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J45.909
CID-10

Asma Brônquica Episódica Leve

asma

Resumo

Asma é inflamação das vias aéreas; controle regular previne crises

Identificação

Código Principal
J45.909
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Asma brônquica, não especificada pela OMS
Nome em Inglês
Asthma
Outros Nomes
asma brônquica • bronquite asmática • asma alérgica • asma infantil • doença das vias aéreas
Siglas Comuns
ASMA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do aparelho respiratório
Categoria Principal
Doença respiratória crônica
Subcategoria
asma brônquica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam ~300 milhões de pessoas com asma, variando por idade, ambiente e acesso a tratamento.
Prevalência no Brasil
Brasil: prevalência estimada 6–10% da população, maior em crianças.
Faixa Etária Principal
Crianças e adolescentes, com transição para adultos
Distribuição por Sexo
Distribuição semelhante entre sexos na maioria das faixas
Grupos de Risco
História familiar de alergias Exposição a poluentes Fumaça de tabaco no ambiente Atopia Infecções virais na infância
Tendência Temporal
Aumento em algumas regiões; melhora com manejo ambiental e tratamento

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação crônica das vias aéreas com hiperresponsividade a alérgenos
Mecanismo Fisiopatológico
Hiperresponsividade brônquica com eosinofilia e remodelação brônquica
Fatores de Risco
História de alergias Fumo passivo Poluição Ambientes úmidos Obesidade
Fatores de Proteção
Ambiente livre de fumaça Acesso a tratamento regular Vacinação adequada Controle de alergias
Componente Genético
Contribuição genética moderada; variantes associadas à atopia

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Chiado, tosse e sensação de aperto no peito com variação ao longo do dia
Sintomas Frequentes
Chiado ao respirar
Tosse persistente
Fadiga com esforço
Piora noturna
Dificuldade para dormir
Respiração ofegante
Sinais de Alerta
  • Dor no peito intensa
  • Lábios/unhas azuladas
  • Confusão
  • Taquipneia extrema
  • Uso de ajuda para respirar
Evolução Natural
Sem manejo, crises tornam-se mais frequentes; controle reduz episódios
Complicações Possíveis
Exacerbações frequentes Sono prejudicado Redução da qualidade de vida Limitacao física

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica mais espirometria com reversibilidade ou broncoprovocação
Exames Laboratoriais
Eosinofilia no sangue IgE total elevada Teste de alergênicos Hemograma completo
Exames de Imagem
Radiografia para excluir outra condição TC apenas se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • DPOC
  • Bronquite crônica
  • Infecções respiratórias
  • Rinite alérgica persistente
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas com acesso a testes

Tratamento

Abordagem Geral
Controle ambiental, broncodilatador de alívio e terapia de longo prazo
Modalidades de Tratamento
1 Broncodilatadores de ação curta
2 Corticosteroides inalatorios
3 Trat. antiinflamatório de longa duração
4 Imunoterapia
5 Educação terapêutica
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Pulmonologista Alergologista Pediatria Enfermeiros
Tempo de Tratamento
Contínuo; ajuste conforme controle da doença
Acompanhamento
Consultas a cada 3–6 meses; monitorar função pulmonar

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com controle adequado, prognóstico geralmente favorável
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso a tratamento regular
  • Adesão
  • Ausência de tabagismo
  • Controle de alergias
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição contínua a gatilhos
  • Exacerbações frequentes
  • Baixa adesão
  • Comorbidades respiratórias
Qualidade de Vida
Pode manter boa qualidade com controle estável

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a alérgenos, poluição e fumaça; ambiente saudável
Medidas Preventivas
Casa livre de poeira
Capa antiácaros
Vacinação anual contra influenza
Evitar fumaça de cigarro
Higiene ambiental
Rastreamento
Monitorar sintomas e espirometria conforme risco

Dados no Brasil

Hosp. por crises variam com sazonalidade
Internações/Ano
Óbitos atribuídos baixos com manejo adequado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior em áreas urbanas com poluição; variável

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais de alerta de crise?
Dificuldade para falar, lábios azuis, respiração rápida; procure atendimento.
2 É possível curar a asma?
Não há cura; controle eficaz reduz crises e melhora qualidade de vida.
3 Esqueci de usar o medicamento; o que fazer?
Continue o plano; avise o médico; não dobre dose sem orientação.
4 Como prevenir crises no dia a dia?
Evite gatilhos, siga o plano terapêutico e monitore sintomas.
5 Qual a relação com alergias?
Alergias amplificam inflamação; manejo direcionado reduz crises.

Mitos e Verdades

Mito

asma piora apenas nos adultos

Verdade

pode ocorrer em qualquer idade; maior em crianças

Mito

inalação de ar frio cura crises

Verdade

gatilhos frios irritam; manejo reduz crises

Mito

inaladores causam dependência

Verdade

inaladores aliviam sintomas com dose correta

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procure médico de família ou clínica respiratória
Especialista Indicado
Pulmonologista ou alergologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade grave, lábios azuis, respiração imparável
Linhas de Apoio
0800-123-4567 CAPS local SUS central 136

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.