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ptose palpebral cid
CID-10

Ptose Palpebral

Pálpebra caída

Resumo

Queda da pálpebra superior; cirurgia pode restabelecer visão de campo.

Identificação

Código Principal
H02.4
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Ptose palpebral
Nome em Inglês
Ptosis of eyelid
Outros Nomes
Ptose palpebral • Pálpebra caida • Queda palpebral • Ptose ocular
Siglas Comuns
H02.4 PP PTP

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Doenças do olho e anexos
Categoria Principal
Doenças do olho e anexos
Subcategoria
Ptose palpebral
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global baixa; varia por etiologia e idade.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; estudos indicam subdiagnóstico em algumas regiões.
Faixa Etária Principal
Neonatos com congênita; adultos com adquirida
Distribuição por Sexo
Proporção similar entre sexos; leve predomínio em adultos.
Grupos de Risco
Condição congênita familiar Envelhecimento Trauma ocular Doenças neuromusculares Diabetes
Tendência Temporal
Tendência estável em geral; avanços cirúrgicos melhoram resultado.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Degeneração do elevador da pálpebra ou lesão do nervo oculomotor.
Mecanismo Fisiopatológico
Defeito do elevador da pálpebra, frouxidão de sustentação e possível envolvimento neuromuscular.
Fatores de Risco
Envelhecimento Trauma ocular Diabetes Doenças neuromusculares Heredade Cirurgia ocular previa
Fatores de Proteção
Tratamento precoce de doenças Controle metabólico Prevenção de trauma ocular Reabilitação precoce
Componente Genético
Pode ocorrer como congênita com herança autossômica ou dominante; variante rara.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Queda visível da pálpebra superior, que pode reduzir o campo visual.
Sintomas Frequentes
Redução do campo de visão superior
Assimetria palpebral
Fadiga ocular
Dificuldade ao acordar
Visão reduzida em posição lateral
Aparência estética dissociada
Sinais de Alerta
  • Dor súbita com ptose pode indicar neuropatia grave
  • Perda súbita de visão
  • Fraqueza facial progressiva
  • Fala arrastada ou queda de membro
Evolução Natural
Sem tratamento, queda pode permanecer estável ou progredir conforme etiologia.
Complicações Possíveis
Redução do campo visual Assimetria permanente Problemas estéticos Fadiga ocular Sofrimento psicossocial

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame clínico com teste de elevação da pálpebra e avaliação de elevador.
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Anticorpos MG Creatina quinase Autoanticorpos neuromusculares
Exames de Imagem
RM orbitopalpebral Tomografia orbital Ultrassom ocular RM de nervo óptico
Diagnóstico Diferencial
  • Miastenia gravis
  • Paralisia de III nervo
  • Dermatochalase
  • Ptose por envelhecimento
  • Blefaroptose congênita
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia pela etiologia; congênita geralmente precoce.

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar função elevador; corrigir com cirurgia quando beneficia o campo visual.
Modalidades de Tratamento
1 Cirurgia de ptose
2 Tratamento de causas neuromusculares
3 Correção estética
4 Órteses palpebrais
5 Terapia de neuro-neuromuscular
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Neurologia Cirurgia Plástica Ocular Fisioterapia Ocular Reabilitação Visual
Tempo de Tratamento
Varia conforme etiologia; cirurgia muitas vezes única.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 6-12 meses; ajuste conforme evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varía; cirurgia bem indicada pode restaurar campo visual.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Detecção precoce
  • Cirurgia adequada
  • Controle de doenças
  • Acompanhamento fiel
Fatores de Mau Prognóstico
  • Neurodegeneração grave
  • Diagnóstico tardio
  • Recidiva cirúrgica
  • Desordens neuromusculares avançadas
Qualidade de Vida
Melhora significativa com intervenção; campo visual ampliado e bem-estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Não há forma única; evitar trauma ocular e tratar doenças neuromusculares precocemente.
Medidas Preventivas
Proteção ocular
Controle de doenças
Avaliações oftalmológicas regulares
Tratar doenças neuromusculares
Atenção a sinais visuais
Rastreamento
Exames de visão periódicos para detecção precoce de alterações

Dados no Brasil

Poucas internações diretas; cirurgias ambulatoriais comuns.
Internações/Ano
Mortalidade muito baixa; relacionada a condições associadas.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição ampla, com maior detecção onde há acesso.

Perguntas Frequentes

1 Ptose afeta a visão?
Pode reduzir o campo de visão superior, especialmente em casos moderados a graves.
2 Causas da ptose congênita?
Falha no desenvolvimento do elevador da pálpebra ou nervo oculomotor.
3 Como é o diagnóstico?
História clínica, exame ocular e, se necessário, exames de imagem.
4 É possível tratar sem cirurgia?
Casos leves e determinadas etiologias exigem manejo médico; cirurgia é comum para funcionalidade.
5 Como prevenir recidiva?
Acompanhamento adequado e tratamento da etiologia reduzem recidivas.

Mitos e Verdades

Mito

ptose é apenas estética

Verdade

pode comprometer o campo visual; diagnóstico precoce ajuda.

Mito

cirurgia é sempre necessária

Verdade

Nem sempre; a etiologia guia o tratamento.

Mito

ocorre apenas em idosos

Verdade

Pode aparecer em qualquer idade, inclusive na infância.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Consulte oftalmologista para avaliação inicial e orientação
Especialista Indicado
Oftalmologista com experiência em ptose circundante
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com ptose ou queda de visão demanda atendimento
Linhas de Apoio
0800-000-0000 0800-111-2222 SUS central de atendimento

CIDs Relacionados

H02.4 H02.40 H02.41 H02.49 H54.7

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.