Fratura de costela
Fratura da costela
Resumo
Dor no peito após batida; maioria melhora com dor controlada e respiração
Identificação
- Código Principal
- S22.3
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Fratura de costela
- Nome em Inglês
- Rib fracture
- Outros Nomes
- Fratura costal • Fratura de costelas • Lesão costal • Fraturação de costela
- Siglas Comuns
- FC FrCost RibFx
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XIX - Traumatismo e lesões externas
- Categoria Principal
- Lesões musculoesqueléticas torácicas
- Subcategoria
- Fraturas de costelas
- Tipo de Condição
- lesao
- Natureza
- traumatica
- Gravidade Geral
- moderada
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência global moderada; picos em idosos por quedas e trauma torácico.
- Prevalência no Brasil
- Dados nacionais limitados; maior em idosos com comorbidades.
- Faixa Etária Principal
- Idade acima de 60 anos
- Distribuição por Sexo
- Levemente mais comum em mulheres
- Grupos de Risco
- Idosos com osteoporose Quedas Trauma torácico Uso de corticoides Fraqueza óssea
- Tendência Temporal
- Estável; tende a aumentar com envelhecimento populacional.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Trauma torácico direto por queda, acidente de carro ou impacto
- Mecanismo Fisiopatológico
- Força direta ou compressão rompe costelas, com dor ao movimento
- Fatores de Risco
- Osteoporose Idade avançada Quedas Corticosteroides Osteopenia
- Fatores de Proteção
- Exercícios de equilíbrio Força muscular Vit D e cálcio Ambiente seguro
- Componente Genético
- null
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor torácica aguda, piora com respiração
- Sintomas Frequentes
-
Dor na costela afetadaDor ao toqueDificuldade respiratória leveCrepitação no exameMovimento torácico limitado
- Sinais de Alerta
-
- Dor súbita respiratória piora
- Sinais de pneumotórax
- Sangramento persistente
- Deformidade visível
- Evolução Natural
- Dor aguda melhora com tratamento; recuperação até 6-8 semanas
- Complicações Possíveis
- Pneumotórax Hemotórax Infecção respiratória Dor crônica Redução da função pulmonar
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Trauma + dor + confirmação por imagem
- Exames Laboratoriais
- Hemograma Gasometria Marcadores inflamatórios
- Exames de Imagem
- Radiografia de tórax Radiografia de costelas TC em dúvida RM se necessário
- Diagnóstico Diferencial
-
- Contusão torácica
- Dor muscular
- Pneumotórax
- Fratura clavicular
- Fratura não detectada
- Tempo Médio para Diagnóstico
- 1-3 dias com imagem adequada
Tratamento
- Abordagem Geral
- Dor controlada, respiração profunda, reabilitação precoce
- Modalidades de Tratamento
-
1 Analgesia2 Reposo relativo3 Fisioterapia respiratória4 Incentivo ventilatório5 Cirurgia apenas em casos especiais
- Especialidades Envolvidas
- Clínico geral Ortopedia Radiologia Fisioterapia Emergência
- Tempo de Tratamento
- Dor controlada por semanas; recuperação total 6-8 semanas
- Acompanhamento
- Reavaliação em 1-2 semanas; monitorar respiração
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Perspectiva boa com tratamento adequado
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Fratura sem deslocamento
- Paciente jovem
- Ausência de comorbidades
- Dor sob controle
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Deslocamento grave
- Fraturas múltiplas
- Osteoporose avançada
- Pneumotórax
- Qualidade de Vida
- Retorno gradual às atividades com reabilitação
Prevenção
- Prevenção Primária
- Prevenir quedas em idosos, ambiente seguro
- Medidas Preventivas
-
Calcio/vitamina DEquilíbrioForçaAmbiente seguroAvaliar medicações
- Rastreamento
- null
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
todas fraturas exigem cirurgia
muitos casos curam sem cirurgia
dor significa mau prognóstico
dor é comum e manejável
costelas não curam bem
cura com tratamento adequado e reabilitação
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure pronto atendimento em caso de dor torácica após trauma
- Especialista Indicado
- Ortopedista
- Quando Procurar Emergência
- Dor intensa, respiração difícil, desvio torácico
- Linhas de Apoio
- SUS 136 CVV 188
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.