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lesao pele cid
CID-10

Lesão de pele não especificada

Lesão de pele não especificada

Resumo

Lesão de pele não especificada requer avaliação médica; higiene, proteção e monitoramento ajudam.

Identificação

Código Principal
L98.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Lesão de pele e tecido subcutâneo não especificada, grupo de doenças cutâneas; CID-10 L98.9, OMS
Nome em Inglês
Non-Specified Skin Lesion
Outros Nomes
Lesão cutânea indeterminada • Lesão dérmica genérica • Lesão da pele não classificada • Lesão de pele sem diagnóstico • Ferida cutânea não especificada
Siglas Comuns
LPE L98.9 CID-10

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele e do tecido subcutâneo
Categoria Principal
Doenças da pele e tecido subcutâneo
Subcategoria
Lesões cutâneas diversas
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global alta, varia com causa subjacente; não há dados únicos para todas lesões de pele.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais específicos não são consolidados para esta etiqueta; variação regional.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia idade a idosos
Distribuição por Sexo
Predomina entre homens
Grupos de Risco
Pessoas com pele sensível Ferimentos repetidos Idosos Diabéticos Imunossupressão
Tendência Temporal
Varia conforme uso de cuidados; tendência estável na maioria das situações

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma local ou irritação crônica da pele causando dano
Mecanismo Fisiopatológico
Dano tecidual pela fricção, ruptura da barreira cutânea, inflamação local e provável infecção secundaria
Fatores de Risco
Pele sensível Idade avançada Imunossupressão Diabetes Higiene inadequada Uso prolongado de corticoides
Fatores de Proteção
Higiene adequada Hidratação da pele Proteção solar Cuidados com ferimentos
Componente Genético
Influência genética rara; geralmente não hereditária.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Lesão cutânea visível com vermelhidão, dor ou inchaço.
Sintomas Frequentes
Vermelhidão local
Dor ao toque
Inchaço
Secreção ou pus
Crosta seca
Descamação
Sinais de Alerta
  • Aumento rápido da área
  • Febre alta
  • Dor intensa persistente
  • Secreção fedorenta
  • Necrose local
Evolução Natural
Sem tratamento pode piorar, com maior risco de infecção e cicatrizes.
Complicações Possíveis
Infecção bacteriana Celulite local Cicatrizes permanentes Hipertrofia de cicatriz Necrose secundaria

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica detalhada e evolução; confirmação por exames quando necessário.
Exames Laboratoriais
Hemograma Proteína C reativa Cultura de ferida Gram da secreção Análise de glicemia
Exames de Imagem
Ultrassom local Dermatoscopia Radiografia apenas se suspeita de complicação
Diagnóstico Diferencial
  • Dermatite de contato
  • Infecção fúngica
  • Ulceração venosa
  • Granuloma por corpo estranho
  • Herpes simplex cutâneo
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de dias a semanas; depende de evolução clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Limpeza suave, proteção, controle de irritantes, prevenção de infecção, monitoramento cuidadoso.
Modalidades de Tratamento
1 Cuidados com feridas
2 Antissépticos tópicos conforme necessidade
3 Tratamento de infecção se presente
4 Controle de irritantes
5 Educação sobre higiene
Especialidades Envolvidas
Dermatologia Clínica geral Infeciologia Cirurgia dermatológica
Tempo de Tratamento
Semanas a meses, conforme evolução
Acompanhamento
Retorno em 1-2 semanas; ajuste conforme evolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente favorável com cuidado adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Lesão localizada
  • Sem infecção
  • Boa higiene
  • Resposta rápida ao cuidado
Fatores de Mau Prognóstico
  • Infecção extensa
  • Diabetes descontrolado
  • Imunossupressão
  • Lesões extensas
Qualidade de Vida
Impacto moderado, com cuidados diários necessários

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene regular, proteção da pele e evitar traumas repetidos
Medidas Preventivas
Hidratação diária
Proteção em atividades físicas
Evitar irritantes
Cuidados com ferimentos
Observação de sinais de infecção
Rastreamento
Nenhum rastreio específico; observar sinais de infecção

Dados no Brasil

Varia com gravidade; números dependem de casos graves.
Internações/Ano
Baixos quando tratadas precocemente; dados específicos null.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição variável; áreas com acesso dermatológico mostram mais casos

Perguntas Frequentes

1 Como saber se a lesão é grave?
Expansão rápida, febre, dor intensa, secreção fedorenta indicam avaliação urgente.
2 O que fazer em casa?
Lave com água morna, seque suavemente, use curativo simples e observe evolução.
3 Precisa de antibiótico?
Não se auto-prescreva; antibióticos apenas se houver infecção confirmada.
4 Pode voltar a acontecer?
Trauma repetido pode causar recorrência; tratar a causa ajuda a reduzir.
5 Qual o prognóstico?
Geralmente bom com cuidado adequado; gravidade determina tempo de recuperação.

Mitos e Verdades

Mito

feridas na pele desaparecem sozinhas sem cuidado

Verdade

higiene adequada acelera cicatrização e previne infecção.

Mito

qualquer mancha é câncer

Verdade

maioria é benigna; avaliação médica é essencial.

Mito

fricção não atrasa cura

Verdade

atrito constante retarda cura e aumenta risco de infecção.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade de saúde próxima ou clínica dermatológica ao notar lesão que não cicatriza.
Especialista Indicado
Dermatologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se houver febre alta, dor intensa ou secreção fedorenta.
Linhas de Apoio
SUS 136 Centros de imunização locais Disque Saúde 111

CIDs Relacionados

L98.9 L98.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.