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Q38.0
CID-10

Anquiloglossia (língua presa)

língua presa

Resumo

Anquiloglossia é freio lingual curto que pode atrapalhar alimentação e fala; avaliação médica pode indicar cirurgia

Identificação

Código Principal
Q38.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Anquiloglossia congênita
Nome em Inglês
Ankyloglossia
Outros Nomes
língua presa • anquiloglossia • frenio curto • freio lingual curto • lingua curta congênita
Siglas Comuns
AGL ANK

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVII - Anomalias congênitas
Categoria Principal
Anomalias da cabeça e pescoço
Subcategoria
Anquiloglossia
Tipo de Condição
doenca
Natureza
congenita
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; muitos casos leves passam despercebidos.
Prevalência no Brasil
null
Faixa Etária Principal
recém-nascidos
Distribuição por Sexo
dados limitados; sem predomínio claro
Grupos de Risco
amamentação inicial difícil diagnóstico tardio acesso limitado a serviços baixo uso de fonoaudiologia
Tendência Temporal
estável; diagnóstico ampliado com triagem neonatal

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fatores embrionários: encurtamento do freio lingual no desenvolvimento fetal
Mecanismo Fisiopatológico
freio lingual curto limita elevação e protrusão da língua
Fatores de Risco
amamentação inicial difícil parto prolongado fatores genéticos raros
Fatores de Proteção
amamentação adequada acesso precoce a fonoaudiologia
Componente Genético
predisposição rara, geralmente esporádica

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dificuldade de elevação da ponta da língua
Sintomas Frequentes
amamentação difícil
mobilidade reduzida da língua
fala com articulação dificultada
Sinais de Alerta
  • dificuldade respiratória ao amamentar
  • dor intensa
  • sangramento
Evolução Natural
Sem intervenção, impacto varia; monitoramento é importante
Complicações Possíveis
dificuldade de amamentação prolongada problemas de fala na infância maloclusão dentária higiene oral comprometida

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica do freio e mobilidade; presença de restrição
Exames Laboratoriais
nenhum exame laboratorial específico
Exames de Imagem
não requer imagem de rotina
Diagnóstico Diferencial
  • outras causas de freio curto
  • distúrbios de fala congênitos
  • anormalidades do palato
Tempo Médio para Diagnóstico
varia com acesso aos serviços

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar necessidade funcional; correção quando houver impacto
Modalidades de Tratamento
1 observação
2 frenotomia
3 frenuloplastia
4 treinamento de fala
5 terapia de deglutição
Especialidades Envolvidas
Pediatria Otorrinolaringologia Pediatria do Desenvolvimento Fonoaudiologia
Tempo de Tratamento
varia conforme intervenção
Acompanhamento
4-6 semanas de retorno; avaliações de amamentação e fala

Prognóstico

Prognóstico Geral
bom com tratamento adequado; melhoria funcional
Fatores de Bom Prognóstico
  • intervenção precoce
  • boa adesão ao tratamento
  • boa alimentação após cirurgia
Fatores de Mau Prognóstico
  • diagnóstico tardio
  • associações genéticas
Qualidade de Vida
melhora significativa na alimentação e comunicação

Prevenção

Prevenção Primária
não é prevenível; detecção precoce reduz impacto
Medidas Preventivas
triagem neonatal de freio lingual
orientação a cuidadores
Rastreamento