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r 10 cid
CID-10

Dor abdominal inespecífica

Dor de barriga sem explicação

Resumo

Dor abdominal inespecífica: desconforto abdominal sem diagnóstico claro

Identificação

Código Principal
R10
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor abdominal inespecífica
Nome em Inglês
Non-Specific Abdominal Pain
Outros Nomes
dor abdominal não especificada • dor abdominal inespecífica • dor de barriga sem causa • dor abdominal crônica leve • dor abdominal inespecífica não diagnosticada
Siglas Comuns
R10 R10CID DOR-ABDO

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sintomas e sinais
Categoria Principal
Sintomas e sinais
Subcategoria
Dor abdominal inespecífica
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor abdominal inespecífica é comum globalmente, variando por idade.
Prevalência no Brasil
Presente em adultos e crianças; dados oficiais limitados.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; mais frequente em adultos.
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre homens e mulheres.
Grupos de Risco
Gestantes Crianças Idosos Doentes gastrointestinais Uso crônico de NSAIDs
Tendência Temporal
Varia conforme vigilância; tende a estabilidade.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial: gases, inflamação leve, dispepsia.
Mecanismo Fisiopatológico
Dor resulta da estimulação de nociceptores viscerais e inflamação.
Fatores de Risco
estresse mau hábitos alimentares NSAIDs tabagismo álcool sedentarismo
Fatores de Proteção
dieta equilibrada Hidratação atividade física redução do estresse
Componente Genético
Influência fraca ou nula na maioria dos casos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor abdominal ou desconforto na região central
Sintomas Frequentes
dor tipo cólica
distensão abdominal
náusea
vômitos
flatulência
sensação de peso
Sinais de Alerta
  • dor súbita intensa
  • febre alta
  • perda de consciência
  • vômitos com sangue
  • sensibilidade abdominal intensa
Evolução Natural
Pode melhorar com hidratação e alimentação leve; aval. se persistir
Complicações Possíveis
desidratação obstrução intestinal peritonite hemorragia gastrointestinale adhesões

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese, exame físico, exames básicos e evolução clínica
Exames Laboratoriais
Hemograma Eletrólitos Lipase/amilase Creatinina Proteína C reativa
Exames de Imagem
Ultrassom abdominal Radiografia simples Tomografia Endoscopia quando indicada
Diagnóstico Diferencial
  • gastrite
  • úlcera péptica
  • colecistite
  • pancreatite
  • inflamação intestinal
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso a serviços; comum 1-3 dias

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar etiologia, aliviar dor, manter hidratação, orientar dieta
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentos sintomáticos
2 Dieta leve
3 Observação
4 Cirurgia se necessário
5 Reabilitação
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Gastroenterologista Cirurgião Nutricionista Enfermeiro
Tempo de Tratamento
Depende da etiologia; curto a longo prazo
Acompanhamento
Consultas de follow-up em 1-2 semanas

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com a causa; geralmente bom com manejo adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Dor gasosa controlável
  • Sem febre
  • Sem sinais de peritonite
  • Responde a hidratação
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor súbita grave
  • febre alta persistente
  • Sinais de peritonite
  • Desidratação severa
Qualidade de Vida
Pode melhorar com tratamento adequado e orientação

Prevenção

Prevenção Primária
Alimentação saudável, hidratação, evitar álcool em excesso
Medidas Preventivas
Hábito alimentar saudável
Hidratação
Atividade física
Ignorar tabaco
Gestão do estresse
Rastreamento
Não há rastreamento geral; depende de suspeita clínica

Dados no Brasil

Varia por ano; média baixa para dor inespecífica
Internações/Ano
Poucos óbitos diretos ligados a dor inespecífica
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais atendimentos em capitais e grandes regiões

Perguntas Frequentes

1 Qual a principal causa de dor abdominal?
Pode ser gas, indigestão ou dor inespecífica; varia.
2 Quando buscar atendimento imediato?
Dor súbita forte com febre ou desidratação requer avaliação.
3 Como é feito o diagnóstico?
História, exame e exames simples guiam o diagnóstico.
4 É possível prevenir dor abdominal?
Hábitos saudáveis reduzem o risco; não elimina tudo.
5 O que fazer no dia a dia?
Hidrate-se, alimente-se bem, procure orientação se piorar.

Mitos e Verdades

Mito

Dores leves nunca indicam doença grave

Verdade

Nem toda dor leve é sinal de gravidade; avaliação necessária

Mito

Dieta rígida cura tudo

Verdade

Necessita equilíbrio alimentar e avaliação clínica

Mito

Remédios caseiros são sempre seguros

Verdade

Alguns tratamentos sem orientação podem piorar

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Unidade de saúde próxima; procure se piora
Especialista Indicado
Clínico geral ou gastroenterologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, febre alta, vômitos ou sangramento
Linhas de Apoio
0800-123-4567 SUS central Disque Saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.