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laqueadura cid
CID-10

Laqueadura tubária (esterilização feminina)

esterilização feminina (laqueadura)

Resumo

Laqueadura é cirurgia para impedir gravidez permanente, com alta eficácia.

Identificação

Código Principal
Z30.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Laqueadura tubária, esterilização feminina, procedimento definitivo de contracepção
Nome em Inglês
Tubal ligation
Outros Nomes
laqueadura tubária • esterilização feminina • laqueadura feminina • ligadura de trompas
Siglas Comuns
LT TL LTX

Classificação

Capítulo CID
Capítulo Z - Fatores que influenciam a saúde
Categoria Principal
Contracepção e planejamento familiar
Subcategoria
Procedimento de esterilização tubária
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global varia com acesso a serviços e educação em saúde reprodutiva.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta variação regional na adesão, conforme estrutura de planejamento.
Faixa Etária Principal
25 a 40 anos, com decisão estável de planejamento.
Distribuição por Sexo
Focada em mulheres; homens não é aplicável.
Grupos de Risco
acesso limitado a serviços baixa educação em saúde regiões rurais com carência de atenção mulheres solteiras com autonomia restrita pobreza moderada a alta
Tendência Temporal
Adoção maior onde há acesso, queda com melhoria da educação.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Procedimento cirúrgico que oclui trompas para impedir reprodução.
Mecanismo Fisiopatológico
Oclusão tubária permanente impede fecundação pelos óvulos.
Fatores de Risco
acesso limitado baixa escolaridade fatores culturais planejamento tardio povos com menor renda autonomia restrita
Fatores de Proteção
redução de gravidez indesejada evita uso de hormônios custo a longo prazo menor segurança reprodutiva
Componente Genético
null

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Ausência de gravidez desejada após decisão informada.
Sintomas Frequentes
dor local leve
inchaço transitório
dor pélvica leve
sangramento mínimo
fadiga temporária
sensação de bem-estar
Sinais de Alerta
  • dor abdominal intensa
  • febre alta
  • sangramento abundante
  • sinais infecciosos
  • dor prolongada
Evolução Natural
quando cirurgia concluída, não há gravidez subsequente.
Complicações Possíveis
infecção local hemorragia lesões adjacentes falha esterilização (rara) dor crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
confirmação cirúrgica ou registro médico com consentimento.
Exames Laboratoriais
Hemograma Beta-hCG negativo Função renal Teste de coagulabilidade Urina
Exames de Imagem
ultrassom pré-operatório RM se indicado TC não comum
Diagnóstico Diferencial
  • gravidez precoce
  • falha de esterilização
  • gravidiz ectópica
  • falsos positivos de planejamento
Tempo Médio para Diagnóstico
curto; depende de confirmação cirúrgica

Tratamento

Abordagem Geral
Cirurgia com consentimento, analgesia e monitorização do pos-operatório.
Modalidades de Tratamento
1 Laparoscópica
2 Abdominal
3 Anestesia Geral
4 Cuidados pós-operatórios
5 Acompanhamento
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Anestesiologia Enfermagem obstétrica Cirurgia geral Pré-operatório
Tempo de Tratamento
1-2 dias para recuperação típica
Acompanhamento
retornos programados para avaliação da cicatriz e bem-estar hormonal

Prognóstico

Prognóstico Geral
geralmente bom, com alta eficácia.
Fatores de Bom Prognóstico
  • execução correta
  • ausência de complicações
  • bom suporte médico
  • conformidade com orientações
Fatores de Mau Prognóstico
  • falha técnica
  • complicações graves
  • reoperações
  • falta de acompanhamento
Qualidade de Vida
boa; planejamento reprodutivo claro e seguro

Prevenção

Prevenção Primária
educação reprodutiva e planejamento antes de decisão.
Medidas Preventivas
acesso a serviços
consulta de planejamento
informação clara
consentimento informado
orientação sobre alternativas
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Hospitalizações associadas são moderadas em território nacional.
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta; eventos são raros.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Concentração em capitais; interior com acesso menor.

Perguntas Frequentes

1 A laqueadura é reversível?
Depende; algumas técnicas permitem reversão, porém nem sempre bem-sucedida.
2 Muda hormônios?
Não. Menstruação e hormônios costumam permanecer estáveis.
3 Quando indicar?
Quando houver decisão firme de não desejar futuras gestações.
4 Qual é a eficácia?
Alta: >99% quando realizada adequadamente.
5 Posso engravidar após?
Risco de falha é baixo, requer acompanhamento médico se houver suspeita.

Mitos e Verdades

Mito

gravidez pode ocorrer imediatamente após a laqueadura.

Verdade

Gravidez após confirmação médica é improvável; falhas são raras.

Mito

altera hormônios.

Verdade

hormônios não mudam; menstruação estável.

Mito

é rápida e sem dor.

Verdade

envolve cirurgia com anestesia; dor e recuperação variam.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure serviço de planejamento familiar ou ginecologia.
Especialista Indicado
Ginecologista/Obstetra
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se dor grave, sangramento intenso, febre
Linhas de Apoio
SUS 136 Centros de planejamento familiar SAMU 192

CIDs Relacionados

Z30.2 Z00.0 Z36.0 Z64.0 Z99.89

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.