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insuficiência respiratória cid
CID-10

Insuficiência respiratória

falta de ar grave

Resumo

Falência respiratória: falha na troca de gases, exige suporte e tratamento da causa.

Identificação

Código Principal
R09.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Insuficiência respiratória aguda segundo a OMS, falha aguda da troca gasosa.
Nome em Inglês
Acute Respiratory Failure
Outros Nomes
falência respiratória • insuficiência respiratória aguda • queda da oxigenação • respiração falha • insuficiência pulmonar aguda
Siglas Comuns
IR IRA IRAG

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho respiratório (CID-10)
Categoria Principal
Doenças do sistema respiratório
Subcategoria
Falência respiratória aguda
Tipo de Condição
sindrome
Natureza
aguda
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dados globais variação conforme doenças subjacentes e acesso a cuidados.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variações por serviços de saúde.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Equilibrada ou levemente masculina
Grupos de Risco
Doentes com doença pulmonar Pacientes com sepse Idosos Cirurgias maiores Pneumonias graves
Tendência Temporal
Envelhecimento da população aumenta casos; infecções graves permanecem relevantes

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem primária: falha da troca gasosa por lesões, infecções graves ou agravamento de doenças crônicas
Mecanismo Fisiopatológico
queda da troca gasosa por ventilação/perfusão prejudicadas
Fatores de Risco
Idade avançada Doença pulmonar prévia Infecção grave Cirurgia recente Sepse Poluição
Fatores de Proteção
Oxigenação adequada Ventilação precoce Vacinação Manejo de comorbidades
Componente Genético
Influência genética em respostas inflamatórias em subtipos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dispneia marcada com esforço respiratório
Sintomas Frequentes
Taquipneia
uso de músculos acessórios
cianose
taquicardia
hipoxemia
confusão
Sinais de Alerta
  • piora rápida
  • falha respiratória
  • alteração da consciência
  • cianose persistente
  • saturação baixa
Evolução Natural
progressão rápida sem tratamento pode levar a falência de múltiplos órgãos
Complicações Possíveis
Hipoxemia persistente Lesão pulmonar Disfunção orgânica Choque Infecções

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
queda de oxigenação com necessidade de suporte ventilatório
Exames Laboratoriais
Gasometria arterial Hemograma Lactato Dímero Função renal
Exames de Imagem
Radiografia torácica Tomografia Ecocardiograma Ultrassom pulmonar
Diagnóstico Diferencial
  • asma grave
  • edema agudo de pulmão
  • embolia pulmonar
  • insuficiência cardíaca
  • infecção grave
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso a serviços de saúde

Tratamento

Abordagem Geral
Suporte ventilatório e tratamento da etiologia subjacente
Modalidades de Tratamento
1 Oxigenoterapia
2 Ventilação mecânica
3 Cuidados intensivos
4 Tratamento de infecção
5 Suporte hemodinâmico
Especialidades Envolvidas
Pneumologia Clínica geral Emergência Anestesiologia UTI
Tempo de Tratamento
Duração depende da gravidade e da resposta
Acompanhamento
Monitorização de sinais vitais, oxigênio e função pulmonar

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da etiologia e resposta ao suporte
Fatores de Bom Prognóstico
  • Rápida resposta ao suporte
  • Oxigenação estável
  • Ausência de sepse
  • Frações normais de lactato
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Falência de múltiplos órgãos
  • Sepse grave
  • Hipóxia persistente
Qualidade de Vida
Impacto relevante na autonomia e nos hábitos diários

Prevenção

Prevenção Primária
Prevenir a doença com controle de causas, vacinação e hábitos saudáveis
Medidas Preventivas
Vacinação pneumocócica
Controle de DPOC
Redução da poluição
Higiene respiratória
Treinamento de evacuação
Rastreamento
Monitorar fatores de risco e doenças associadas

Dados no Brasil

Estimativas variam; hospitalizações altas em UTIs
Internações/Ano
Mortalidade ligada à gravidade e acesso a cuidados
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga nas grandes capitais, desigualdades

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais exigem atendimento imediato?
Dificuldade extrema, saturação baixa e confusão precisam avaliação urgente.
2 É possível curar a doença por completo?
Depende da etiologia; controle da condição e suporte melhoram chances.
3 Como funciona o diagnóstico?
Junta sinais clínicos a exames de sangue, imagem e gasometria.
4 Qual o papel da prevenção?
Vacinas, higiene, manejo de fatores de risco reduzem incidência.
5 Posso voltar ao trabalho?
Depende da gravidade; ajuste de atividades pode ser necessário.

Mitos e Verdades

Mito

Mais oxigênio resolve tudo?

Verdade

Oxigênio é terapêutico, não cura sozinho; precisa de tratamento da etiologia.

Mito

Falar pouco ajuda a respirar melhor?

Verdade

Conversa ajuda apenas se a oxigenação está estável; trate a causa.

Mito

Ventilação mecânica é desnecessária em pacientes estáveis?

Verdade

Pode ser essencial em piora aguda; decisão médica orienta o uso.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento imediato se piorar a respiração
Especialista Indicado
Pneumologista ou clínico geral
Quando Procurar Emergência
Saturação baixa, respiração difícil, confusão, pele azulada
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 Disque Saúde

CIDs Relacionados

R09.2 R09.89 J96.0 J96.9 R09.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.