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sepse de foco pulmonar cid
CID-10

Sepse de foco pulmonar

Sepse com foco pulmonar

Resumo

Sepse é infecção grave que pode piorar rápido; reconhecer cedo salva vidas

Identificação

Código Principal
A41.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Sepsis, não especificada
Nome em Inglês
Sepsis due to pulmonary focus
Outros Nomes
sepse pulmonar • sepse por pneumonia • sepse respiratória • sepse de origem pulmonar • infecção grave sistêmica
Siglas Comuns
SEP-Pulm SSP SP-Sepse

Classificação

Capítulo CID
Capítulo I - Doenças infecciosas e parasitárias
Categoria Principal
Sepsis infecciosa
Subcategoria
Sepsis com foco pulmonar
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estima-se que a sepse afete milhões globalmente; variação por origem e gravidade.
Prevalência no Brasil
Brasil: sepse relevante em internações, com mortalidade significativa.
Faixa Etária Principal
Idades extremas: neonatos e idosos
Distribuição por Sexo
Afeta homens e mulheres de forma semelhante
Grupos de Risco
Idosos Recém-nascidos Imunossupressão Pacientes hospitalizados UTI
Tendência Temporal
Incidência estável globalmente, com alta em situações críticas

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecção bacteriana predominante, com pneumonia como gatilho
Mecanismo Fisiopatológico
Resposta inflamatória sistêmica com disfunção circulatória e falência de órgãos
Fatores de Risco
Idade avançada Imunossupressão Diabetes Cirurgia recente Internação prolongada Crise grave de doença crônica
Fatores de Proteção
Vacinação adequada Higiene de mãos Cuidados com cateteres Tratamento oportuno de infecções
Componente Genético
Contribuições genéticas influenciam suscetibilidade, sem determinismo

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Febre ou hipotermia com alteração do estado mental
Sintomas Frequentes
Taquicardia
Taquipneia
Hipotensão
Confusão mental
Oligúria
Fadiga extrema
Sinais de Alerta
  • Hipotensão persistente
  • Alteração da consciência
  • Dificuldade respiratória
  • Oligúria persistente
  • Alteração da perfusão
Evolução Natural
Progressão rápida sem tratamento para falência de múltiplos órgãos
Complicações Possíveis
Falência de órgãos Disfunção renal aguda Disfunção respiratória DIC Infecção prolongada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Sinais clínicos, disfunção orgânica, lactato elevado e resposta inflamatória
Exames Laboratoriais
Hemograma Lactato Hemoculturas Função renal PCR/Procalcitonina
Exames de Imagem
Radiografia de tórax TC conforme necessidade Ultrassom portátil Ressonância apenas se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Infecção localizada não septicêmica
  • Choque cardiogênico
  • SDRA
  • Neoplasias infecciosas
  • Infecção urinária grave
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo até diagnóstico varia; horas a dias

Tratamento

Abordagem Geral
Estabilização rápida, antibióticos empíricos e suporte de órgãos
Modalidades de Tratamento
1 Reposição volêmica
2 Antibióticos empíricos
3 Suporte ventilatório
4 Vasopressores
5 Monitorização invasiva
Especialidades Envolvidas
Clínica Geral Infectologia Intensivista Enfermagem de UTI Nutrição
Tempo de Tratamento
Duração determinada pela resposta clínica
Acompanhamento
Reavaliação frequente de sinais vitais e função orgânica

Prognóstico

Prognóstico Geral
Prognóstico depende da gravidade; rapidez no manejo melhora
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta rápida a antibióticos
  • Estabilidade inicial
  • Função renal preservada
  • Detecção precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Disfunção de múltiplos órgãos
  • Hipóxia refratária
  • Choque persistente
Qualidade de Vida
Impacto significativo; recuperação gradual com suporte

Prevenção

Prevenção Primária
Medidas simples reduzem risco: higiene, vacinação e manejo de infecções
Medidas Preventivas
Higiene das mãos
Vacinação pneumocócica
Uso responsável de antibióticos
Cuidados com cateteres
Tratamento oportuno de infecções
Rastreamento
Sinais de infecção em grupos de risco devem ser monitorados

Dados no Brasil

Internações milhares variam anualmente
Internações/Ano
Mortalidade relevante, varia com gravidade
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Carga maior em regiões com limitações de recursos

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais iniciais da sepse?
Febre ou frio, respiração acelerada, taquicardia e confusão
2 Como é feito o diagnóstico?
História clínica, exames de sangue, lactato, culturas e avaliação de órgãos
3 Quais são os tratamentos?
Antibióticos precoces, fluidos, suporte de órgãos; protocolo varia
4 É possível prevenir?
Vacinação, higiene, tratamento adequado de infecções, uso criterioso de antibióticos
5 Como manter a qualidade de vida?
Reabilitação, apoio psicológico e retorno gradual às atividades

Mitos e Verdades

Mito

sepse é só febre alta

Verdade

pode iniciar com sinais sutis; febre é comum, mas não único

Mito

antibióticos curam tudo rapidamente

Verdade

resposta varia; atraso piora o quadro

Mito

afeta apenas idosos

Verdade

qualquer idade pode ter sepse grave

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento imediato se houver piora rápida
Especialista Indicado
Médico: infectologista ou intensivista
Quando Procurar Emergência
Sinais graves pedem pronto atendimento: dor no peito, confusão, pele fria
Linhas de Apoio
SUS Central 136 Samu 192 CAPS local

CIDs Relacionados

A41.9 A41.2 A40.9 A39.9 R65.2

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.