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R52.9
CID-10

Dor inespecífica

dor sem localização definida

Resumo

Dor é sintoma comum com várias causas; avaliação médica é essencial.

Identificação

Código Principal
R52.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor inespecífica
Nome em Inglês
Pain, unspecified
Outros Nomes
dor não localizada • dor genérica • dor inespecífica
Siglas Comuns
DOR R52

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Dor e sintomas dolorosos
Categoria Principal
Sintomas dolorosos
Subcategoria
Dor inespecífica
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
outra
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor crônica afeta centenas de milhões; variações locais são comuns.
Prevalência no Brasil
Dor crônica comum entre adultos; padrões variam por região.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Distribuição variável; leve predomínio feminino na dor crônica
Grupos de Risco
idosos mulheres pacientes com artralgia obesos diabéticos
Tendência Temporal
Tendência estável, com aumento em populações com dor crônica.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial sem fonte única identificável
Mecanismo Fisiopatológico
Mecanismos de dor envolvem ativação nociceptiva e sensibilização central.
Fatores de Risco
idade avançada sedentarismo obesidade estresse crônico fatores genéticos transtornos do sono
Fatores de Proteção
atividade física regular boa hidratação sono adequado gerenciamento de estresse
Componente Genético
Influência genética observada em alguns quadros de dor crônica.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor de intensidade variável, localização não fixa, duração persistente.
Sintomas Frequentes
dor latejante
sensibilidade ao toque
rigidez matinal
fadiga
distúrbios do sono
ansiedade
Sinais de Alerta
  • dor súbita intensa sem causa
  • fraqueza súbita
  • fala ou visão alteradas
  • febre persistente
  • perda de função
Evolução Natural
Pode persistir meses a anos sem tratamento específico.
Complicações Possíveis
distúrbios do sono depressão limitação funcional uso prolongado de analgésicos perda de qualidade de vida

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica detalhada e exclusão de causas graves; uso de escalas de dor.
Exames Laboratoriais
hemograma PCR eletrólitos creatinina função hepática
Exames de Imagem
RM local ultrassom se indicado RX quando necessário TC em casos específicos
Diagnóstico Diferencial
  • dor visceral
  • dor neuropática
  • dor musculoesquelética localizada
  • artrite
  • inflamação intestinal
Tempo Médio para Diagnóstico
varia de semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo multidisciplinar visando aliviar dor e manter função.
Modalidades de Tratamento
1 analgesia de baixo risco
2 fisioterapia
3 educação para autocuidado
4 terapias de relaxamento
5 intervenções psicossociais
Especialidades Envolvidas
clínico geral neuro ortopedia fisioterapia psicologia
Tempo de Tratamento
depende do diagnóstico; continuidade comum
Acompanhamento
consultas periódicas de 4-8 semanas; ajuste conforme evolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia; dor crônica pode exigir manejo duradouro.
Fatores de Bom Prognóstico
  • dor moderada controlada
  • engajamento terapêutico
  • atividade física regular
  • bom suporte social
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor persistente
  • comorbidades
  • isolamento social
  • uso inadequado de analgésicos
Qualidade de Vida
impacto na vida diária, sono, trabalho e relacionamento

Prevenção

Prevenção Primária
Postura correta, exercícios, controle de peso, manejo de estresse, tratamento de condições subjacentes
Medidas Preventivas
exercícios de alongamento
higiene postural
controle de peso
sono adequado
gerenciamento do estresse

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior impacto onde acesso a reabilitação é limitado.

Perguntas Frequentes

1 Dor é sempre sinal de doença grave?
Não. Pode ser dor comum sem doença grave; avaliação ajuda explicar.
2 Como tratar dor sem remédios?
Manejo envolve estilo de vida, fisioterapia, relaxamento e orientação médica.
3 Quais exames são necessários?
Depende; clínica pode pedir sangue, imagem e avaliação neurológica.
4 Dói tudo o tempo todo, é inevitável?
Casos persistentes melhoram com tratamento adequado e suporte.
5 Posso conviver com dor no trabalho?
Sim, com ajustes de tarefas, pausas e orientação médica.

Mitos e Verdades

Mito

dor sempre reflete gravidade real.

Verdade

intensidade não define gravidade total.

Mito

analgésico vicia rapidamente.

Verdade

uso consciente sob orientação é seguro.

Mito

exercícios pioram dor.

Verdade

atividade moderada muitas vezes alivia dor.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou clínico; descreva dor, local e duração.
Especialista Indicado
clínico geral, reumatologista ou neurologista
Quando Procurar Emergência
dor súbita intensa com fraqueza, fala ou visão alteradas, febre alta
Linhas de Apoio
136 188 192

CIDs Relacionados

M79.1 G89.4 R52.0 R52.9 M25.50

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.