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luxação de ombro cid
CID-10

Luxação de ombro

ombro deslocado

Resumo

Ombro deslocado exige redução rápida e reabilitação adequada.

Identificação

Código Principal
S43.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Luxação aguda do ombro com deslocamento da cabeça do úmero na cavidade glenoidal
Nome em Inglês
Shoulder dislocation
Outros Nomes
Luxação do ombro • Deslocamento glenoumeral • Luxação anterior do ombro • Luxação aguda do ombro • Deslocamento do ombro
Siglas Comuns
LOmbro LuxOmbro S-Ombro

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Lesões do sistema osteomuscular
Subcategoria
Luxação glenoumeral
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Incidência global baixa, varia com idade e esportes.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; maior risco em esportes de contato.
Faixa Etária Principal
adultos jovens, atletas
Distribuição por Sexo
maioria homens jovens
Grupos de Risco
Atletas de contato Jovens adultos Praticantes de arremesso Instabilidade ligamentar História de luxação anterior
Tendência Temporal
estável com tratamento adequado

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma agudo ou tensão repetida com instabilidade
Mecanismo Fisiopatológico
Ruptura de ligamentos/cápsula e deslocamento da cabeça do úmero
Fatores de Risco
Esportes de contato Jovens ativos Instabilidade ligamentar Anatomia do ombro anormal História de luxação anterior
Fatores de Proteção
Fortalecimento do manguito Propriocepção adequada Proteção em esportes de risco Evitar movimentos de alto risco
Componente Genético
Predisposição genética leve a moderada na instabilidade

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda com ombro fora da posição
Sintomas Frequentes
Deformidade visível
Incapacidade de levantar o braço
Dor intensa
Inchaço local
Sensação de instabilidade
Crepitação ao movimento
Sinais de Alerta
  • Comprometimento neurovascular
  • Dor que persiste após analgésicos
  • Mudança de cor/ pulso fraco
  • Fratura associada
  • Necessidade de redução rápida
Evolução Natural
Sem intervenção, pode evoluir com recorrência e dor
Complicações Possíveis
Lesão do manguito rotador Lesão do nervo axilar Fratura associada Instabilidade crônica Atraso na mobilização

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma, deformidade e confirmação por imagem
Exames Laboratoriais
hemograma completo bioquímica básica íonograma se trauma grave
Exames de Imagem
Radiografia ombro (AP/axilar) Tomografia (se necessidade) RM para danos ligamentares
Diagnóstico Diferencial
  • Fratura proximal do úmero
  • Luxação recidivante
  • Rotura do manguito rotador
  • Fratura da clavícula
  • Fratura da escápula
Tempo Médio para Diagnóstico
Minutos a horas desde a lesão

Tratamento

Abordagem Geral
Redução rápida sob analgesia, imobilização temporária e reavaliação
Modalidades de Tratamento
1 Redução manual fechada
2 Imobilização temporária
3 Controle da dor
4 Fisioterapia progressiva
5 Cirurgia em casos complexos
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Radiologia Fisioterapia Anestesiologia
Tempo de Tratamento
Horas a dias conforme gravidade
Acompanhamento
K 1 a 2 semanas com reavaliação clínica

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com redução precoce e boa reabilitação
Fatores de Bom Prognóstico
  • Redução precoce
  • Reabilitação adequada
  • Ausência de lesões associadas
  • Conformidade do paciente
Fatores de Mau Prognóstico
  • Demora na redução
  • Instabilidade crônica
  • Lesões do manguito rotador
  • Recidivas frequentes
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento adequado e retorno às atividades

Prevenção

Prevenção Primária
Fortalecimento, propriocepção, aquecimento adequado
Medidas Preventivas
Fortalecimento do manguito
Propriocepção
Alongamento de ombro
Proteção em esportes de risco
Treino supervisionado
Rastreamento
null

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Ocorrências maiores em centros com esporte e ortopedia

Perguntas Frequentes

1 Posso voltar aos esportes depois da redução?
Depende da evolução; seguir orientação médica e fisioterapia.
2 Quais sinais sugerem recidiva?
Nova dor, sensação de deslocamento, instabilidade ou fraqueza.
3 Cirurgia é inevitável?
Nem sempre; muitos casos melhoram com redução e reabilitação.
4 Como funciona a imobilização?
Imobilização breve, seguida de exercícios leves conforme orientação.
5 Tempo típico de recuperação?
Varía com gravidade; semanas a meses, com fisioterapia.

Mitos e Verdades

Mito

ombro luxa apenas com cirurgia.

Verdade

redução e fisioterapia evitam cirurgia em muitos casos.

Mito

repouso total cura.

Verdade

movimento orientado acelera recuperação e força.

Mito

queda sempre exige cirurgia.

Verdade

manejo conservador funciona com avaliação adequada.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento imediato se houver deformidade e dor intensa
Especialista Indicado
Ortopedista especialista em ombro
Quando Procurar Emergência
Sinais de alerta: pulso fraco, dormência ou piora rápida
Linhas de Apoio
136 - Disque Saúde SUS 0800 123 4567 Central de atendimento local

CIDs Relacionados

S43.0 S43.1 M75.1 M75.4 Z87.89

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.