
Fatores de Risco
Idade avançada Obesidade Sedentarismo Dieta rica em sódio Genética Fumo
Fatores de Proteção
Dieta DASH Atividade física regular Perda de peso Redução do álcool
Componente Genético
Contribuição poligênica com herança multifatorial.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
PA elevada pode ser assintomática; avaliação de rotina é chave
Sintomas Frequentes
Dor de cabeça leve
Tontura
Fadiga
Visão borrada
Palpitações
Sinais de Alerta
  • Dor no peito súbita
  • Falta de ar grave
  • Fraqueza súbita
  • Confusão súbita com fala
  • Perda de visão temporária
Evolução Natural
Sem tratamento, danos cardíacos, renais e vasculares progridem.
Complicações Possíveis
AVC IAM Insuficiência renal Dano a órgãos alvo Aneurisma

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
PA elevada confirmada em leituras repetidas com repouso
Exames Laboratoriais
Perfil lipídico Glicemia de jejum Creatinina/ ureia Eletrocardiograma Função hepática
Exames de Imagem
ECG Ecocardiograma Ultrassom renal Angio-TOM se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Hipertensão branca
  • Pseudohipertensão
  • Hiperadrenergismo
  • Síndrome metabólica
  • Doença renal secundária
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo médio de diagnóstico varia; pode levar meses.

Tratamento

Abordagem Geral
Mudanças de estilo de vida combinadas a farmacoterapia conforme necessidade.
Modalidades de Tratamento
1 Modificações de estilo de vida
2 Medicamentos anti-hipertensivos
3 Monitorização de PA
4 Tratamento de comorbidades
5 Educação em saúde
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Cardiologista Nefrologista Endocrinologista Nutrólogo
Tempo de Tratamento
Duração depende do controle; manutenção por tempo indeterminado.
Acompanhamento
Consultas periódicas a cada 3-6 meses, ajuste terapêutico.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com manejo adequado, risco de eventos diminuído.
Fatores de Bom Prognóstico
  • PA bem controlada
  • Adesão ao tratamento
  • Peso estável
  • Exercício regular
Fatores de Mau Prognóstico
  • PA persistente descontrolada
  • Comorbidades graves
  • Tabagismo
  • Insuficiência renal avanzada
Qualidade de Vida
Pode melhorar com controle excelente da PA e estilo de vida saudável.

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável, dieta equilibrada, atividade física regular.
Medidas Preventivas
Dieta com baixo teor de sódio
Exercício regular
Reduzir álcool
Parar tabagismo
Controle de peso
Rastreamento
PA anual e monitorização domiciliar para detecção precoce.

Dados no Brasil

Estimativas no SUS mostram hospitalizações relevantes.
Internações/Ano
Mortalidade associada a eventos cardiovasculares varia.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior prevalência no sul/sudeste; menor no norte.

Perguntas Frequentes

1 A hipertensão sempre causa dor de cabeça?
Não; pode existir sem dor; monitorização é essencial.
2 Quais fatores aumentam o risco?
Peso, dieta, sedentarismo, envelhecimento e genética elevam risco.
3 Como é feito o diagnóstico?
PA medida em duas visitas com repouso e exames adicionais.
4 Qual é o tratamento?
Mudanças de estilo de vida mais medicações conforme necessidade.
5 Posso prevenir?
Sim: dieta equilibrada, peso saudável, PA monitorada, exercício.

Mitos e Verdades

Mito

hipertensão dói sempre; verdade: pode não ter sintomas.

Verdade

medição regular reduz risco; tratamento reduz eventos.

Mito

só idosos ficam hipertensos.

Verdade

jovens com fatores de risco também podem ter PA alta.

Mito

remédios sempre causam dependência.

Verdade

medicamentos são eficazes com orientação médica.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Clínica da família ou atenção primária para avaliação inicial.
Especialista Indicado
Cardiologista ou nefrologista conforme necessidade.
Quando Procurar Emergência
Dor no peito com aperto, falta de ar grave, desmaio súbito.
Linhas de Apoio
SUS 136 CS Local SAMU 192

CIDs Relacionados

I10 I11 I12 I13 I15

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.