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m54 2 cid
CID-10

Cervicalgia (dor no pescoço)

Dor no pescoço

Resumo

Dor no pescoço comum; diagnóstico com exame clínico; tratamento conservador

Identificação

Código Principal
M54.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Cervicalgia segundo ICD-10, dor na região cervical da coluna, sem especificação de etiologia
Nome em Inglês
Cervicalgia (neck pain)
Outros Nomes
Cervicalgia • Dor cervical • Dor no pescoço • Dor da região cervical • Dor cervical não especificada
Siglas Comuns
M54.2 CVG CN

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Dor cervical e pescoço
Subcategoria
Dor cervical não especificada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
variavel
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor cervical é comum em adultos; variedade depende de definição e população.
Prevalência no Brasil
Brasil relata alta prevalência entre adultos ativos, variando com ocupação.
Faixa Etária Principal
30-60 anos
Distribuição por Sexo
Proporção aproximadamente equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Postura inadequada Ergonomia deficiente no trabalho Trauma cervical Uso prolongado de tela Idade avançada
Tendência Temporal
Dor cervical permanece estável com melhoria com tratamento adequado.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causas musculoesqueléticas por tensões, degeneração discal, trauma leve e irritação facetária.
Mecanismo Fisiopatológico
Irritação de estruturas cervicais (músculos, discos, facetas) com dor e sensibilidade.
Fatores de Risco
Mau alinhamento postural Posturas repetitivas Sedentarismo Sobreuso de dispositivos Idade Obesidade
Fatores de Proteção
Exercícios de alongamento Fortalecimento cervical Postura ergonômica Sono adequado
Componente Genético
Genética pode influenciar predisposição à dor crônica.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no pescoço, com rigidez e limitações de movimento
Sintomas Frequentes
Dor cervical
Rigidez matinal
Dificuldade de girar o pescoço
Dor que piora com esforço
Dor de cabeça tensional
Rigidez ao acordar
Sinais de Alerta
  • Fraqueza progressiva
  • Diminuição de força dos membros
  • Dor súbita com trauma
  • Febre com rigidez nucal
  • Alteração de controle de bexiga
Evolução Natural
Sem tratamento, pode evoluir para dor crônica e limitação; tratamento precoce melhora o prognóstico.
Complicações Possíveis
Dor crônica persistente Redução da amplitude de movimento Radiculopatia cervical Sensibilização neural Fibromialgia associada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Histórico e exame revelam padrão compatível; excluir causas graves
Exames Laboratoriais
Não rotineiramente indicados Hemograma se inflamação suspeita PCR/VHS se sinais sistêmicos Fator reumatoide se indicado Não há marcadores específicos
Exames de Imagem
Radiografia cervical RM cervical TC cervical Ultrassom de pescoço se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Torticolis
  • Hérnia de disco cervical
  • Dor muscular
  • Fibromialgia
  • Osteoartrite
Tempo Médio para Diagnóstico
Avaliação clínica frequente leva semanas; diagnóstico conservador comum

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo multimodal com foco na função, porém sem prescrição aqui
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia
2 Exercícios de alongamento
3 Fortalecimento cervical
4 Analgésicos/anti-inflamatórios sob orientação
5 Terapias manuais
Especialidades Envolvidas
Fisioterapia Ortopedia Medicina de Família Reumatologia Fisiatria
Tempo de Tratamento
Varia de semanas a meses conforme resposta
Acompanhamento
Consultas periódicas a cada 4-6 semanas com ajuste

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente favorável com tratamento adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Exercícios consistentes
  • Postura ergonômica
  • Resposta rápida à fisioterapia
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor crônica persistente
  • Tratamento inadequado
  • Traumas repetitivos
  • Comorbidades
Qualidade de Vida
Pode manter boa qualidade de vida com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Boa postura e exercícios; pausas no trabalho
Medidas Preventivas
Pausas ativas
Ergonomia de estação
Fortalecimento cervical
Alongamento diário
Sono adequado
Rastreamento
Avaliação clínica quando surgem sinais persistentes

Dados no Brasil

Números variam conforme gravidade e acesso
Internações/Ano
Óbitos são incomuns em cervicalgia isolada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Diferentes regiões apresentam padrões ocupacionais distintos

Perguntas Frequentes

1 O que causa dor no pescoço?
Várias causas, desde má postura até desgaste degenerativo; avaliação clínica identifica o motivo.
2 É normal ter dor ao acordar?
Rigidez matinal é comum; alongar com cuidado ajuda; manter boa postura reduz recorrência.
3 Quando procurar atendimento médico?
Se dor aumenta, há fraqueza progressiva, dormência ou febre, procure avaliação.
4 Pode prevenir?
Sim: postura correta, pausas, exercícios e sono adequado ajudam a prevenir.
5 Existe cura?
Muitos casos melhoram com tratamento conservador; dor crônica pode exigir manejo contínuo.

Mitos e Verdades

Mito

Dores no pescoço são sempre graves

Verdade

Na maioria, são musculoesqueléticas e tratáveis com fisioterapia

Mito

Descansar o pescoço sempre cura

Verdade

Manter movimento suave e tratamento adequado é mais eficaz

Mito

Só cirurgia resolve

Verdade

Cirurgia é exceção; a maioria melhora sem cirurgia

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família, ortopedista ou fisioterapeuta
Especialista Indicado
Ortopedista ou Fisioterapeuta
Quando Procurar Emergência
Dor com fraqueza, dormência progressivas ou trauma grave requer atendimento imediato
Linhas de Apoio
Linha de apoio local de saúde Disque SUS ou equivalente

CIDs Relacionados

M54.1 M54.3 M53.9 M47.2 G56.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.