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influenza cid
CID-10

Influenza viral aguda

Gripe influenza

Resumo

Influenza é gripe viral sazonal; diagnóstico com testes; tratamento depende do risco.

Identificação

Código Principal
J11
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Influenza viral, infecção respiratória aguda por influenza (OMS)
Nome em Inglês
Influenza viral infection
Outros Nomes
gripe sazonal • influenza • gripe humana • virus influenza • influenza estacional
Siglas Comuns
ILI FLU Gripe

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças infecciosas respiratórias
Subcategoria
Influenza viral
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência mundial estimada em milhões de casos anuais, com forte variação sazonal.
Prevalência no Brasil
Brasil com surtos sazonais; vacinação reduz complicações em idosos.
Faixa Etária Principal
Crianças pequenas e idosos representam grupo principal.
Distribuição por Sexo
Distribuição similar entre sexos.
Grupos de Risco
Idosos Gravidez Doenças crônicas Crianças Portadores de comorbidades
Tendência Temporal
Tendência sazonal: picos no outono-inverno, com variações anuais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Vírus influenza, Orthomyxoviridae; tipos A e B predominantes.
Mecanismo Fisiopatológico
Vírus invade vias aéreas, causa replicação, inflamação e resposta imune, levando aos sintomas.
Fatores de Risco
Idosos Crianças pequenas Gestantes Doenças cardíacas/respiratórias Imunossupressão Exposição ocupacional
Fatores de Proteção
Vacinação anual Higiene respiratória Isolamento de casos Ventilação adequada
Componente Genético
Mutação antigênica favorece surto; cepas mudam a cada temporada.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Febre súbita, calafrios, tosse seca e mal-estar.
Sintomas Frequentes
dor muscular
tosse
febre
calafrios
dor de garganta
cansaço
Sinais de Alerta
  • dificuldade respiratória
  • dor no peito
  • confusão
  • desidratação
  • piora súbita
Evolução Natural
Melhora em 3-7 dias; complicações possíveis sem manejo em grupos de risco.
Complicações Possíveis
Pneumonia Otite média Laringite Exacerbação de asma Miocardite

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Quadro compatível; confirmação por RT-PCR ou teste rápido quando disponível.
Exames Laboratoriais
RT-PCR influenza Teste rápido de antígeno Hemograma Sorologia Sequenciamento
Exames de Imagem
Radiografia de tórax TC em casos graves RM não rotineira Ultrassom cardíaco
Diagnóstico Diferencial
  • COVID-19
  • RSV
  • Pneumonia bacteriana
  • Resfriado comum
  • Parainfluenza
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico tipicamente em poucos dias com RT-PCR

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio de sintomas, hidratação, monitoramento; antivirais devem considerar risco
Modalidades de Tratamento
1 Antivirais (oseltamivir)
2 Analgesia
3 Antitérmicos
4 Hidratação
5 Suporte respiratório
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Pediatria Infectologia UTI Enfermagem
Tempo de Tratamento
Geralmente 5 dias de antivirais conforme necessidade
Acompanhamento
Retorno em 48–72 h; monitorar sinais de piora

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com manejo oportuno; risco maior em grupos vulneráveis
Fatores de Bom Prognóstico
  • Vacina recente
  • Idade jovem
  • Sem comorbidades
  • Acesso rápido a antivirais
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Doenças crônicas
  • Gravidez de alto risco
  • Imunossupressão
Qualidade de Vida
Impacto temporário na energia e atividades, recuperação geralmente rápida

Prevenção

Prevenção Primária
Vacinação anual e higiene; evitar aglomerações em surtos
Medidas Preventivas
Vacina anual
Higiene das mãos
Máscaras em surtos
Ventilação adequada
Evitar contato com doentes
Rastreamento
Cribagem baseada em sintomas; vigilância epidemiológica

Dados no Brasil

Internações variam por ano; picos em temporadas frias.
Internações/Ano
Óbitos são baixos em anos sem alta virulência; picos em grupos de risco.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste, Sul com maior carga em invernos; Norte/Nordeste variam.

Perguntas Frequentes

1 Posso pegar influenza todo ano?
Sim; imunidade varia, vacina anual reduz risco e gravidade.
2 A gripe se cura sozinha?
Na maioria, melhora em 1 semana; antivirais ajudam grupos de risco.
3 Quais sinais pedem atendimento?
Dificuldade respiratória, dor no peito, confusão, desidratação, febre alta.
4 A vacina é segura?
Vacina é segura; efeitos leves são comuns, reações graves são raras.
5 Como evitar gripe no dia a dia?
Higiene, máscara em surtos, evitar doentes, vacinar-se.

Mitos e Verdades

Mito

gripe é apenas resfriado.

Verdade

influenza pode levar a pneumonia e complicações graves.

Mito

vacina causa gripe.

Verdade

vacina não provoca gripe; efeitos são leves.

Mito

antibiótico cura gripe.

Verdade

antibióticos não ajudam contra vírus influenza.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade de saúde ao primeiro sinal de gripe grave
Especialista Indicado
Clínico geral ou médico de família
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, dor no peito, confusão, desidratação
Linhas de Apoio
SUS 136 Disque Saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.