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j111 cid
CID-11

Doença respiratória inespecífica

Gripe não especificada

Resumo

Resumo: condição viral respiratória inespecífica; sintomas variam e costumam melhorar com repouso.

Identificação

Código Principal
J11.1
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Doenças respiratórias virais agudas de etiologia não especificada (CID-11 J11.1)
Nome em Inglês
Unspecified viral respiratory disease (CID-11 J11.1)
Outros Nomes
influenza não especificada • infecção viral respiratória não definida • doença viral respiratória não identificada • virus respiratorio não especificado • influenza não comprovada
Siglas Comuns
CID-11 J11.1 IRA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças infecciosas respiratórias
Subcategoria
Vírus respiratórios não especificados
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Infecções respiratórias virais são muito comuns em todas as idades, com picos sazonais.
Prevalência no Brasil
Ocorrência rotineira no Brasil, com variações sazonais e regionais.
Faixa Etária Principal
Ligeiramente mais frequente em crianças pequenas e idosos
Distribuição por Sexo
Atinge homens e mulheres de forma parelha
Grupos de Risco
crianças pequenas idosos imunossuprimidos gestantes portadores de comorbidades
Tendência Temporal
Picos sazonais ocorrendo principalmente no inverno em muitos lugares.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecção viral aguda de vias respiratórias superiores, etiologia não especificada
Mecanismo Fisiopatológico
Infecção viral leva à inflamação das vias aéreas superiores com resposta imune.
Fatores de Risco
exposição a doentes ambiente frio alta densidade populacional escolar tabagismo passivo comorbidades existentes deficiência de imunidade
Fatores de Proteção
vacinação anual influenza higiene regular das mãos máscara em surtos ambiente bem ventilado
Componente Genético
null

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
tosse persistente com desconforto torácico leve
Sintomas Frequentes
tosse
febre baixa
coriza
dor de garganta
mal-estar
cansaço
Sinais de Alerta
  • dificuldade respiratória
  • respiração muito rápida
  • cianose
  • confusão
  • desconforto torácico intenso
Evolução Natural
Melhora em dias com repouso; sem tratamento, evolução pode variar
Complicações Possíveis
otite média pneumonia bacteriana secundária desidratação exaustão respiratória

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história clínica simples e exame; confirmação por testes quando indicado
Exames Laboratoriais
PCR viral adequado Hemograma básico Teste rápido de influenza Radiografia/hemograma se necessário
Exames de Imagem
Radiografia torácica se pneumonia suspeita RM/CT não rotineiros
Diagnóstico Diferencial
  • resfriado comum
  • asma com infecção viral
  • bronquite viral
  • sinusite aguda
  • pneumonia bacteriana
Tempo Médio para Diagnóstico
3-5 dias desde sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo sintomático com hidratação, repouso e monitorização; antibióticos apenas se houver infecção bacteriana confirmada
Modalidades de Tratamento
1 hidratação
2 analgésicos/antipiréticos
3 controle da febre
4 broncodilatadores se indicado
5 oxigenoterapia se necessário
Especialidades Envolvidas
clínico geral pediatria enfermagem urgência fisioterapia respiratória
Tempo de Tratamento
Duração típica de 7 a 10 dias, variando por caso
Acompanhamento
Retorno em 3-5 dias ou ante qualquer piora; manter hidratação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com manejo adequado; maioria se recupera sem sequelas
Fatores de Bom Prognóstico
  • início precoce da doença
  • boa adesão ao tratamento
  • ausência de complicações
  • bom estado geral
Fatores de Mau Prognóstico
  • idade avançada
  • comorbidades graves
  • oxigenação prejudicada
  • resposta lenta ao tratamento
Qualidade de Vida
Impacto moderado a leve, variável conforme duração e complicações

Prevenção

Prevenção Primária
Adotar higiene, evitar contato com doentes, manter vacinação atualizada
Medidas Preventivas
lavar as mãos
evitar tocar o rosto
vacinação anual
ambiente ventilado
evitar aglomerações em surtos
Rastreamento
Exames preventivos apenas para grupos de risco ou quando sintomas persistem

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais durante picos sazonais.
Internações/Ano
Óbitos variam com a gravidade, especialmente em grupos de risco.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em regiões urbanas com alta densidade populacional.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais de alerta?
Dificuldade respiratória, lábios roxos, dor torácica intensa, confusão, piora rápida.
2 Como diferenciar gripe de resfriado?
Gripe tende a febre alta e dores; resfriado é mais brando e com nariz entupido.
3 Quando usar antibiótico?
Antibióticos não curam vírus; indicados apenas se houver infecção bacteriana confirmada.
4 Como prevenir?
Higiene, vacinação, evitar doentes, ambientes ventilados e limpos.
5 Duração típica?
Melhora na maioria em 7-10 dias, repouso ajuda.

Mitos e Verdades

Mito

gripe dura 2 a 3 semanas; verdade depende da pessoa

Verdade

vacinação diminui formas graves e complicações

Mito

antibiótico cura gripe

Verdade

antibióticos não combatem vírus

Mito

tosse sempre indica pneumonia

Verdade

tosse comum em vírus sem pneumonia

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento se houver piora de respiração, febre alta ou desidratação.
Especialista Indicado
Clínico geral ou pediatra
Quando Procurar Emergência
Busque pronto atendimento se respiração forte, lábios azuis ou confusão
Linhas de Apoio
Disque Saude 136 SUS 0800-123-4567 Centros de saúde locais

CIDs Relacionados

J11.0 J11.2 J11.9 J12 J20

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.