Infecção aguda do trato respiratório inferior
Infecção respiratória inferior inespecífica
Resumo
Infecção respiratória inferior inespecífica: inflamação das vias de baixa localização por vírus ou bactéria, com tosse.
Identificação
- Código Principal
- J22
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Infecção aguda do trato respiratório inferior inespecífica
- Nome em Inglês
- Unspecified acute lower respiratory infection
- Outros Nomes
- Infecção aguda do trato respiratório inferior inespecífica • Infecção respiratória baixa inespecífica • ITRI inespecífica • Infecção respiratória inferior não especificada • Infecção pulmonar inespecífica
- Siglas Comuns
- ITRI LRTI J22
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
- Categoria Principal
- Infecções do trato respiratório inferior
- Subcategoria
- Infecção respiratória inferior inespecífica
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- infecciosa
- Gravidade Geral
- moderada
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Estimativas globais indicam milhões de casos anuais de infecção respiratória inferior, com maior impacto em crianças.
- Prevalência no Brasil
- Dados nacionais variam por região; impacto maior em crianças, idosos e populações vulneráveis.
- Faixa Etária Principal
- crianças pequenas e idosos
- Distribuição por Sexo
- proporção equilibrada entre homens e mulheres
- Grupos de Risco
- crianças pequenas idosos fumantes pessoas com comorbidades imunossupressão
- Tendência Temporal
- Varia conforme saneamento, vacinação e vírus respiratórios; tendência geralmente estável.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Agentes virais ou bacterianos atingem o pulmão; vírus predominam, com possibilidade de infecção bacteriana secundária
- Mecanismo Fisiopatológico
- Inflamação pulmonar inicial por vírus, com resposta imune e possível infecção bacteriana secundária
- Fatores de Risco
- tabagismo idade extrema imunodeficiência diabetes asthma ou DPOC pobreza e desnutrição
- Fatores de Proteção
- vacinação adequada higiene respiratória evitar tabagismo ambiente ventilado
- Componente Genético
- Predisposição genética em alguns casos; não determina o quadro
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Tosse com ou sem expectoração, muitas vezes com febre
- Sintomas Frequentes
-
tosse persistentefebredor torácica levefalta de arcansaçoruídos anormais ao auscultar
- Sinais de Alerta
-
- dificuldade respiratória grave
- cianose
- agitacao ou letargia
- dor no peito intensa
- desidratação
- Evolução Natural
- Pouca gravidade pode melhorar com cuidados; evolução para complicações se não tratado
- Complicações Possíveis
- pneumonia bacteriana insuficiência respiratória sepse desnutrição infantil fendas de oxigenação
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Habilidade clínica somada a exames de imagem e, quando necessário, laboratórios
- Exames Laboratoriais
- hemograma CRP/PCR gasometria se hipóxia cultura de secreção tests virais quando indicado
- Exames de Imagem
- radiografia de tórax TC quando necessário ultrassom não comum cultura de aspirado
- Diagnóstico Diferencial
-
- asma com infecção viral
- bronquite aguda
- pneumonia inicial
- infecção de vias aéreas superiores com complicação
- edema pulmonar não inespecífico
- Tempo Médio para Diagnóstico
- 1 a 3 dias desde início dos sintomas
Tratamento
- Abordagem Geral
- Cuidados de suporte, hidratação, controle de febre, monitoramento; antibióticos guiados por etiologia
- Modalidades de Tratamento
-
1 suporte clínico2 oxigenoterapia se necessário3 antitérmicos4 antibióticos quando indicada5 fisioterapia respiratória
- Especialidades Envolvidas
- clínico geral pediatria pneumologia infectologia terapia intensiva
- Tempo de Tratamento
- Variável; dias a semanas conforme evolução
- Acompanhamento
- Retorno em 1 a 2 semanas ou conforme piora
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Perspectiva geralmente favorável com manejo adequado
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- resposta clínica rápida
- função pulmonar preservada
- bom estado geral
- vacinação atualizada
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- idade avançada
- comorbidades pulmonares
- imunossupressão
- fator social de acesso
- Qualidade de Vida
- Impacto temporário na vida, melhora com recuperação e prevenção
Prevenção
- Prevenção Primária
- Medidas de higiene, vacinação adequada e ambientes saudáveis
- Medidas Preventivas
-
higiene das mãosvacinação anualevitar tabagismoambiente ventiladocontrole de comorbidades
- Rastreamento
- Rastreamento de condições subjacentes quando indicado pelo médico
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
Antibióticos curam vírus
Antibióticos não atuam contra vírus; apenas contra bactérias
Gripe é apenas resfriado
Gripe pode ser grave; vacinação reduz risco
Frio causa doença
Frio não causa, vírus é principal fator
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure atendimento se surgirem sinais de gravidade ou febre alta
- Especialista Indicado
- Clínico geral ou pneumologista
- Quando Procurar Emergência
- Dificuldade grave, cianose, confusão, piora rápida requerem pronto atendimento
- Linhas de Apoio
- Linha do SUS Central de atendimento médico Apoio comunitário local
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.