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sequela avc cid
CID-10

Sequelas do Acidente Vascular Cerebral

Sequelas de AVC

Resumo

Sequelas do AVC são déficits que ficam após o episódio; reabilitação pode melhorar autonomia.

Identificação

Código Principal
I69
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Sequelas de doenças cerebrovasculares
Nome em Inglês
Sequelae of Cerebrovascular Disease
Outros Nomes
Sequelas de AVC • Seq AVC • Sequelas pós-AVC • Déficits pós-AVC • Sequelas cerebrovasculares
Siglas Comuns
I69 Pós-AVC Seq AVC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do Sistema Nervoso
Categoria Principal
Doenças cerebrovasculares - sequelas
Subcategoria
Sequelas pós-AVC
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas variam; sequelas afetam muitos sobreviventes de AVC, com déficits motores, fala e cognição.
Prevalência no Brasil
null
Faixa Etária Principal
Adultos de meia a terceira idade
Distribuição por Sexo
Proporção similar entre homens e mulheres
Grupos de Risco
hipertensão diabetes fibrilação atrial tabagismo sedentarismo
Tendência Temporal
Tendência estável; reabilitação melhora resultados ao longo do tempo

Etiologia e Causas

Causa Principal
Lesão cerebral residual após AVC, comum em casos isquêmico ou hemorrágico.
Mecanismo Fisiopatológico
Dano vascular que persiste gera déficits motores, fala e cognição; plasticidade neural limitada
Fatores de Risco
hipertensão arterial diabetes mellitus fibrilação atrial tabagismo sedentarismo dislipidemia
Fatores de Proteção
controle pressórico reabilitação precoce alimentação balanceada atividade física regular
Componente Genético
Influência genética modula recuperação, não determina presença das sequelas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fraqueza residual de um lado do corpo com possíveis alterações de fala
Sintomas Frequentes
dificuldade de fala
fraqueza de um lado
deglutição dificultosa
distúrbios de equilíbrio
perda de coordenação
cansaço rápido
Sinais de Alerta
  • mudança súbita de fala
  • fraqueza repentina
  • confusão
  • dor de cabeça intensa
  • perda súbita de equilíbrio
Evolução Natural
Sem reabilitação, déficits persistem; com exercícios, há melhoria progressiva
Complicações Possíveis
Queda de independência Depressão Dor neuropática Convulsões Infecção respiratória pela deglutição

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de AVC prévio com déficits persistentes e imagens compatíveis
Exames Laboratoriais
Hemograma Perfil lipídico Glicose Função renal Coagulograma
Exames de Imagem
RMN cerebral TC de crânio Ultrassom de carótidas AngioTC
Diagnóstico Diferencial
  • Doenças neurológicas recorrentes
  • Doenças degenerativas
  • Lesões por trauma
  • Tumor cerebral
  • Encefalopatia metabólica
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; diagnóstico costuma ocorrer durante avaliação de déficits crônicos

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar: reabilitação, controle de fatores de risco e suporte psicossocial.
Modalidades de Tratamento
1 Reabilitação motora
2 Fonoaudiologia
3 Terapia ocupacional
4 Controle de PA e glicose
5 Adaptações do dia a dia
Especialidades Envolvidas
Neurologia Fisiatria Fisioterapia Fonoaudiologia Psicologia
Tempo de Tratamento
Meses a anos, conforme déficits e metas
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 1-3 meses; monitorar evolução e ajustar tratamento

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva variável; com treino constante, muitos recuperam autonomia
Fatores de Bom Prognóstico
  • Reabilitação precoce
  • Boa adesão ao tratamento
  • Suporte familiar
  • Controle de fatores de risco
Fatores de Mau Prognóstico
  • Gravidade inicial alta
  • Déficits extensos
  • Co-morbidades
  • Idade avançada
Qualidade de Vida
Pode melhorar com reabilitação, mantendo autonomia e participação social

Prevenção

Prevenção Primária
Controlar fatores de risco, adotar estilo de vida saudável e buscar acompanhamento médico
Medidas Preventivas
Controle da PA
Glicose e Lipídios
Cessação tabagismo
atividade física
Dieta balanceada
Rastreamento
Monitorar fatores de risco e sinais neurológicos com visitas regulares

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Disposição desigual; acesso varia por região

Perguntas Frequentes

1 Posso curar as sequelas completamente?
Geralmente não; reabilitação melhora autonomia e qualidade de vida.
2 Como prevenir novas sequelas?
Controle PA, glicose, colesterol; atividade física; não fumar.
3 Como sei se preciso iniciar reabilitação?
Avaliação médica; déficits persistentes indicam necessidade.
4 Qual é o prognóstico a longo prazo?
Depende da gravidade e adesão; muitos ganham autonomia.
5 Posso voltar ao trabalho?
Avaliação médica; retomar com orientações e adaptações.

Mitos e Verdades

Mito

sequelas aparecem de imediato.

Verdade

evolução costuma ocorrer com reabilitação.

Mito

todos voltam a falar como antes.

Verdade

recuperação varia; ajuda terapêutica melhora comunicação.

Mito

idosos não melhoram.

Verdade

pacientes de qualquer idade podem progredir com treino.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Comece pelo posto de saúde ou neurologista; busque reabilitação
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Sinais fortes para ir ao pronto atendimento: fala difícil, fraqueza súbita, confusão
Linhas de Apoio
SUS 135 Centro de reabilitação regional Linha de cuidadores

CIDs Relacionados

I69 I69.1 I69.3 I69.4 I69.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.