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S62.2
CID-10

Fratura de dedo

Fratura de dedo

Resumo

Dedo quebrou; precisa de proteção, repouso e reabilitação para retornar às atividades.

Identificação

Código Principal
S62.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura de falange da mão, trauma agudo com ruptura da continuidade óssea de dedo
Nome em Inglês
Finger fracture
Outros Nomes
Fratura da falange • Fratura digital • Fratura do dedo da mão • Fratura de falange da mão
Siglas Comuns
FD FrDedo FrD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Lesões do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo
Categoria Principal
Fraturas de dedos da mão
Subcategoria
Fratura de falange (proximal, média ou distal)
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global moderada; fraturas de dedo ocorrem com frequência entre adultos jovens e idosos, associadas a trauma.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; fraturas de dedo representam parte de lesões de mão atendidas em urgência.
Faixa Etária Principal
Adultos ativos e idosos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres em equilíbrio, leve predomínio masculino em atividades de risco
Grupos de Risco
Atletas Trabalhadores de construção Idosos com osteopenia Ciclistas Quedas sociais
Tendência Temporal
Aumento com lazer de risco e envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma de impacto direto ou queda sobre a mão, levando a fratura de falange
Mecanismo Fisiopatológico
Trauma mecânico que rompe a continuidade óssea, podendo haver desvio
Fatores de Risco
Contato esportivo Trabalho com ferramentas Osteopenia Idade avançada Uso de álcool Fratura prévia da mão
Fatores de Proteção
Proteção adequada de mão Treinamento de quedas Ambiente seguro Aquecimento pré-exercício
Componente Genético
Influência genética rara; a maioria depende de trauma mecânico

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor súbita no dedo após trauma, com inchaço e dor ao toque
Sintomas Frequentes
Dor ao movimento
Inchaço local
Deformidade perceptível
Dor ao toque
Crepitação anatômica
Dificuldade para dobrar o dedo
Sinais de Alerta
  • Deformidade marcada
  • Dor intensa com incapacidade de mover
  • Sinais de infecção em ferida aberta
  • Problema de circulação
  • Perda de pulso digital
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste; fragmentos podem deslocar e função piorar
Complicações Possíveis
Mau alinhamento Rigidez Dor crônica Nervo pode ficar irritado Infecção se aberto

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Sinais clínicos de trauma com dor; raio-X confirma fratura e tipo
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Bioquímica Não específicos
Exames de Imagem
Raio-X de mão Raio-X AP/Perfil Raio-X oblíqua/dorsal Tomografia apenas se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Luxação interfalângica
  • Contusão óssea
  • Lesão de ligamento
  • Fratura de metacarpo
  • Doença reumática
Tempo Médio para Diagnóstico
30-60 minutos em trauma, se raio-X disponível

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilização, controle da dor, avaliação de necessidade cirúrgica e reabilitação precoce
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com tala ou gesso
2 Redução fechada
3 Cirurgia com fixação
4 Terapias de reabilitação
5 Analgesia não opioide
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Enfermagem Anestesiologia
Tempo de Tratamento
3 a 6 semanas de imobilização, conforme fratura
Acompanhamento
Retornos a cada 2-3 semanas durante imobilização e após

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com tratamento adequado; maioria retorna à função normal
Fatores de Bom Prognóstico
  • Alinhamento adequado
  • Fraturas fechadas
  • Idade jovem
  • Início precoce de reabilitação
Fatores de Mau Prognóstico
  • Desvio grande
  • Fratura aberta
  • Atraso no tratamento
  • Rigidez persistente
Qualidade de Vida
Pode reduzir temporariamente a capacidade de agarrar; melhora com reabilitação

Prevenção

Prevenção Primária
Proteja a mão durante atividades; use EPIs e ergonomia
Medidas Preventivas
Equipamentos de proteção
Aquecimento pré-treino
Ambiente seguro no trabalho
Exercícios de mão
Cuidados ao levantar objetos
Rastreamento
Não há rastreamento específico; avaliação clínica se dor persiste

Dados no Brasil

Varia por região; números agregados não padronizados.
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada a fraturas de dedo isoladas.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior concentração de casos em áreas urbanas com acesso a serviços.

Perguntas Frequentes

1 O que é fratura de dedo?
Quebra de osso na falange, causada por trauma, com dor e inchaço.
2 Precisa de raio-X?
Sim, raio-X confirma fratura e orienta tratamento.
3 Dói muito; quando ir ao médico?
Se dor forte após lesão ou deformidade, procure atendimento.
4 Quando volto a usar a mão?
Rotina retorna gradualmente após imobilização e reabilitação.
5 Existem curas rápidas?
Tratamento adequado reduz tempo de recuperação e sequelas.

Mitos e Verdades

Mito

dor leve não é fratura

Verdade

qualquer dor após trauma merece avaliação e imagem

Mito

raio-x não detecta fratura cedo

Verdade

radiografia identifica fraturas na fase inicial na maioria

Mito

dedos se recuperam sozinhos

Verdade

preserva função com tratamento adequado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro atendimento em pronto-socorro; ortopedia
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com deformidade, sangramento, pouls ausente
Linhas de Apoio
Disque 136 SUS 136 SAMU 192

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.