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J35.1
CID-10

Hipertrofia da adenoide

Adenoide aumentada; amígdala faríngea

Resumo

Hipertrofia da adenoide é aumento do tecido linfoide na garganta, comum na infância, que entope o nariz e afeta o sono.

Identificação

Código Principal
J35.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hipertrofia da adenoide (amígdala faríngea) por inflamação crônica
Nome em Inglês
Adenoid hypertrophy
Outros Nomes
Hipertrofia adenoidal • Adenóide aumentada • Hipertrofia da adenoide • Adenoide hiperplásica • Adenoide inflamada
Siglas Comuns
HA HIPA ADENO

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças respiratórias
Subcategoria
Hipertrofia de adenoide
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Crianças de 2 a 7 anos apresentam maior risco; dados globais limitados
Prevalência no Brasil
Mais comum em crianças; variações regionais
Faixa Etária Principal
Crianças em idade escolar
Distribuição por Sexo
Leve predomínio masculino ou equilíbrio
Grupos de Risco
Asma e rinite Infecções repetidas Alérgicos Fatores genéticos Ambiente poluído
Tendência Temporal
Estável na maior parte das regiões

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecções virais recorrentes e inflamação crônica da adenoide
Mecanismo Fisiopatológico
Tecido linfoide da adenóide cresce com estímulos inflamatórios
Fatores de Risco
Infecções respiratórias frequentes Alergias Fumo ambiental Ambiente lotado Uso de antibióticos repetidos
Fatores de Proteção
Vacinação apropriada Higiene nasal Controle de alergias Ambiente sem fumaça
Componente Genético
Histórico familiar de hipertrofia linfoide possível

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Obstrução nasal dominante, ronco e sono difícil
Sintomas Frequentes
Congestão nasal
Respiração pela boca
Ronco noturno
Otite de repetição
Mau hálito ocasional
Sinais de Alerta
  • Respiração com esforço
  • Fadiga marcada
  • Sonolência diurna excessiva
  • Sinais de desidratação se vômitos
  • Cianose
Evolução Natural
Sem tratamento, pode persistir e piorar infecções
Complicações Possíveis
Otite média recorrente Otite secretora Apneia obstrutiva do sono Disfunção da trompa de Eustáquio Alteração de voz

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com nasofaringoscopia e avaliação de sono
Exames Laboratoriais
Hemograma IgE total Teste de alergia Secreção para cultura Nenhum específico
Exames de Imagem
Endoscopia nasal Radiografia facial Tomografia se complicações RM se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Amigdalite crônica
  • Sinusite crônica
  • Rinite grave
  • Polipose nasal
  • Hipertrofia de amígdalas palatinas
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses até confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação multidisciplinar; foco em vias aéreas livres
Modalidades de Tratamento
1 Manejo clínico
2 Cirurgia (adenoideectomia)
3 Terapias de higiene nasal
4 Tratamento de alergias
5 Acompanhamento
Especialidades Envolvidas
Otorrinolaringologia Pediatria Fonoaudiologia Audiologia Alergologia
Tempo de Tratamento
Varia com cirurgia ou manejo clínico
Acompanhamento
Retornos periódicos para sono e ouvidos

Prognóstico

Prognóstico Geral
Melhora com manejo adequado; maioria evolui bem
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Sono adequado
  • Ausência de infecções recorrentes
  • Tratamento de alergias
Fatores de Mau Prognóstico
  • Infecções de ouvido persistentes
  • Ronco grave
  • Asma não controlada
  • Obesidade
Qualidade de Vida
Melhora significativa com abordagem integrada

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir irritantes e tratar alergias precocemente
Medidas Preventivas
Higiene nasal diária
Ambiente livre de fumaça
Controle de alergias
Vacinação adequada
Higiene das vias aéreas
Rastreamento
null

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior frequência no Sudeste e Sul; variações locais

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam cirurgia?
Ronco intenso, sono ruim, infecções recorrentes
2 A cirurgia é sempre necessária?
Não; depende da gravidade e resposta ao manejo
3 Existe risco da cirurgia?
Risco baixo em mãos experientes; anestesia segura
4 Como evitar recaídas?
Tratamento adequado de alergias e infecções
5 Preciso de acompanhamento?
Sim; retorno para monitorar nariz e ouvidos

Mitos e Verdades

Mito

A adenóide nem sempre precisa de cirurgia

Verdade

Alguns casos melhoram sem cirurgia com tratamento

Mito

A adenoide impede qualquer resfriado

Verdade

Não impede, pode reduzir infecções recorrentes

Mito

Voz fica gravemente alterada

Verdade

Voz pode normalizar após desobstrução

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pediatra ou clínico; encaminha para otorrino
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade extrema, respiração difícil, cianose
Linhas de Apoio
0800-000-000 0800-111-222 Disque Saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.