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r50 cid
CID-10

Febre de origem não especificada

Febre sem etiologia definida

Resumo

Febre é aumento da temperatura corporal; é sintoma, não a doença em si

Identificação

Código Principal
R50
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Febre de origem não especificada
Nome em Inglês
Fever of Unknown Origin
Outros Nomes
Febre de etiologia indeterminada • Febre inespecífica • Febre sem causa • Febre de origem desconhecida • Hipertermia de etiologia incerta
Siglas Comuns
FOI FOO FOI-01

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sinais e sintomas clínicos
Categoria Principal
Sintomas gerais
Subcategoria
Febre
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Presente em inúmeras doenças; não é taxa única
Prevalência no Brasil
Varia com patologia associada; não há cifra única
Faixa Etária Principal
Todas as idades
Distribuição por Sexo
Sem predomínio claro
Grupos de Risco
Infecções respiratórias Imunossupressão Pacientes hospitalizados Idosos Desnutrição
Tendência Temporal
Varia conforme etiologia; tendência geral estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
Etiologia variável; infecção ou inflamação comuns
Mecanismo Fisiopatológico
Pirógenos elevam o set-point hipotalâmico, aumentando a temperatura
Fatores de Risco
Imunossupressão Uso de corticoides Idade extrema Cirurgia recente Hospitlização
Fatores de Proteção
Vacinação completa Higiene adequada Aleitamento materno Treinamento de higiene
Componente Genético
Influência genética é limitada; doença subjacente pode ter herança

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Temperatura elevada acima do normal com mal-estar
Sintomas Frequentes
Calafrios
Sudorese
Dor de cabeça
Fraqueza
Fadiga
Perda de apetite
Sinais de Alerta
  • Dor no peito com febre
  • Dificuldade respiratória
  • Confusão
  • Febre alta em idosos
  • Sinais de sepse
Evolução Natural
Pode durar dias a semanas sem tratamento específico
Complicações Possíveis
Desidratação Desnutrição Convulsões febris Delirium Sepse

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Febre >=38°C em leituras distintas, investigação dirigida
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/CRP VHS Química Culturas de sangue
Exames de Imagem
Rx de tórax Ultrassom abdominal Tomografia conforme necessidade RM quando necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Infecção bacteriana
  • Infecção viral
  • Autoimunidade
  • Neoplasia
  • Toxemia
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas, conforme etiologia

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento orientado pela etiologia; suporte, hidratação, conforto
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentoso
2 Suporte clínico
3 Antitérmicos quando indicado
4 Monitorização
5 Investigação etiológica
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Infectologista Pediatria Pneumologista Imunologia
Tempo de Tratamento
Depende da etiologia
Acompanhamento
Acompanhamento diário durante internação; reavaliação após alta

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com a doença subjacente; febre pode melhorar com manejo
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Tratamento oportuno
  • Resposta clínica
  • Condições estáveis
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diagnóstico tardio
  • Infecção grave
  • Desidratação
  • Complicações
Qualidade de Vida
Impacto moderado; sono e atividades podem ficar afetados

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene, vacinação adequada, evitar exposições desnecessárias
Medidas Preventivas
Higiene das mãos
Vacinação completa
Boas práticas alimentares
Cuidados com imunossupressores
Vacinação infantil segura
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Depende da etiologia; não há cifra única.
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Varia conforme patologia; áreas com maior infecção influenciam

Perguntas Frequentes

1 O que é febre de origem não especificada?
É febre devido a etiologia não determinada de momento; investiga-se a causa.
2 Quando febre pede exames?
Febre alta, persistente ou com sinais de gravidade requer exames.
3 Tomar antibiótico sem orientação é seguro?
Não; antibióticos não ajudam febre viral e podem causar danos.
4 Posso prevenir febre?
Higiene, vacinação e cuidado com infecções reduzem risco.
5 Como manter hidratação?
Beba líquidos, use soluções de reidratação se necessário.

Mitos e Verdades

Mito

febre alta sempre é grave.

Verdade

gravidade depende da doença subjacente.

Mito

antibiótico cura febre sem testar.

Verdade

antibióticos não funcionam para febre viral.

Mito

convulsões são comuns em febre infantil.

Verdade

convulsões febris são raras e geralmente benénias.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Unidade básica de saúde ao primeiro sinal de febre persistente
Especialista Indicado
Clínico geral ou médico de família
Quando Procurar Emergência
Febre alta com dificuldade respiratória, confusão, dor torácica
Linhas de Apoio
Centro de atendimento de saúde Linha de orientação médica

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.