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R07.9 dor torácica
CID-10

Dor torácica inespecífica

Dor no peito

Resumo

Dor no peito tem várias causas; atendimento rápido é crucial para diagnóstico seguro.

Identificação

Código Principal
R07.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor torácica – nomenclatura oficial da OMS para sintoma torácico inespecífico (CID-10 R07.9)
Nome em Inglês
Chest pain
Outros Nomes
Dor torácica • Dor no peito • Dor no tórax • Dor torácica inespecífica • Dor torácica aguda
Siglas Comuns
CP SxCT DOR-PEITO

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sintomas, sinais e achados clínicos
Categoria Principal
Sinais e sintomas torácicos
Subcategoria
Dor torácica inespecífica
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global varia; dor torácica é sintoma comum em várias doenças.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; dor torácica frequente em atendimentos de urgência.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade e idosos.
Distribuição por Sexo
Varia conforme etiologia; sem predomínio fixo entre sexos.
Grupos de Risco
Enfermos com doença cardíaca Tabagismo HAS Diabetes Dislipidemia Sedentarismo
Tendência Temporal
Variável, conforme causas subjacentes; tendência global estável.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem inespecífica da dor torácica, envolvendo cardíaco, pulmonar, músculo-esquelético ou GI.
Mecanismo Fisiopatológico
Mecanismo varia conforme etiologia: isquemia, inflamação, irritação de nervos torácicos ou compressão de estruturas.
Fatores de Risco
Idade avançada HAS Tabagismo Diabetes Dislipidemia Sedentarismo
Fatores de Proteção
Estilo de vida saudável Controle de fatores de risco Parar de fumar Vacinação contra gripe
Componente Genético
Contribuição genética não essencial para dor torácica inespecífica.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no peito, geralmente de início súbito, aperto ou queimação.
Sintomas Frequentes
Dor no peito com irradiação para ombro esquerdo
Piora com esforço
Dispneia
Náusea
Sudorese
Tontura
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa com sudorese
  • Desmaio ou tontura grave
  • Dificuldade respiratória grave
  • Alteração do estado de consciência
  • Dor após trauma intenso
Evolução Natural
Sem tratamento, evolução depende da causa; muitas condições melhoram com manejo adequado
Complicações Possíveis
Infarto do miocárdio Pneumotórax Insuficiência cardíaca Pleurite Dissecção de aorta

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, ECG, marcadores cardíacos e imagem conforme suspeita.
Exames Laboratoriais
Troponina cardíaca Hemograma Gasometria arterial PCR Lipídeos
Exames de Imagem
ECG Radiografia de tórax Ecocardiograma Tomografia se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Infarto agudo do miocárdio
  • Angina instável
  • Pleurite
  • Pneumonia com dor torácica
  • Refluxo gastroesofágico
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme etiologia; diagnóstico rápido em ED com triagem.

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação rápida, alívio da dor, monitorização e encaminhamentos conforme etiologia.
Modalidades de Tratamento
1 Observação clínica
2 Analgesia conforme etiologia
3 Tratamento específico
4 Intervenção quando necessário
5 Reabilitação quando indicado
Especialidades Envolvidas
Clínica geral Cardiologia Pneumologia Gastroenterologia Emergência
Tempo de Tratamento
Varia com gravidade; ajuste conforme causa
Acompanhamento
Consultas de seguimento, controle de fatores de risco, reavaliação de sintomas

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da causa; com diagnóstico precoce, muitos evoluem bem.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Acesso rápido a cuidados
  • Controle de fatores de risco
  • Adesão ao tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • IAM não reconhecido
  • Dissecção de aorta não tratada
  • Insuficiência respiratória
  • Gravidade de trauma torácico
Qualidade de Vida
Varia com a condição; manejo adequado melhora bem-estar e autonomia.

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de risco e estilo de vida saudável.
Medidas Preventivas
Controle de pressão
Parar de fumar
Atividade física
Dieta balanceada
Gestão do estresse
Rastreamento
Avaliação de risco cardiovascular conforme diretrizes

Dados no Brasil

Milhares de internações ao ano, variando pela etiologia.
Internações/Ano
Óbitos dependem da etiologia; cardiacas com maior impacto.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com maior acesso tendem a registrar diagnósticos mais precoces.

Perguntas Frequentes

1 Dor torácica é sempre sinal de infarto?
Não; várias causas são possíveis, desde muscular até refluxo ou ansiedade.
2 Como saber se é emergência?
Dor repentina com suor, desmaio ou dificuldade para respirar exige atendimento imediato.
3 Exames são necessários sempre?
ECG, marcadores cardíacos e raio-X costumam compor a avaliação inicial.
4 Tratamento rápido muda o desfecho?
Sim; reconhecer sinais de gravidade acelera manejo e melhora prognóstico.
5 Posso evitar recidivas?
Controle de fatores de risco e adesão a tratamento reduzem novas crises.

Mitos e Verdades

Mito

dor torácica sempre indica infarto.

Verdade

muitas causas benignas existem, como refluxo ou ansiedade.

Mito

jovens nunca precisam de avaliação cardíaca.

Verdade

etiologias cardíacas podem ocorrer em qualquer idade.

Mito

exames caros são sempre necessários.

Verdade

avaliação clínica orienta exames; não todo caso demanda custos altos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento médico urgente se dor torácica é súbita, intensa ou associada a outros sintomas.
Especialista Indicado
Cardiologista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com desconforto extremo, fala fraca, respiração difícil requer pronto atendimento.
Linhas de Apoio
CVV 188 SAMU 192 Unidades locais

CIDs Relacionados

R07.8 R07.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.