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rebaixamento do nivel de consciencia cid
CID-10

Alteração do Nível de Consciência

Condição de consciência reduzida

Resumo

Pessoa fica menos acordada; pode variar de sono profundo a coma.

Identificação

Código Principal
R40.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Alteração do estado de consciência segundo OMS, definição ampla de alerta variando pela gravidade
Nome em Inglês
Altered Level of Consciousness (ALOC)
Outros Nomes
Alteração de consciência • Nível de consciência diminuído • Redução do estado de alerta • Estado de sono profundo • Coma parcial
Siglas Comuns
LOC GCS AVPU

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do Sistema Nervoso
Categoria Principal
Transtornos do Sistema Nervoso
Subcategoria
Disfunção aguda da consciência
Tipo de Condição
sindrome
Natureza
aguda
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Globalmente, ocorrências variam com etiologia; grandes números em UTIs com subtipos diversos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; internações em UTI predomina em estados com maior acesso.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos com comorbidades
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre homens e mulheres, varia pela etiologia
Grupos de Risco
Idosos Prematuros em UTI Pacientes com traumas Doentes com sepse Abuso de álcool/drogas
Tendência Temporal
Casos flutuantes, com aumentos em populações envelhecidas e infecções graves

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial: trauma, hipóxia, infecção, intoxicação
Mecanismo Fisiopatológico
Dano cerebral por queda de oxigenação, edema, toxicidade, ou falha reticular, alterando vigília.
Fatores de Risco
Idade avançada Trauma cranioencefálico Doenças neurológicas prévias Infecções graves Uso de álcool/drogas Insuficiência respiratória
Fatores de Proteção
Nutrição adequada Gerenciamento rápido de sepse Vacinação Cuidados de suporte respiratório
Componente Genético
Possível predisposição em síndromes raras; não padrão hereditário

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Redução do nível de alerta, variando de sonolência a coma
Sintomas Frequentes
Sonolência intensa
Confusão mental
Desorientação
Resposta lenta a estímulos
Fala lenta/arrastada
Letargia
Sinais de Alerta
  • Respiração irregular
  • Alteração súbita do estado mental
  • Piora com alterações metabólicas
  • Rigidez de membros com alteração de tonus
  • Convulsões prolongadas
Evolução Natural
Sem manejo, pode progredir para coma com altas chances de sequelas.
Complicações Possíveis
Dano cerebral permanente Lesão neurológica focal Fraqueza residual Convulsões crônicas Deficiências cognitivas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica do nível de consciência com GCS e exames complementares.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicose Eletrólitos Função renal/hepática Gasometria
Exames de Imagem
Tomografia de crânio Ressonância magnética cerebral Angio-TC se houver suspeita Imagem de tronco encefálico
Diagnóstico Diferencial
  • Queda de glicose
  • Hipoxemia grave
  • Intoxicação por drogas
  • Delirium
  • Delírio metabólico
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo até diagnóstico depende da etiologia; emergências rápidas.

Tratamento

Abordagem Geral
Suporte imediato da via aérea, respiração e circulação; tratar etiologia.
Modalidades de Tratamento
1 Suporte ventilatório
2 Correção de glicose/eletrolitos
3 Tratamento da etiologia
4 Controle de febre
5 Reabilitação precoce
Especialidades Envolvidas
Neurologia Emergência Intensivismo Toxicologia Anestesiologia
Tempo de Tratamento
Duração depende da condição; pode seguir por dias a semanas.
Acompanhamento
Monitorização neurológica frequente, exames repetidos e ajuste de terapias.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da causa; recuperação varia de completa a sequelas.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Avaliação precoce
  • Correção rápida da glicose
  • Estabilidade hemodinâmica
  • Manejo eficaz da etiologia
Fatores de Mau Prognóstico
  • Lesão cerebral extensa
  • Hipertensão intracraniana
  • Sepse grave
  • Condições comorbidas graves
Qualidade de Vida
Impacto significativo na autonomia; reabilitação pode melhorar muito.

Prevenção

Prevenção Primária
Prevenção de trauma, intoxicações e sepse com saúde pública.
Medidas Preventivas
Prevenção de quedas
Controle de infecções
Higiene
Gestão de doenças crônicas
Vacinação
Rastreamento
Rastreamento de risco em pacientes com comorbidades; vigilância hospitalar.

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais, principalmente em UTIs.
Internações/Ano
Óbitos variam conforme etiologia; regionalmente distintos.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Concentração maior em grandes centros com recursos de UTI.

Perguntas Frequentes

1 O que é rebaixamento do nível de consciência?
Varia de sono profundo a coma; envolve alerta e resposta alterados.
2 Quais causas comuns?
Trauma, infecção grave, hipóxia, intoxicações, derrame e sepsis.
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, escala de consciência e exames de imagem/laboratoriais.
4 Posso evitar isso?
Prevenir trauma, intoxicações, doenças graves; manter tratamento adequado.
5 O que esperar da reabilitação?
Com tempo e treino, melhora a atenção, memória e função motora.

Mitos e Verdades

Mito

sono profundo equivale a coma.

Verdade

coma envolve inatividade consciente com ausência de resposta.

Mito

não há esperança de recuperação.

Verdade

prognóstico depende da causa e manejo; recuperação possível.

Mito

apenas idade alta aumenta risco.

Verdade

qualquer idade pode ter alteração grave; comorbidades elevam risco.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento de emergência em piora súbita do estado de consciência.
Especialista Indicado
Neurologista ou médico de emergência.
Quando Procurar Emergência
Sinais de alerta: respiração difícil, convulsões, confusão súbita.
Linhas de Apoio
CVV 188 Samu 192 Linha de apoio local

CIDs Relacionados

R40.2 R40.0 R41.0 R43.0 R44.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.