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j45 cid
CID-10

asma

asma

Resumo

asma é inflamação das vias aéreas com chiado, tosse e falta de ar; tratável

Identificação

Código Principal
J45
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
asma brônquica
Nome em Inglês
asthma
Outros Nomes
asma brônquica • broncoespasmo • asma alérgica • asma infantil • doença respiratória alérgica
Siglas Comuns
ASMA AB ABA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças do sistema respiratório
Subcategoria
asma
Tipo de Condição
doenca
Natureza
crônica
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: centenas de milhões com asma, variações regionais.
Prevalência no Brasil
Brasil: prevalência média 7-9% na população, com variação regional.
Faixa Etária Principal
crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
distribuição equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
alergênicos inalados história familiar tabagismo ativo ou passivo poluição do ar obesidade
Tendência Temporal
tendência estável com variações regionais; aumento em áreas urbanas.

Etiologia e Causas

Causa Principal
inflamação crônica das vias aéreas com hiperreatividade a gatilhos ambientais.
Mecanismo Fisiopatológico
inflamação com eosinófilos, hiperresponsividade e remodelação brônquica
Fatores de Risco
alergênicos inalados história familiar infecções respiratórias na infância poluição do ar fumo de tabaco obesidade
Fatores de Proteção
evitar irritantes controle de alergias vacinação adequada ambiente limpo
Componente Genético
fatores hereditários aumentam risco; multifatorial

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dispneia de esforço com chiado recorrente
Sintomas Frequentes
chiado ao respirar
tosse noturna
falta de ar
opressão no peito
piora com exercício
crises sazonais
Sinais de Alerta
  • uso intenso de músculos respiratórios
  • fala dificultada
  • cianose
  • alteração de consciência
  • colapso respiratório
Evolução Natural
sem tratamento, crises tornam-se mais frequentes e limitam atividades
Complicações Possíveis
exacerbações graves queda da função pulmonar a longo prazo limitações de atividades hospitalizações frequentes dificuldade de tratamento

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história de sintomas recorrentes com fev1/fvc reduzido e melhora com broncodilatador, confirma por espirometria
Exames Laboratoriais
gasometria arterial hemograma completo contagem de eosinófilos IgE total teste de alergia cutânea
Exames de Imagem
radiografia de tórax tomografia de alta resolução
Diagnóstico Diferencial
  • DPOC
  • bronquite crônica
  • rinite alérgica com tosse crônica
  • asma associada a alergias
  • refluxo gastroesofágico
Tempo Médio para Diagnóstico
geralmente rápido com espirometria; pode levar semanas

Tratamento

Abordagem Geral
controle de sintomas, prevenção de exacerbações, educação do paciente e ajuste ambiental
Modalidades de Tratamento
1 medicamentos inalatórios (ICS e beta-agonistas)
2 planejamento de crise
3 educação sobre gatilhos
4 monitoramento de sintomas
5 vacinação recomendada
Especialidades Envolvidas
pneumologista alergologista pediatra clínico geral enfermeiro especialista
Tempo de Tratamento
controle de longo prazo; reavaliações periódicas
Acompanhamento
consultas regulares, monitorar adesão, ajustes de medicação e educação contínua

Prognóstico

Prognóstico Geral
geralmente favorável com controle eficaz; crises bem geridas reduzem impacto
Fatores de Bom Prognóstico
  • bom controle
  • sem exacerbações
  • adesão ao tratamento
  • ambiente estável
Fatores de Mau Prognóstico
  • exacerbações frequentes
  • controle inadequado
  • tabagismo ativo
  • asma grave não controlada
Qualidade de Vida
em controle, qualidade de vida permanece boa; sem controle, impacto significativo

Prevenção

Prevenção Primária
evitar gatilhos como fumaça, alérgenos e infecções, com manejo ambiental
Medidas Preventivas
reduzir exposição a fumo
controle de alergias
vacinação anual
evitar poluição
atividade física regular
Rastreamento
monitorar sintomas e função pulmonar periodicamente para ajuste

Dados no Brasil

varia por estado; média anual observável
Internações/Ano
mortalidade associada baixa com tratamento
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
mais casos em capitais com maior acessibilidade ao diagnóstico

Perguntas Frequentes

1 asma pode piorar com exercício?
sim, exercício pode desencadear; controle adequadamente evita crises.
2 medicação inalatória vicia?
inspiradores não viciam; uso correto é essencial.
3 pode curar a asma?
não tem cura, mas controla bem com tratamento.
4 vacinas ajudam a asma?
vacinas previnem infecções que pioram asma.
5 quando procurar pronto socorro?
dificuldade respiratória grave, lábios azulados, confusão.

Mitos e Verdades

Mito

mito: asma é causada apenas por frio

Verdade

verdade: gatilhos incluem alérgenos, infecções e irritantes.

Mito

mito: exercícios prejudicam sempre

Verdade

verdade: com manejo, atividades são possíveis.

Mito

mito: inaladores são perigosos

Verdade

verdade: são seguros quando usados conforme prescrição.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
unidades básicas de saúde e secretaria de saúde local
Especialista Indicado
pneumologista ou alergologista
Quando Procurar Emergência
dificuldade grave para respirar, lábios azuis, confusão
Linhas de Apoio
136 (SUS) Disque Saúde 136 SAMU 192

CIDs Relacionados

J45.0 J45.1 J45.9 J45.80 J45.89

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.