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M65.3
CID-10

Tenossinovite de bainha do tendão

Tenossinovite de bainha

Resumo

Dor no punho ou dedo com dor ao mover; melhora com repouso e fisioterapia.

Identificação

Código Principal
M65.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Tenossinovite de bainha do tendão segundo nomenclatura OMS, inflamação da bainha com dor
Nome em Inglês
Tenosynovitis of tendon sheath
Outros Nomes
tenosinovite de bainha • tenossinopatia de bainha • tenossinovite de mão • dor de tendão
Siglas Comuns
TNV TNV TOS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças osteomusculares e conectiviais
Categoria Principal
Doenças do movimento e tendões
Subcategoria
Tenossinovite de bainha
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam por área; afeta mão, punho e dedos com impacto ocupacional
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; ocorre em trabalhadores com atividades repetitivas
Faixa Etária Principal
Adultos de 20 a 60 anos
Distribuição por Sexo
Predominância feminina
Grupos de Risco
trabalhadores de linha de montagem uso de ferramentas vibratórias flexão repetitiva de punho doença inflamatória idade adulta
Tendência Temporal
Estável com variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Uso repetitivo de tendões com sobrecarga da bainha
Mecanismo Fisiopatológico
inflamação da bainha com edema, atrito entre bainha e tendão, dor à movimentação
Fatores de Risco
trabalho repetitivo ergonomia inadequada memória de lesões idade adulta feminino diabetes se presente
Fatores de Proteção
ergonomia adequada pausas regulares fortalecimento de antebraço reabilitação precoce

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dor localizada com movimento que deslizante tende a piorar
Sintomas Frequentes
dor ao alongar dedos
dor ao flexionar punho
rigidez matinal breve
sensibilidade ao toque
edema discreto
limitação de deslizamento do tendão
Sinais de Alerta
  • dor súbita com febre
  • vermelhidão intensa
  • inchado com calor
  • fraqueza súbita
  • perda de sensibilidade
Evolução Natural
sem tratamento pode evoluir para dor crônica e função reduzida
Complicações Possíveis
dor crônica limitação funcional atrofia leve adhesões

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história de dor com atrito da bainha, exame de deslizamento e testes de movimento
Exames Laboratoriais
hemograma PCR fator reumatoide anticorpo anti-CCP VHS
Exames de Imagem
ultrassom com doppler RM de punho radiografia para excluir desgaste ultrassonografia dinâmica
Diagnóstico Diferencial
  • tendinite comum
  • artrite infecciosa
  • síndrome do túnel do carpo
  • tenossinovite ganglionar
  • abscesso
Tempo Médio para Diagnóstico
varia com acesso e sintomas; pode levar semanas

Tratamento

Abordagem Geral
descanso, gelo, ajustes ergonômicos, analgésicos simples, fisioterapia
Modalidades de Tratamento
1 controle da dor com AINEs
2 fisioterapia
3 infiltração de corticosteroide
4 cirurgia em casos graves
5 parceria ocupacional
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Fisioterapeuta Reumatologista Medicina ocupacional Clínico geral
Tempo de Tratamento
semanas a meses conforme resposta
Acompanhamento
reavaliação a cada 4 a 6 semanas, conforme resposta

Prognóstico

Prognóstico Geral
bom com tratamento adequado, maioria se recupera
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa resposta ao tratamento
  • adesão ao plano
  • ausência de comorbidades
  • reabilitação rápida
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor persistente
  • retardo no diagnóstico
  • atividade de alto risco
  • comorbidades graves
Qualidade de Vida
geralmente boa, dor controlada melhora atividades diárias

Prevenção

Prevenção Primária
evitar sobreuso, pausas, ergonomia, aquecimento antes de atividades
Medidas Preventivas
pausas frequentes
técnicas ergonômicas
fortalecimento de antebraço
alongamento diário
treinamento de postura

Dados no Brasil

dados limitados; números baixos na maioria dos estados
Internações/Ano
não é comum; chance muito baixa
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
maior demanda no Sudeste, sul e regiões industriais

Perguntas Frequentes

1 Posso trabalhar com dor?
Atividades podem piorar; ajuste ou pausa ajudam a evitar agravamento.
2 Preciso de cirurgia?
Casos graves ou com falha de tratamento podem exigir cirurgia.
3 Como diagnostico?
História, exame físico e exames de imagem ajudam a confirmar.
4 É possível prevenir?
Ergonomia, pausas, alongamentos e reabilitação reduzem risco.
5 Dor volta depois da cura?
Pode retornar se atividades repetitivas forem retomadas precocemente.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura rápido.

Verdade

combinação de tratamento melhora dor e função.

Mito

qualquer dor é sempre tenossinovite.

Verdade

dor tem várias causas; diagnóstico correto importa.

Mito

cirurgia sempre necessária.

Verdade

cirurgia é última opção, geralmente não necessária.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure clínico geral ou ortopedista para avaliação
Especialista Indicado
Ortopedista ou Fisioterapeuta
Quando Procurar Emergência
dor intensa com febre alta ou inchaço rápido
Linhas de Apoio
0800-000-0000 188 061-9111

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.