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parestesias cid
CID-10

Parestesia periférica

formigamento, dormência, sensações anormais

Resumo

sensação anormal de toque ou dormência; procure médico se durar

Identificação

Código Principal
R52
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Parestesia periférica, sensação anormal de formigamento, dormência ou queimação
Nome em Inglês
Peripheral paresthesia
Outros Nomes
formigamento • parestesia • dormência • disestesia • sensação de agulhas
Siglas Comuns
PNS NNI Parest

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Sintomas neurológicos
Subcategoria
Parestesia e hiperestesia
Tipo de Condição
sindrome
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; parestesia comum em neuropatias
Prevalência no Brasil
Dados limitados; neuropatias associadas a diabetes
Faixa Etária Principal
Adultos
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre sexos
Grupos de Risco
diabetes mellitus alcoolismo deficiência de B12 neuropatias hereditárias trauma nervoso
Tendência Temporal
estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
Dano ou disfunção do SN periférico, comum em neuropatias diabéticas
Mecanismo Fisiopatológico
danos axonais, desmielinização ou compressão neural, alterando sinais sensoriais
Fatores de Risco
diabetes hiperglicemia deficiência de B12 trauma nervoso alcoolismo polineuropatia hereditária
Fatores de Proteção
controle glicêmico nutrição balanceada evitar álcool excessivo fisioterapia regular
Componente Genético
pequeno papel em quadros familiares; avalie história

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
sensação de formigamento, dormência ou picadas de agulha
Sintomas Frequentes
formigamento em extremidades
dormência progressiva
queimação noturna
sensibilidade ao toque
alteração da sensibilidade térmica
dor neuropática leve
Sinais de Alerta
  • dor súbita grave
  • fraqueza súbita de membros
  • dificuldade de fala
  • perda de equilíbrio
  • queda repentina
Evolução Natural
sem tratamento pode progredir ou permanecer estável conforme a causa
Complicações Possíveis
lesões por insensibilidade queda de equilíbrio úlcera por neuropatia dor crônica limitacao funcional

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história detalhada, exame neurológico, exclusão de causas sistêmicas
Exames Laboratoriais
glicose hemograma vitamina B12 função renal lipidograma
Exames de Imagem
RM de nervos periféricos RM encefalo/sistema nervoso ultrassom de nervos
Diagnóstico Diferencial
  • neuropatia diabética
  • deficiência de B12
  • esclerose múltipla
  • compressão nervosa
  • polineuropatia alcoólica
Tempo Médio para Diagnóstico
varia com etiologia; pode levar semanas

Tratamento

Abordagem Geral
tratar a causa subjacente, aliviar dor e proteger membros
Modalidades de Tratamento
1 controle etiológico
2 fisioterapia
3 analgesia neuropática
4 suplementação vitamínica
5 cirurgia quando indicado
Especialidades Envolvidas
Neurologia Clínica Geral Endocrinologia Fisiatria Nutrição
Tempo de Tratamento
depende da etiologia; meses podem ser necessários
Acompanhamento
consultas periódicas a cada 3-6 meses

Prognóstico

Prognóstico Geral
com manejo adequado, quadro estável; progressão variável
Fatores de Bom Prognóstico
  • controle metabólico
  • boa nutrição
  • inicio precoce do tratamento
  • ausência de inflamação sistêmica
Fatores de Mau Prognóstico
  • hiperglicemia persistente
  • parestesia dolorosa intensa
  • idade avançada
  • comorbidades
Qualidade de Vida
impacto na vida diária, mas melhoria com manejo

Prevenção

Prevenção Primária
controle de fatores de risco e estilo de vida saudável
Medidas Preventivas
controle glicêmico
nutrição balanceada
exercício regular
proteger membros
evitar toxinas
Rastreamento
exames de rotina para neuropatia em risco

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
maior em regiões com diabetes

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam parestesia?
formigamento, dormência, sensação de agulha; procure avaliação se persistente.
2 Parestesia é sempre grave?
nem sempre; pode ocorrer com condições tratáveis.
3 Como confirmar diagnóstico?
história, exame neurológico e exames objetivos ajudam; avaliação médica.
4 Pode prevenir parestesia?
controles de risco e estilo de vida reduzem occorrência.
5 Preciso de tratamento contínuo?
depende da causa; muitos casos melhoram com manejo adequado.

Mitos e Verdades

Mito

mito: parestesia sempre indica câncer

Verdade

verdade: causa comum é neuropatia ou deficiência nutricional

Mito

mito: só idosos ficam com parestesia

Verdade

verdade: jovens também podem ter por causas tratáveis

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
unidade básica de saúde ou clínica especializada
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
dor súbita com fraqueza, fala confusa ou paralisia
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 CAPS 0800 SUS 0800 642 1511

CIDs Relacionados

R52.9 G54.9 M79.2 G63.9 R20.3

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.