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N81
CID-10

Prolapso vaginal

queda vaginal

Resumo

Prolapso vaginal: queda de órgãos da pelve, tratável com exercícios, pessário ou cirurgia

Identificação

Código Principal
N81
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Prolapso vaginal
Nome em Inglês
Vaginal prolapse
Outros Nomes
Prolapso de vagina • queda vaginal • prolapso vaginal completo • descida vaginal • prolapso
Siglas Comuns
PV ProlapsoVag N81

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVI - Doenças do sistema geniturinário
Categoria Principal
Doenças do aparelho geniturinário
Subcategoria
Prolapso vaginal
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; prevalência aumenta com idade, especialmente no pós-menopausa.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; prevalência maior entre mulheres idosas e com paridade alta.
Faixa Etária Principal
Mulheres acima de 50 anos
Distribuição por Sexo
Predominantemente feminino
Grupos de Risco
Idosas multiparidade obesidade constipação hipotonia pélvica
Tendência Temporal
Tende a aumentar com envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fraqueza do assoalho pélvico com descida de estruturas pélvicas
Mecanismo Fisiopatológico
Desgaste do suporte pélvico com deslizamento gradual da parede vaginal
Fatores de Risco
Multiparidade Partos vaginal Obesidade Tosse crônica História de cirurgia pélvica Hipotonia muscular
Fatores de Proteção
Treinamento do assoalho pélvico Peso saudável Fibra na dieta Gestão de tosse
Componente Genético
Predisposição familiar em algumas mulheres

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Sensação de prolapso, peso ou bulging na vagina
Sintomas Frequentes
Descida visível
Pressão pélvica
Dor durante relação sexual
Incontinência urinária
Constipação
Sensação de peso ao ficar de pé
Sinais de Alerta
  • Dor súbita com febre
  • Prolapso irreversível
  • Dor abdominal intensa
  • Hemorragia
  • Perda de função urinária aguda
Evolução Natural
Sem tratamento tende a progredir; gravidade aumenta com idade e esforço
Complicações Possíveis
Dor crônica Disfunção sexual Incontinência urinária Infecção urinária Ulceração na vagina

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame pélvico e avaliação da anatomia; diagnóstico clínico com toque
Exames Laboratoriais
Hemograma Urina Função renal Perfil metabólico Teste de gravidez
Exames de Imagem
Ultrassom pélvico RM pélvica Cistouretrografia Urografia excretora
Diagnóstico Diferencial
  • Prolapso uterino
  • Hérnia abdominopélvica
  • Tumor pélvico
  • Distúrbios do assoalho
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; pode levar semanas a meses conforme acesso

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação multidisciplinar com foco em função; exercícios pélvicos; manejo de sintomas
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia pélvica
2 Pessary vaginal
3 Reparo cirúrgico
4 Colpopexia
5 Terapia hormonal quando indicado
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Uroginecologia Fisioterapia Cirurgia Geriatria
Tempo de Tratamento
Conservador por semanas a meses; cirurgia quando indicada
Acompanhamento
Consultas regulares para ajuste de tratamento e sintomas

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com tratamento adequado; progressão reduzida
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Gravidade leve
  • Funcionalidade preservada
  • Ausência de comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • Gravidade avançada
  • Diagnóstico tardio
  • Comorbidades
  • Descontinuação do tratamento
Qualidade de Vida
Pode melhorar muito com manejo adequado; saúde e bem-estar aumentam

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável, treino do assoalho pélvico, evitar tosse crônica
Medidas Preventivas
Treino de piso
Peso estável
Evitar esforço
Gestão de tosse
Fibra na dieta

Dados no Brasil

Centenas a milhares, conforme gravidade
Internações/Ano
Baixos; não costuma causar morte direta
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais ocorrências no Sudeste e Sul com envelhecimento regional

Perguntas Frequentes

1 É raro precisar cirurgia?
Não; pode haver tratamento conservador
2 Pode ocorrer em jovens?
Sim; não é exclusivo de idosas
3 Como confirmar diagnóstico?
História, toque e exames
4 Prevenção simples?
Exercícios, peso estável, evacuação regular
5 Tempo de recuperação?
Varia com tratamento; orientação médica

Mitos e Verdades

Mito

Cirurgia sempre necessária

Verdade

Tratamento conservador é comum

Mito

Pessário sempre causa infecção

Verdade

Pode ser bem tolerado com higiene adequada

Mito

Prolapso sempre grave

Verdade

Nível de gravidade varia; tratamento adequado ajuda

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ginecologista ou uroginecologista; rede SUS ou privada
Especialista Indicado
Ginecologista/Uroginecologista
Quando Procurar Emergência
Dor aguda, sangramento forte ou desmaio; procure pronto atendimento
Linhas de Apoio
0800-123-4567 Disque-Saúde Central de apoio local

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.