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parestesia cid
CID-10

Parestesia periférica

Formigamento e dormência

Resumo

Parestesia é formigamento, dormência ou ardor por nervos alterados

Identificação

Código Principal
R20.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Parestesia, sensação anormal de formigamento, dormência ou ardor por alterações nervosas periféricas
Nome em Inglês
Paresthesia
Outros Nomes
Formigamento • Dormência • Sensação anormal de toque • Parestesia sensorial • Disfunção sensorial
Siglas Comuns
PSE PRST PAREST

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do Sistema Nervoso
Categoria Principal
Distúrbios sensoriais e nervos periféricos
Subcategoria
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Aparece com base na condição; não há taxa única para parestesia.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; depende de neuropatias subjacentes.
Faixa Etária Principal
Adultos, especialmente idosos com neuropatias
Distribuição por Sexo
Varia conforme etiologia; sem predomínio único
Grupos de Risco
Diabetes mellitus Deficiência de vitamina B12 Alcoolismo Doenças autoimunes nervosas Traumas nervosos
Tendência Temporal
Varia com tratamento das causas; tendência geral de estabilização com manejo

Etiologia e Causas

Causa Principal
Danos ou disfunção de nervos periféricos por trauma, compressão, inflamação ou desmielinização
Mecanismo Fisiopatológico
Dano ou disfunção na condução nervosa com sinais sensoriais anormais
Fatores de Risco
Diabetes Deficiência de B12 Alcoolismo Doenças autoimunes Trauma nervoso Idade avançada
Fatores de Proteção
Controle glicêmico Suplementação de B12 se déficit Nutrição balanceada Proteção nervosa
Componente Genético
Neuropatias hereditárias elevam risco em algumas famílias

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Formigamento, dormência ou ardor em áreas afetadas
Sintomas Frequentes
Formigamento nas extremidades
Dormência progressiva
Dor neuropática intermitente
Hiperestesia em áreas sensitivas
Percepção de calor na pele
Queimação noturna
Sinais de Alerta
  • Fraqueza súbita com déficit neurológico
  • Dor intensa súbita com febre
  • Perda de fala ou visão repentina
  • Defeitos graves de coordenação
  • Dor extrema sem razão
Evolução Natural
Pode permanecer estável com manejo etiológico; pode progredir sem tratamento
Complicações Possíveis
Dor crônica Perda de sensibilidade permanente Lesões por não percepção Queda de equilíbrio Infecções de pele

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica detalhada, exame neurológico e exclusão de causas graves com exames direcionados
Exames Laboratoriais
Hemograma Vitamina B12 Glicemia Perfil metabólico TSH
Exames de Imagem
Ressonância magnética Ultrassom de nervo periférico Tomografia em situações específicas
Diagnóstico Diferencial
  • Neuropatia diabética
  • Esclerose múltipla
  • Deficiência de B12
  • Fibromialgia
  • Fibro-neuropatia
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses, conforme etiologia

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar a causa e manejar o sintoma com impacto na função
Modalidades de Tratamento
1 Tratamento da causa
2 Terapia para dor neuropática
3 Fisioterapia
4 Reabilitação
5 Cirurgia apenas em casos específicos
Especialidades Envolvidas
Neurologia Clínica Geral Endocrinologia Fisiatria Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Depende da etiologia; meses a anos
Acompanhamento
Consultas periódicas para monitorar evolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com a base; parestesia isolada costuma ter bom prognosis com manejo
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Controle da doença de base
  • Adesão ao plano
  • Ausência de progressão
Fatores de Mau Prognóstico
  • Doença grave subjacente
  • Descontrole metabólico
  • Neuropatias hereditárias avançadas
  • Infecção crônica
Qualidade de Vida
Dor ou limitações podem reduzir bem-estar; manejo adequado melhora

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de risco e evita lesões nervosas
Medidas Preventivas
Controle glicêmico
Suplementação de B12 se déficit
Evitar toxinas
Exercícios regulares
Nutrição adequada

Dados no Brasil

Varia conforme doença de base; números não fixos
Internações/Ano
Dependem da etiologia; parestesia isolada não eleva mortalidade
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Desigual; concentra-se onde há doenças primárias

Perguntas Frequentes

1 Parestesia pode indicar doença grave?
Possibilidades variam; avaliação médica define risco real
2 Como confirmar diagnóstico?
História, exame neurológico e exames laboratoriais/imagem
3 Precisa de exames de imagem?
Nem sempre; depende da suspeita clínica e gravidade
4 É possível evitar parestesia?
Controle de doenças e hábitos saudáveis reduzem risco
5 Qual é o prognóstico típico?
Varia; parestesia isolada pode ter bom prognóstico com manejo

Mitos e Verdades

Mito

parestesia sempre indica doença grave

Verdade

há causas leves e graves; avaliação necessária

Mito

afeta apenas idosos

Verdade

jovens também podem apresentar, conforme etiologia

Mito

vitaminas curam tudo

Verdade

corrigem déficit específico; não substituem tratamento da base

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro, procure clínica geral ou neurologia para avaliação
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Fraqueza súbita, fala ou visão prejudicada, procure atendimento imediato
Linhas de Apoio
SUS 136 Central de Saúde 0800-000-000 Disque 188

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.