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t21 cid
CID-11

Lesão ocular não especificada

Trauma ocular não especificado

Resumo

Resumo: traumas oculares variam; proteja os olhos e busque atendimento rápido.

Identificação

Código Principal
T21
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Lesões oculares não especificadas segundo CID-11, terminologia oficial da OMS
Nome em Inglês
Unspecified ocular injury
Outros Nomes
ferimento ocular não especificado • trauma ocular indeterminado • lesão do olho sem definição • lesão ocular não classificada • ferimento ocular não codificado
Siglas Comuns
TOI LOI OCU

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Lesões do olho e anexos
Categoria Principal
Traumas oculares
Subcategoria
Lesão ocular não especificada
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; traumas oculares representam carga significativa, sem cifra única confiável.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam por região; lacunas em registro específico.
Faixa Etária Principal
Jovens adultos e adultos
Distribuição por Sexo
Leve predomínio masculino, equilíbrio entre sexos
Grupos de Risco
Esportistas de contato Trabalhadores com risco de impacto Proteção inadequada com lente de contato Acidentes domésticos com objetos Ambiente de trabalho sem proteção
Tendência Temporal
Tendência estável com variações regionais; melhora com prevenção.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Impacto mecânico direto do objeto externo ou trauma contuso no olho.
Mecanismo Fisiopatológico
Trauma injuria ocular ativa inflamação, pressões aumentadas e cicatrizes.
Fatores de Risco
Proteção ocular inadequada Atividades de alto risco História de lesão ocular prévia Trabalho com poeira Uso de lentes de contato inadequadas Ambientes com químicos irritantes
Fatores de Proteção
Proteção ocular adequada Uso de óculos de proteção Educação em prevenção Treinamento em primeiros socorros

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor súbita no olho com vermelhidão e lacrimejamento
Sintomas Frequentes
dor ocular
vermelhidão
lacrimejamento
sensação de corpo estranho
fotofobia
visão turva
Sinais de Alerta
  • dor intensa com náusea
  • perda de visão
  • olho muito inchado
  • secreção purulenta
  • trauma repetido
Evolução Natural
Sem tratamento pode evoluir com irritação, infecção e cicatrizes; recuperação depende da lesão.
Complicações Possíveis
infecção ocular úlceras graves perda de visão cicatrizes visuais glaucoma traumático

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma, exame ocular, avaliação visual, lâmpada de fenda.
Exames Laboratoriais
Teste de acuidade Lâmpada de fenda Fluoresceína Cultura ocular Testes adicionais
Exames de Imagem
Exame orbital com tomografia Retinografia Ultrassom ocular RM quando indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Conjuntivite viral
  • Cerite simples
  • Blefarite
  • Uveíte
  • Trauma ocular leve
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias, depende do acesso ao serviço

Tratamento

Abordagem Geral
Controle da dor, proteção ocular, avaliação rápida e encaminhamento.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentoso segundo diagnóstico
2 Cirúrgico se necessário
3 Curativos oculares
4 Proteção ocular
5 Reabilitação visual
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Emergência Traumatologia Radiologia Reabilitação visual
Tempo de Tratamento
Varia conforme lesão; semanas em casos graves.
Acompanhamento
Retornos frequentes, monitorar visão e cicatrizes

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; com tratamento rápido, boa chance de recuperação parcial.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Lesão leve
  • Diagnóstico precoce
  • Visão preservada
  • Tratamento imediato
Fatores de Mau Prognóstico
  • Perfuração ocular
  • Infecção grave
  • Atraso no atendimento
  • Gravidade da lesão
Qualidade de Vida
Impacto moderado a leve, dependendo da visão residuais

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção ocular durante atividades de alto risco e educação preventiva.
Medidas Preventivas
Proteção ocular
Ambiente seguro
Primeiros socorros
Cuidado com lentes
Higiene ocular
Rastreamento
Exames oftalmológicos periódicos para detectar sequelas.

Dados no Brasil

Entre 500 e 2000 internações anuais, variando por região.
Internações/Ano
Óbitos são raros, variam com gravidade e acesso ao atendimento.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em regiões com maior exposição ocupacional e menores recursos.

Perguntas Frequentes

1 Como identificar trauma ocular leve?
Dor leve, vermelhidão e lacrimejamento indicam avaliação rápida.
2 Quando ir ao médico após acidente?
Dor intensa, perda de visão ou olho deformado exigem atendimento imediato.
3 Quais exames ajudam no diagnóstico?
Lâmpada de fenda, fluoresceína e avaliação visual guiam o diagnóstico.
4 Como prevenir?
Uso de proteção ocular e normas de segurança reduzem traumas.
5 Qual o tratamento típico?
Depende da lesão; geralmente protege, trata infecção e evita cicatrizes.

Mitos e Verdades

Mito

Água salgada cura trauma ocular rapidamente.

Verdade

Tratamento adequado evita complicações e preserva visão.

Mito

Óculos escuros protegem tudo o tempo todo.

Verdade

Proteção reduz danos, não elimina risco.

Mito

Todos traumas passam sem intervenção.

Verdade

Avaliação médica evita sequelas graves.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro atendimento em pronto-socorro ou clínica ocular.
Especialista Indicado
Oftalmologista
Quando Procurar Emergência
Perda súbita de visão, dor intensa, olho doloroso requer atendimento imediato.
Linhas de Apoio
Linha de apoio 0800-000-000 SUS 136

CIDs Relacionados

T21.0 T21.1 T21.2 T21.3 T21.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.