contato@nztbr.com
J01.90
CID-10

Sinusite aguda não especificada

Sinusite aguda

Resumo

Sinusite aguda é inflamação dos seios paranasais com dor e nariz entupido.

Identificação

Código Principal
J01.90
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Sinusite aguda, não especificada
Nome em Inglês
Acute sinusitis
Outros Nomes
Inflamação dos seios paranasais • Sinusite aguda não especificada • Sinusite dos seios maxilares • Inflamação nasal com seios paranasais
Siglas Comuns
J01.9 J01.90 CID-10 J01.90

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças dos seios paranasais
Subcategoria
Sinusite aguda
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Incidência significativa globalmente, com variações regionais.
Prevalência no Brasil
Casos comuns no Brasil, com pico sazonal no inverno.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos; crianças também.
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre sexos.
Grupos de Risco
Infecção respiratória prévia asma/alergias fumantes desvio de septo nasal polipose nasal
Tendência Temporal
Tendência estável; picos sazonais moderados.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação dos seios paranasais por vírus, bactérias ou fungos.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação com obstrução ostiomeatal, acúmulo de muco e infecção bacteriana.
Fatores de Risco
asma ou alergias fumante ativo poluição do ar anormalidades anatômicas nasais polipose nasal imunossupressão leve
Fatores de Proteção
vacinação adequada higiene nasal evitar irritantes manejo adequado de alergias
Componente Genético
Contribuição genética limitada; não determinante.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor facial/localizada nos seios paranasais com congestão.
Sintomas Frequentes
dor facial/pressão
congestão nasal
secreção nasal espessa
dor de cabeça frontal
febre leve
mau hálito
Sinais de Alerta
  • dor facial persiste >10 dias
  • febre alta persistente
  • olho inchado com dor
  • alteração visual súbita
  • infecção ocular associada
Evolução Natural
Pode durar semanas sem tratamento; melhora com manejo adequado.
Complicações Possíveis
abscesso orbital celulite periorbital osteomielite frontal cefaleia severa cefaleia crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Duração de sintomas adequada com dor facial, congestão e secreção.
Exames Laboratoriais
hemograma PCR/inflamação cultura de secreção teste de alergia urina se febre suspeita
Exames de Imagem
TC de seios paranasais Radiografia de seios RM em casos especiais endoscopia nasal
Diagnóstico Diferencial
  • rinite
  • rinossinusite crônica
  • cefaleia
  • dor dental maxilar
  • polipose nasal
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas, conforme acesso ao cuidado.

Tratamento

Abordagem Geral
Controle de sintomas; antibióticos apenas quando indicado.
Modalidades de Tratamento
1 manejo sintomático
2 antibióticos quando indicado
3 descongestionantes nasais
4 corticosteroides intranasais
5 cirurgia se obstrução grave
Especialidades Envolvidas
Otorrinolaringologia Clinica geral Medicina de família Pneumologia Infectologia
Tempo de Tratamento
Varia com gravidade; tipicamente 7-14 dias.
Acompanhamento
Retorno em 7-10 dias ou conforme evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento adequado; maioria evolui para recuperação.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta rápida ao tratamento
  • Ausência de complicações
  • Acesso a cuidados
  • Perfil jovem
Fatores de Mau Prognóstico
  • Imunossupressão
  • Diabetes não controlado
  • Obstrução nasal crônica
  • Complicações graves
Qualidade de Vida
Impacto moderado na rotina, especialmente em crises.

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene respiratória, evitar infecções e irritantes.
Medidas Preventivas
Lavar as mãos com frequência
Não fumar
Controle de alergias
Vacinação contra gripe
Boa ventilação em ambientes
Rastreamento
Monitorar recidivas e alergias para intervenção precoce.

Dados no Brasil

Algumas milhares de internações anuais no SUS.
Internações/Ano
Baixa mortalidade na maioria dos casos.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Incidência maior em áreas urbanas com acesso a diagnóstico.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas mais comuns?
Dor facial, congestão, secreção nasal e febre leve.
2 Quando usar antibióticos?
Quando há sinais de infecção bacteriana ou complicação.
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica e, se necessário, exames de imagem.
4 Há formas de prevenir?
Higiene nasal, evitar alergênicos e vacinação contra gripe.
5 Qual é o tempo de recuperação?
Dias a semanas, conforme gravidade e tratamento.

Mitos e Verdades

Mito

antibiótico cura tudo.

Verdade

antibióticos só quando indicados; uso inadequado gera resistência.

Mito

sinusite sempre vírus.

Verdade

pode ser vírus, bactéria ou fungo; avaliação médica define.

Mito

cirurgia é opção padrão.

Verdade

cirurgia apenas para complicações ou crônica refratária.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica se dor facial e congestão durarem >10 dias.
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista
Quando Procurar Emergência
Dor severa com edema ocular ou visão turva exige pronto atendimento.
Linhas de Apoio
Disque SUS 136 Central de Atendimento SUS SUS 188

CIDs Relacionados

J01.90 J01.9 J32.0 J32.1 J32.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.