contato@nztbr.com
metrorragia cid
CID-10

Metrorragia

Sangramento entre menstruações

Resumo

Sangramento entre ciclos; causas variam; diagnóstico envolve exames

Identificação

Código Principal
N92.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Metrorragia: sangramento entre ciclos, conforme OMS
Nome em Inglês
Metrorrhagia
Outros Nomes
Sangramento entre menstruações • Hemorragia entre ciclos • Sangramento intermenstrual • Sangramento vaginal entre ciclos • Sangramento fora do período menstrual
Siglas Comuns
N92.0 CID-10 CID10

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças do sistema reprodutivo feminino
Categoria Principal
Hemorragias genitais femininas
Subcategoria
Metrorragia
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Globais variam pela etiologia; comum em distúrbios menstruais
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; varia com idade e comorbidades
Faixa Etária Principal
Adultas em idade reprodutiva
Distribuição por Sexo
Mulheres com função reprodutiva
Grupos de Risco
Distúrbios menstruais Miomas Polipos endometriais Coagulopatias Tireoide
Tendência Temporal
Melhor diagnóstico reduz recorrência, varía conforme causas

Etiologia e Causas

Causa Principal
Alterações endometriais, miomas, pólipos, ou alterações hormonais
Mecanismo Fisiopatológico
Variação hormonal e alterações endometriais promovem sangramento entre ciclos
Fatores de Risco
Contraceptivos hormonais Disfunção hormonal Miomas Idade reprodutiva Coagulopatias Tireoide
Fatores de Proteção
Gestão hormonal estável Tratamento adequado de causas Correção de anemia Acompanhamento regular
Componente Genético
Predisposição em algumas síndromes; geralmente multifatorial

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Sangramento entre ciclos, leve a moderado, por tempo variável
Sintomas Frequentes
Fluxo irregular entre ciclos
Intensidade variável
Dor abdominal leve
Fadiga por anemia
Hb baixa se crônica
Peso pélvico
Sinais de Alerta
  • Dor pélvica súbita
  • Sangramento que não cessa
  • Tontura ou desmaio
  • Febre sem causa
  • Sinais de choque
Evolução Natural
Sem tratamento pode progredir com anemia; manejo adequado reduz riscos
Complicações Possíveis
Anemia crônica Ferropenia Infertilidade temporária Coagulopatia grave

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História detalhada, exame pélvico e confirmação com exames
Exames Laboratoriais
Hemograma completo Beta-HCG Ferritina TSH Coagulograma
Exames de Imagem
Ultrassom transvaginal Ecografia pélvica Ressonância apenas se indicado Histeroscopia
Diagnóstico Diferencial
  • Gravidez
  • Pólipos endometriais
  • Miomas
  • Displasia endometrial
  • Infecção
Tempo Médio para Diagnóstico
De dias a semanas, conforme acesso a exames

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento visa etiologia, controle de sangramento e anemia
Modalidades de Tratamento
1 Terapias hormonais conforme etiologia
2 Cirurgia conservadora
3 Histeroscopia terapêutica
4 Correção de anemia
5 Tratamento de pólipos
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Medicina interna Hemato Radiologia Endocrinologia
Tempo de Tratamento
Varia de semanas a meses
Acompanhamento
Acompanhamento periódico para Monitorar sangramento e Hb

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva varia; com manejo adequado, boa qualidade de vida
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Correção de anemia
  • Controle de miomas
  • Adesão ao acompanhamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Causas graves não tratadas
  • Coagulopatia severa
  • Recorrência persistente
  • Fertilidade comprometida
Qualidade de Vida
Geralmente boa com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Equilíbrio hormonal e saúde ginecológica regular
Medidas Preventivas
Acompanhamento ginecológico
Tratamento de miomas/pólipos
Correção de ferro
Gestão de hormônios
Educação sobre sinais
Rastreamento
Exames preventivos conforme idade e histórico

Dados no Brasil

Varia por região; dezenas a centenas de milhares
Internações/Ano
Baixos quando isolada, associadas a anemia evolutiva
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em áreas com acesso restrito

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas comuns de metrorragia?
Causas vão de alterações hormonais a pólipos; muitas são tratáveis.
2 Como é feito o diagnóstico?
História, exame, exames de sangue e ultrassom ajudam a confirmar.
3 Metrorragia é sinal de câncer?
Nem toda metrorragia indica câncer; muitas causas são benignas.
4 É possível tratar sem cirurgia?
Sim, muitas situações respondem a manejo hormonal e tratamento de causas.
5 Quais sinais exigem atendimento imediato?
Sangramento intenso, tontura ou dor abdominal forte.

Mitos e Verdades

Mito

sangramento entre ciclos é sempre grave

Verdade

pode ter causas simples e tratáveis

Mito

anticoncepcionais resolvem tudo

Verdade

dependem da etiologia e acompanhamento

Mito

qualquer sangramento é sinal de câncer

Verdade

maioria tem origem não cancerosa

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ginecologia ou saúde da mulher; orientações iniciais
Especialista Indicado
Ginecologista/obstetra
Quando Procurar Emergência
Sangramento intenso, tontura continua ou desmaio
Linhas de Apoio
SUS 136 OUVIDORIA SUS Linha de apoio emocional

CIDs Relacionados

N92.0 N92.1 N92.2 N92.3 N92.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.