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M75.9
CID-10

Tendinite não especificada

Tendinite não especificada

Resumo

Tendinopatia não especificada envolve dor no tendão; melhora com fisioterapia e carga gradual.

Identificação

Código Principal
M75.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Tendinopatia não especificada
Nome em Inglês
Tendinopathy, unspecified
Outros Nomes
Tendinopatia inespecífica • Tendiníte não especificada • Tendinose sem localização • Inflamação de tendões • Dor tendínea
Siglas Comuns
M75 TEN Tendinopatia

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho musculoesquelético
Categoria Principal
Doenças de tendões
Subcategoria
Tendinopatia não especificada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
degenerativa
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam por sítio; atletas e trabalhadores repetitivos são grupos afetados.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; impacto observado em ambientes com sobrecarga repetitiva.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Varia por sítio; sem padrão único entre sexos
Grupos de Risco
Atletas Trabalhadores repetitivos Idade ativa Sobrepeso Tendinopatas prévias
Tendência Temporal
Tendência estável, com melhora com fisioterapia e prevenção

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desgaste por microtraumas repetidos e sobrecarga tendínea
Mecanismo Fisiopatológico
Desgaste progressivo com microtraumas, degeneração e dor sob esforço
Fatores de Risco
Atividade física repetitiva Sobrecarga muscular Idade avançada Biotipo propenso Desequilíbrio muscular
Fatores de Proteção
Treinamento adequado Fortalecimento progressivo Aquecimento correto Ergonomia no trabalho
Componente Genético
Predisposição genética em alguns indivíduos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor localizada no tendão, pior com movimento e pressão
Sintomas Frequentes
Dor ao uso
Dor com alongamento
Sensibilidade ao toque
Limitação de amplitude
Rigidez matinal breve
Fraqueza local
Sinais de Alerta
  • Dor intensa com déficit de força súbito
  • Inchaço severo com calor
  • Febre associada
  • Piora após repouso
  • Sinais de infecção
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste e função piora progressivamente
Complicações Possíveis
Ruptura parcial Dor crônica Limitação funcional Calcificações Alteração da biomecânica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor focal, exame de palpação, mobilidade reduzida, confirmação clínica + imagem
Exames Laboratoriais
PCR normal Leucócitos normais Marcadores inflamatórios geralmente normais Dúvida apenas quando suspeita de infecção Não indicados rotineiramente
Exames de Imagem
Ultrassom de tendões RM de ombro Radiografia apenas para excluir outras causas Doppler para vascularização
Diagnóstico Diferencial
  • Bursite subacromial
  • Tendinopatia manguito rotador
  • Artrite acromioclavicular
  • Lesão do labrum
  • Dor referred
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente semanas com avaliação clínica e imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Redução de dor e restauração de função com fisioterapia, ajustes de carga e educação
Modalidades de Tratamento
1 Exercícios terapêuticos
2 Fortalecimento gradual
3 Modalidades físicas
4 Medicamentos conforme orientação
5 Reabilitação progressiva
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Medicina do Esporte Reumatologia Fisiatria
Tempo de Tratamento
Duração variável; comum de 6 a 12 semanas na fase inicial
Acompanhamento
Retornos a cada 4 a 6 semanas com adaptação do plano

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com tratamento adequado; recidivas ocorrem com carga excessiva
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao plano
  • Condições mecânicas estáveis
  • Boa resposta inicial
  • Retorno funcional rápido
Fatores de Mau Prognóstico
  • Sobrecarga contínua
  • Dor persistente após meses
  • Lesões associadas
  • Idade avançada
Qualidade de Vida
Varia de levemente a moderadamente afetada, com tratamento adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Alongamento, treino progressivo, carga adequada e ergonomia
Medidas Preventivas
Fortalecimento
Aquecimento
Pausas em tarefas repetitivas
Ergonomia de posto
Variações de esforço
Rastreamento
Exames clínicos periódicos para detecção de sobrecarga

Dados no Brasil

Poucas internações diretas para tendinopatias
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior ocorrência em capitais com maior atividade

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas da tendinite?
Dor no tendão por uso excessivo ou desgaste, com dor ao movimento.
2 Qual tratamento costuma funcionar?
Plano com fisioterapia, ajuste de atividades e manejo da dor.
3 Cirurgia é comum?
Rara; inicia com reabilitação conservadora.
4 Quanto tempo leva para melhorar?
Depende da gravidade; costuma levar semanas a meses.
5 Posso fazer esportes?
Pode, com evolução gradual e orientação profissional.

Mitos e Verdades

Mito

Dor significa lesão grave.

Verdade

Notícias clínicas mostram que dor não mede gravidade.

Mito

Repouso total cura tudo.

Verdade

Movimento orientado facilita recuperação.

Mito

Cirurgia é primeira opção.

Verdade

Cirurgia é recurso final, não primeira escolha.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de confiança ou fisioterapeuta ao primeiro sinal
Especialista Indicado
Ortopedista ou médico do esporte
Quando Procurar Emergência
Dor aguda com deformidade, edema intenso ou febre requer atendimento imediato
Linhas de Apoio
SUS 136 Central de reabilitação Linha de apoio ao paciente

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.