Complicação Pós-Operatória
Complicação pós-operatória
Resumo
Complicação após cirurgia; sinais, diagnóstico e manejo.
Identificação
- Código Principal
- T81.4
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Complicações de procedimentos, pós-operatórios, não especificadas em outra parte
- Nome em Inglês
- Postoperative complication
- Outros Nomes
- Complicação cirúrgica • Falha de cicatrização • Infecção pós-operatória • Problema pós-operatório • Complicação de cirurgia
- Siglas Comuns
- CPO POC Pós-op
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XX - Outras condições associadas a procedimentos
- Categoria Principal
- Complicações de cirurgia
- Subcategoria
- Pós-operatório
- Tipo de Condição
- transtorno
- Natureza
- adquirida
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Dados variam por tipo de cirurgia; não há taxa única
- Faixa Etária Principal
- Adultos de meia idade a idosos
- Distribuição por Sexo
- Distribuição equilibrada entre sexos
- Grupos de Risco
- Diabetes Idade avançada Obesidade Imunossupressão Cirurgia de emergência
- Tendência Temporal
- Varia conforme melhorias de higiene e profilaxia
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Complicação de procedimento cirúrgico ou anestésico no pós-operatório
- Mecanismo Fisiopatológico
- Inflamação e falha de cicatrização levando a infecção ou deiscência
- Fatores de Risco
- Diabetes Obesidade Idade Imunossupressão Cirurgia de emergência Tabagismo
- Fatores de Proteção
- Asepsia Profilaxia adequada Controle glicêmico Cuidados da ferida
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor local com sinais de inflamação e febre
- Sintomas Frequentes
-
Dor no sítioFebre leveEdemaRuborSecreção
- Sinais de Alerta
-
- Dor desproporcional
- Febre alta
- Secreção purulenta
- Bloqueio de drenagem
- Dessoramento intenso
- Evolução Natural
- Pode progredir se não tratado; diagnóstico precoce melhora
- Complicações Possíveis
- Sepse Cicatriz lenta Fístula Abscesso crônico
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Sinais clínicos, exames de imagem e cultura
- Exames Laboratoriais
- Hemograma PCR Cultura de ferida Glicemia EAS
- Exames de Imagem
- Ultrassom Tomografia RM
- Diagnóstico Diferencial
-
- Infecção de ferida não operatória
- Trombose venosa
- Abscesso
- Inflamação de ferida comum
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Dias a semanas
Tratamento
- Abordagem Geral
- Controle de dor, higiene, glicose estável e monitorização
- Modalidades de Tratamento
-
1 Medicamento2 Cirúrgico3 Drenagem4 Cuidados da ferida
- Especialidades Envolvidas
- Cirurgia Infectologia Enfermagem Anestesiologia
- Tempo de Tratamento
- Varia pela gravidade
- Acompanhamento
- Consultas regulares até cura
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Boa com manejo adequado
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Diagnóstico precoce
- Ferida bem cuidada
- Nutrição
- Sem infecção sistêmica
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Infecção grave
- Diabetes mal controlado
- Imunossupr
- Múltiplas comorbidades
- Qualidade de Vida
- Moderada durante recuperação
Prevenção
- Prevenção Primária
- Cuidados perioperatórios e higiene para reduzir risco
- Medidas Preventivas
-
Higiene das mãosAntissepsia adequadaControle glicêmicoProfilaxia antibióticaCuidados da ferida
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
dor constante sempre é infecção
Dor pode ocorrer sem infecção; sinais incluem febre, secreção
antibióticos curam sem avaliação
Antibióticos requerem prescrição médica e avaliação
ferida deve sempre ser coberta
Algumas feridas precisam de ar para cicatrizar; siga orientação
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure Cirurgia ou Pronto-Socorro ao menor sinal
- Especialista Indicado
- Cirurgião
- Quando Procurar Emergência
- Febre alta, dor intensa, sangramento ou dificuldade respiratória
- Linhas de Apoio
- SUS 136 Disque Saúde Central de atendimento hospitalar
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Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.