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K52.2
CID-10

Gastrite não infecciosa

Gastrite irritativa do estômago

Resumo

Inflamação do estômago sem infecção; melhora com dieta, estilo de vida e orientação médica.

Identificação

Código Principal
K52.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Gastrite não infecciosa
Nome em Inglês
Noninfective gastritis
Outros Nomes
gastrite não infecciosa • gastrite crônica não infecciosa • gastrite inespecífica • inflamação gástrica não infecciosa • gastrite do estômago não infecciosa
Siglas Comuns
GI GastriteNI NGI

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XI - Doenças do sistema digestivo
Categoria Principal
Doenças gastrintestinais
Subcategoria
Gastrite não infecciosa
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas variam; gastrites são comuns em adultos, ligados a irritantes e inflamação.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; comum em adultos com dor abdominal.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres igualmente afetados
Grupos de Risco
uso de NSAIDs álcool tabagismo estresse dieta irritante
Tendência Temporal
Com uso de irritantes e NSAIDs, tendência estável; melhora com manejo.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação gástrica não infecciosa, com irritantes e disfunção mucosa
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação da mucosa gástrica por irritantes, desequilíbrio de ácido e resposta inflamatória
Fatores de Risco
uso de NSAIDs álcool tabagismo estresse dieta irritante distúrbios autoimunes
Fatores de Proteção
dieta equilibrada abstinência de álcool controle de inflamação hábito de alimentação regular
Componente Genético
Contribuição genética moderada; pode haver predisposição familiar

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor epigástrica ou desconforto na região superior
Sintomas Frequentes
dor epigástrica persistente
indigestão
náusea
eructação
sensação de plenitude
apetite alterado
Sinais de Alerta
  • sangramento gastrointestinal
  • dor súbita intensa
  • vômitos com sangue
  • fezes pretas
  • febre alta com mal-estar
Evolução Natural
Pode persistir se não tratada; com manejo, melhora gradual e estabilidade
Complicações Possíveis
erosões gástricas úlcera gástrica anemia por sangramento crônico deficiência nutricional

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, endoscopia com biópsias e exclusão de infecção por H. pylori
Exames Laboratoriais
hemograma ferro função hepática PCR de inflamação testes de anemia
Exames de Imagem
endoscopia digestiva alta ultrassom abdominal TC abdominal RM se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • dispepsia funcional
  • refluxo gastroesofágico
  • úlcera gástrica
  • doença celíaca
  • gastrite infecciosa
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; costuma levar semanas entre sintomas e confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Redução de irritantes, alimentação balanceada, monitoramento e educação ao paciente
Modalidades de Tratamento
1 manejo dietético
2 controle de irritantes
3 terapias sintomáticas
4 tratar comorbidades
5 endoscopia quando indicado
Especialidades Envolvidas
Gastrologista Nutrólogo Médico de família Endoscopista Cirurgião digestivo
Tempo de Tratamento
Depende da gravidade, geralmente semanas a meses
Acompanhamento
Consultas periódicas, monitoramento de sintomas e exames quando necessário

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente favorável com adesão a mudanças de estilo de vida
Fatores de Bom Prognóstico
  • adição de dieta saudável
  • redução de NSAIDs
  • controle de estresse
  • ausência de sangramento
Fatores de Mau Prognóstico
  • sangramento ativo
  • úlcera gástrica
  • comorbidades graves
  • não adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
Boa quando sintomas sob controle; impacto mínimo no cotidiano

Prevenção

Prevenção Primária
Evitar irritantes gástricos e uso indevido de NSAIDs; dieta equilibrada
Medidas Preventivas
evitar álcool em excesso
dieta balanceada
peso adequado
parar tabagismo
uso criterioso de NSAIDs
Rastreamento
Não há rastreio específico; acompanhamento de sintomas

Dados no Brasil

Não há dados específicos; internacões por complicações costumam ser baixas.
Internações/Ano
Baixa mortalidade quando tratada; complicações elevam risco.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior disponibilidade de diagnóstico em capitais e grandes cidades

Perguntas Frequentes

1 A gastrite não infecciosa pode ser curada?
Pode melhorar com mudanças; cura depende de fatores e manejo.
2 Haverá necessidade de endoscopia?
Depende de sintomas, idade e risco; avaliação individual.
3 Exames para confirmar diagnóstico?
Endoscopia com biópsia, exames sanguíneos e testes de infecção.
4 Pode voltar com alimentação comum?
Pode, com orientação; evite irritantes contínuos.
5 Qual o tempo para ver melhora?
Varia; alguns melhoram em semanas, outros meses.

Mitos e Verdades

Mito

comidas apimentadas sempre causam gastrite.

Verdade

irritantes pioram sintomas, mas nem todo caso é por apimentado.

Mito

gastrite não infecciosa não precisa de diagnóstico.

Verdade

diagnóstico adequado evita pensar em infecção erroneamente.

Mito

antibióticos curam gastrite não infecciosa.

Verdade

antibióticos não são indicados sem infecção confirmada.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou gastroenterologista; agende avaliação
Especialista Indicado
Gastroenterologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, sangramento, desorientação, vômito persistente
Linhas de Apoio
0800-000-0000 0800-111-1111 SUS 136

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.