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S52.5
CID-10

Fratura distal do rádio

Fratura do rádio

Resumo

Fratura de rádio é quebura no antebraço perto do pulso; tratamento depende do deslocamento.

Identificação

Código Principal
S52.5
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura distal do rádio segundo OMS
Nome em Inglês
Distal radius fracture
Outros Nomes
Fratura distal do rádio • Fratura do rádio distal • Fractura de rádio distal • Fratura rádio distal
Siglas Comuns
S52.5 Fr Rad FRAD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema osteoarticular
Categoria Principal
Fraturas do esqueleto
Subcategoria
Fraturas de rádio distal
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Ocorrência comum global, varia com idade e sexo.
Prevalência no Brasil
Mais frequente em idosos e mulheres com osteoporose.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e idosos
Distribuição por Sexo
Mulheres idosas com osteoporose possuem maior risco
Grupos de Risco
Osteoporose na mulher Quedas em idosos Trauma de alta energia Desnutrição Uso de corticosteroides
Tendência Temporal
Prevenção tem reduzido fraturas em alguns lugares; tendência estável global.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Queda sobre a mão ou golpe direto no antebraço
Mecanismo Fisiopatológico
Força de compressão/torção resulta em fratura distal do rádio
Fatores de Risco
Osteoporose Idade avançada Sexo feminino Quedas frequentes Uso de corticóides Fratura prévia
Fatores de Proteção
Exercícios de força Dieta rica em cálcio e vitamina D Proteção durante esportes de alto impacto Avaliação de densidade óssea
Componente Genético
Influência moderada pela densidade óssea herdável

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda no antebraço com inchaço
Sintomas Frequentes
Dor intensa
Inchaço
Deformidade visual
Dor ao mover o punho
Sensibilidade ao toque
Limitação de movimentos
Sinais de Alerta
  • Pulsos fracos
  • Dormência persistente
  • Pele pálida/azulada
  • Dor que piora com compressão
  • Comprometimento neurológico
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste; deformidade pode progredir
Complicações Possíveis
Rigidez persistente Dor crônica Desalinhamento permanente Lesão nervosa Síndrome compartimental rara

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor, deformidade e mobilidade reduzida; radiografia confirma.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Calcio sérico Fosforo Vitamina D
Exames de Imagem
Radiografia antebraço Vistas AP e lateral do punho Tomografia em casos complexos RM quando indicação
Diagnóstico Diferencial
  • Entorse grave
  • Fratura de ulna
  • Luxação do punho
  • Lesão de ligamentos
  • Lesão de nervo
Tempo Médio para Diagnóstico
Minutos a horas com atendimento imediato

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilização adequada, avaliação radiográfica e planejamento de redução se deslocada
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com tala ou gesso
2 Redução fechada
3 Cirurgia com placa/parafusos
4 Reabilitação precoce
5 Correção de osteoporose se necessário
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Anestesiologia Reabilitação
Tempo de Tratamento
Geralmente semanas a meses, conforme gravidade
Acompanhamento
Consultas de controle e imagens nos meses iniciais

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento adequado; recuperação usual em meses
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tratamento precoce
  • Baixo deslocamento
  • Paciente ativo
  • Boa nutrição
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Osteoporose grave
  • Fratura cominutiva
  • Desalinhamento persistente
Qualidade de Vida
Reabilitação adequada aumenta retorno funcional

Prevenção

Prevenção Primária
Manter ossos fortes com cálcio/vit D e reduzir quedas
Medidas Preventivas
Exercícios de resistência
Impacto controlado
Ambiente seguro
Suplementação de cálcio/vit D
Avaliação de osteoporose
Rastreamento
Avaliar densidade óssea em idosos e grupos de risco

Dados no Brasil

Varia por região; média anual de dezenas a centenas
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maiores registros em regiões com envelhecimento populacional

Perguntas Frequentes

1 Posso praticar esportes com fratura de rádio?
Depende do estágio; seguir orientação médica protege a recuperação.
2 Dura quanto o tratamento?
Depende do tipo de fratura; geralmente semanas a meses.
3 Qual o tempo de alta?
Alta após consolidação estável na radiografia e evolução clínica.
4 É necessário cirurgia?
Apenas se desvio, instabilidade ou lesões associadas justificam.
5 Como prevenir novas fraturas?
Fortalecer músculos, cálcio/vitamina D, prevenir quedas.

Mitos e Verdades

Mito

toda fratura precisa cirurgia.

Verdade

muitas fraturas cicatrizam com imobilização.

Mito

gesso leva meses.

Verdade

duração varia com o tipo de fratura.

Mito

reabilitação atrapalha a consolidação.

Verdade

exercícios orientados aceleram recuperação.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista ou pronto atendimento ao menor sinal de deformidade
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com deformidade, dormência ou pulso fraco exige atendimento imediato
Linhas de Apoio
0800-000-0000 SUS 136 SAMU 192

CIDs Relacionados

S52.5 S52.6 M81.0 Z47.8 Z48.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.