contato@nztbr.com
M77.9
CID-10

Entesopatia inespecífica

Entesopatia inespecífica

Resumo

Entesopatia inespecífica: dor na entese, tratada com fisioterapia e ajuste de atividades.

Identificação

Código Principal
M77.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Enthesopathy, unspecified
Nome em Inglês
Enthesopathy, unspecified
Outros Nomes
entesopatia inespecífica • patologia da entese • doença da entese • entesopatia inespecífica sem localização • entesopatia não especificada
Siglas Comuns
M77.9 CID-10 CID10-M77.9

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético e do tecido conjuntivo
Categoria Principal
Doenças do sistema musculoesquelético
Subcategoria
Enthesopathy inespecífica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global não definida; afeta adultos de meia-idade a idosos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais escassos; descrições em populações com patologia musculoesquelética.
Faixa Etária Principal
Meia-idade
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Atividade física de alto impacto Uso repetitivo de enteses Obesidade Idade acima de 40 Alteração biomecânica
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento e prática esportiva

Etiologia e Causas

Causa Principal
Sobrecarga mecânica na entese por uso repetitivo
Mecanismo Fisiopatológico
Dor e inflamação na entese pela reação de stress crônico
Fatores de Risco
Atividade física intensa Repetição de movimentos Anomalias biomecânicas Obesidade Envelhecimento Trauma leve
Fatores de Proteção
Treinamento adequado Fortalecimento muscular Alongamento diário Correção de pisada
Componente Genético
Contribuição genética limitada; associação com certas espondiloartropatias

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor localizada na entese, principalmente com movimento
Sintomas Frequentes
dor à palpação
dor com atividades repetitivas
rigidez de breve duração
sensibilidade na área
dor ao repouso após esforço
Sinais de Alerta
  • dor súbita intensa com deformidade
  • edema rápido
  • febre alta
  • fraqueza súbita de membro
  • limitação grave de movimento
Evolução Natural
progressão lenta sem tratamento pode manter dor crônica
Complicações Possíveis
dor crônica limitação funcional degeneração articular associada alterações biomecânicas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame físico; imagem e testes inflamatórios ajudam a confirmar
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Fator reumatoide HLA-B27
Exames de Imagem
Ultrassom de enteses com Doppler RM da área afetada Radiografia quando indicado Ultrassom de região
Diagnóstico Diferencial
  • Tendinopatia
  • Artrite inflamatória
  • Bursite
  • Fibromialgia
  • Doenças autoimunes
Tempo Médio para Diagnóstico
varia de semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Controle da dor, função e qualidade de vida; evitar sobrecarga
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia
2 Analgesia tópica
3 AINEs de uso breve
4 Infiltrações se necessário
5 Correção biomecânica
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Fisioterapeuta Reumatologista Fisiatra Podólogo
Tempo de Tratamento
depende do caso; meses a anos
Acompanhamento
consulta a cada 3–6 meses para ajuste

Prognóstico

Prognóstico Geral
bom com tratamento; dor pode persistir sem ajuste de atividade
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa resposta ao tratamento
  • aderência ao programa
  • controle da dor
  • sem inflamação sistêmica
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor crônica persistente
  • baixa adesão
  • limitação funcional
  • dor noturna resistente
Qualidade de Vida
geralmente boa com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
evitar sobrecarga, aquecer, alongar e calçados apropriados
Medidas Preventivas
treinamento cuidadoso
fortalecimento
controle de peso
ergonomia
descansos
Rastreamento
avaliação clínica ao notar dor persistente

Dados no Brasil

Internações são raras; manejo geralmente ambulatorial
Internações/Ano
Obitos diretos são baixos
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Acesso à reabilitação varia por região

Perguntas Frequentes

1 M77.9 é curável?
Não há cura única; melhora com tratamento e mudanças de atividade.
2 Pode diagnosticar sem imagem?
Sim, história e exame ajudam; imagem confirma quando disponível.
3 O que costuma funcionar?
Fisioterapia, moderação de atividades, analgésicos quando necessário.
4 Prognóstico a longo prazo?
Geralmente bom com manejo; dor pode persistir sem ajustes.
5 Como prevenir recaídas?
Fortalecer, alongar, ajustar atividades e seguir orientação.

Mitos e Verdades

Mito

dor na entese sempre indica gravidade.

Verdade

dor pode ocorrer por lesões leves; avaliação ajuda.

Mito

repouso total cura.

Verdade

repouso prolongado pode piorar; manter movimento orientado.

Mito

entesopatia só afeta atletas.

Verdade

pode ocorrer em diferentes estilos de vida.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista ou reumatologista ao notar dor na entese.
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita intensa com deformidade, febre alta ou fraqueza aguda exija atendimento
Linhas de Apoio
SUS 136 Disque Saúde 135 Telefone do posto local

CIDs Relacionados

M77.9 M70.9 M76.0 M75.0 M53.86

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.