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N85
CID-10

Distúrbios não inflamatórios do útero

Distúrbios uterinos não inflamatórios

Resumo

Distúrbios uterinos não inflamatórios afetam fluxo, dor e fertilidade.

Identificação

Código Principal
N85
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Noninflammatory diseases of uterus
Nome em Inglês
Noninflammatory uterine disorders
Outros Nomes
Distúrbios do útero não inflamatórios • Distúrbio uterino não inflamatório • Distúrbios não inflamatórios uterinos • Distúrbios uterinos não inflamatórios

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIV - Doenças do sistema geniturinário
Categoria Principal
Doenças do útero
Subcategoria
Distúrbios não inflamatórios
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; grupo heterogêneo e pouco comum
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; estimativas irregulares
Faixa Etária Principal
Adultas em idade fértil
Distribuição por Sexo
Predominância feminina
Grupos de Risco
mulheres em idade fértil distúrbios hormonais cirurgia uterina prévia histórico familiar desequilíbrio hormonal
Tendência Temporal
Varia com acesso a diagnóstico; dados limitados

Etiologia e Causas

Causa Principal
Condições estruturais ou hormonais não inflamatórias
Mecanismo Fisiopatológico
alterações do tônus uterino, fibrose leve e alterações de suporte
Fatores de Risco
idade distúrbios hormonais cirurgia uterina prévia gestação anterior histórico familiar uso hormonal prolongado
Fatores de Proteção
controle hormonal monitoramento regular estilo de vida saudável peso adequado
Componente Genético
contribuição genética provável em subtipos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fluxo irregular ou dor pélvica
Sintomas Frequentes
menorragia
dor pélvica
dispareunia
infertilidade
distensão abdominal
sensação de peso
Sinais de Alerta
  • dor abdominal súbita
  • hemorragia intensa
  • febre alta
  • sinais de infecção
  • queda de pressão
Evolução Natural
sem tratamento pode progredir lentamente
Complicações Possíveis
infertilidade dor crônica anemia alterações menstruais permanentes

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história clínica, imagem e exclusão de inflamação
Exames Laboratoriais
hemograma perfil hormonal teste de gravidez marcadores inflamatórios hormônios
Exames de Imagem
ultrassom transvaginal RM pélvica histeroscopia histerossalpingografia
Diagnóstico Diferencial
  • miomatose
  • distúrbios endometriais
  • endometriose
  • pólipos uterinos
  • câncer de endométrio
Tempo Médio para Diagnóstico
varia com acesso aos serviços

Tratamento

Abordagem Geral
manejo baseado em sintomas, buscando qualidade de vida
Modalidades de Tratamento
1 terapia hormonal
2 cirurgia conservadora
3 cirurgia reparadora
4 reabilitação pélvica
5 controle de sintomas
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Radiologia Patologia Endocrinologia Fisioterapia
Tempo de Tratamento
varia conforme etiologia; semanas a meses
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 6-12 meses

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável, depende da etiologia e resposta ao tratamento
Fatores de Bom Prognóstico
  • diagnóstico precoce
  • controle hormonal estável
  • boa resposta
  • apoio social
Fatores de Mau Prognóstico
  • diagnóstico tardio
  • cicatrizes extensas
  • comorbidades
  • falta de adesão
Qualidade de Vida
boa a moderada com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
equilibrar hormônios e evitar procedimentos desnecessários
Medidas Preventivas
controle hormonal
acompanhar regularmente
peso adequado
evitar cirurgia desnecessária
vacinação adequada

Dados no Brasil

Estimativas nacionais inconsistentes
Internações/Ano
Distribuição Regional
Maiores taxas onde há acesso à saúde

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas comuns?
Fluxo irregular, dor pélvica e desconforto aparecem entre ciclos.
2 É curável?
Depende da causa; alguns distúrbios são gerenciáveis com tratamento.
3 Como é o diagnóstico?
Avaliação clínica, exames de imagem e exclusão de inflamação.
4 Precisa cirurgia?
Nem sempre; pode haver manejo hormonal ou cirurgias conservadoras.
5 Como prevenir?
Acompanhamento médico, controle hormonal e estilo de vida saudável.

Mitos e Verdades

Mito

dieta cura distúrbios não inflamatórios.

Verdade

Alimentação ajuda, não substitui tratamento médico.

Mito

dor indica gravidade.

Verdade

Dor não determina gravidade; investigação é essencial.

Mito

cirurgia é sempre necessária.

Verdade

Casos leves podem ter manejo hormonal ou observação.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ginecologista ou clínico para avaliação
Especialista Indicado
Ginecologista especialista em doenças do útero
Quando Procurar Emergência
Dor severa com sangramento intenso ou febre alta
Linhas de Apoio
SUS 136 Disque-Saúde 0800-611-9911 Centro de apoio local

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.