Osteopenia
Baixa densidade óssea
Resumo
Osteopenia é densidade óssea baixa, não fratura; mantenha cálcio, vitamina D e exercícios.
Identificação
- Código Principal
- M85.8
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Osteopenia, densidade óssea baixa sem fraturas
- Nome em Inglês
- Osteopenia
- Outros Nomes
- osteopenia • densidade óssea reduzida • baixa massa óssea • osteopenia óssea • decréscimo mineral ósseo
- Siglas Comuns
- OP OPE OsteP
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XI - Doenças do sistema osteomuscular
- Categoria Principal
- Doenças ósseas e metabólicas
- Subcategoria
- Metabolismo ósseo e densidade mineral
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- leve
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Estimativas globais indicam osteopenia em 25-40% de adultos idosos.
- Prevalência no Brasil
- No Brasil, estima-se prevalência elevada em idosos 50+, com variações regionais.
- Faixa Etária Principal
- Mulheres 50-70 anos; homens acima de 60
- Distribuição por Sexo
- Predomínio feminino, ~2:1 a 3:1
- Grupos de Risco
- Idosas dieta pobre em cálcio deficiência de vitamina D sedentarismo uso prolongado de corticosteroides
- Tendência Temporal
- Tendência crescente com envelhecimento populacional; vigilância necessária.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Baixa densidade óssea por desequilíbrio entre formação e reabsorção óssea, com envelhecimento.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Desequilíbrio entre osteoblastos e osteoclastos reduz a formação óssea, elevando fragilidade.
- Fatores de Risco
- idade avançada menopausa baixo peso uso prolongado de corticosteroides dieta deficiente exposição solar baixa
- Fatores de Proteção
- exposição adequada ao sol dieta rica em cálcio atividade física vitamina D suficiente
- Componente Genético
- Hereditariedade modula densidade óssea; herança não determina destino.
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor discreta ou ausente; encontrada geralmente pela densitometria.
- Sintomas Frequentes
-
dor óssea levefracturas por esforçoperda de altura gradualpostura curvadador nas costasredução de mobilidade
- Sinais de Alerta
-
- fraturas frequentes com mínimo trauma
- dor persistente na coluna
- perda rápida de altura
- deformidade da coluna vertebral
- dor que não melhora com repouso
- Evolução Natural
- Progride lentamente sem tratamento, com piora da densidade óssea e aumento do risco de fraturas.
- Complicações Possíveis
- fraturas vertebrais fraturas de quadril deformidade da coluna redução da mobilidade dor crônica
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Densitometria com T-score entre -1,0 e -2,5; avaliação clínica de risco.
- Exames Laboratoriais
- hemograma completo calcio sérico fosforo vitamina D PTH
- Exames de Imagem
- densitometria DXA radiografia de coluna RM TC
- Diagnóstico Diferencial
-
- osteoporose
- osteomalacia
- deficiência de vitamina D
- artrite degenerativa
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Meses a anos, dependendo de rastreamento e acesso a DXA.
Tratamento
- Abordagem Geral
- Ênfase em estilo de vida, cálcio e vitamina D, exercícios e prevenção de quedas.
- Modalidades de Tratamento
-
1 intervenções não farmacológicas2 suplementação conforme deficiência3 exercícios de força e equilíbrio4 reabilitação de quedas5 monitoramento de densidade óssea
- Especialidades Envolvidas
- Endocrinologia Geriatria Ortopedia Nutrição Fisioterapia
- Tempo de Tratamento
- Duração contínua com reavaliação anual
- Acompanhamento
- Consultas anuais e densitometria a cada 1-2 anos, conforme risco.
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Geralmente estável com manejo adequado; fraturas são o principal evento adverso.
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- atividade física
- dieta rica em cálcio
- vitamina D suficiente
- controle de quedas
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- fraturas prévias
- idade avançada
- baixa massa muscular
- deficiência de vitamina D
- Qualidade de Vida
- Impacto variável; manter mobilidade com intervenção reduz impacto negativo.
Prevenção
- Prevenção Primária
- Manter cálcio e vitamina D, prática de atividades físicas e prevenção de quedas.
- Medidas Preventivas
-
exposição solar moderadadieta rica em cálciosuplementação conforme necessidadeatividade física regularprevenção de quedas
- Rastreamento
- DXA em mulheres a partir de 50 anos e homens a partir de 70, repetição conforme risco.
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
apenas idosos ficam com osteopenia.
idade, hormônios e estilo de vida influenciam.
mais cálcio sempre cura.
equilíbrio vitamina D e cálcio é essencial.
dieta resolve tudo.
prática de exercícios também é crucial.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure médico de confiança; procure serviço público ou privado.
- Especialista Indicado
- Endocrinologista ou Geriatra
- Quando Procurar Emergência
- Fratura após queda, dor aguda forte, imobilidade.
- Linhas de Apoio
- Linha de saúde 136 SUS central
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Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.