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infecções de pele cid
CID-10

Infecções de Pele

Infecções de pele comuns

Resumo

Infecções de pele são comuns, tratáveis com higiene, curativos e, quando necessário, antibióticos.

Identificação

Código Principal
L00-L08
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Infecções da pele e dos tecidos moles
Nome em Inglês
Skin and Soft Tissue Infections
Outros Nomes
foliculite • celulite • impetigo • abscesso cutâneo • infecção cutânea
Siglas Comuns
L00-L08 CID-10-L00L08 L0-L08

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças da pele e tecidos moles
Categoria Principal
Infecções da pele
Subcategoria
Infecções da pele e tecidos subcutâneos
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Infecções de pele são comuns globalmente, com variação por clima e higiene.
Prevalência no Brasil
Varia por região, com carga maior em áreas com saneamento precário.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; neonatos e idosos apresentam maior risco
Distribuição por Sexo
Equilibrado entre homens e mulheres
Grupos de Risco
diabetes imunossupressão feridas_crônicas idade_extrema habitos_higiene_deficiente
Tendência Temporal
Estável com variações regionais e melhoria com higiene

Etiologia e Causas

Causa Principal
Bactérias da pele, principalmente S. aureus e Streptococcus pyogenes
Mecanismo Fisiopatológico
Invasão bacteriana gera inflamação com edema, dor e calor; tecidos podem necrosar
Fatores de Risco
higiene precária diabetes mellitus imunossupressão idade extrema feridas_crônicas exposição a feridas
Fatores de Proteção
higiene adequada curativos corretos ambiente limpo condições de saúde pública
Componente Genético
Contribuição genética limitada; imunodeficiências elevam risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor local com vermelhidão, calor e possível pus
Sintomas Frequentes
eritema
edema
dor
pus
prurido
febre baixa
Sinais de Alerta
  • dor intensa desproporcional
  • febre alta
  • secreção fedorenta
  • linfoadenopatia dolorosa
  • progressão rápida
Evolução Natural
Sem tratamento pode piorar, formar abscesso ou disseminar
Complicações Possíveis
abscesso celulite necrosante sepse falha de tratamento deformidades cicatriciais

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica criteriosa; cultura de lesão quando disponível
Exames Laboratoriais
hemograma PCR VHS cultura de exsudato teste de sensibilidade
Exames de Imagem
ultrassom para abscesso RM em casos profundos TC para fasceíte necrosante doppler se suspeita de complicação
Diagnóstico Diferencial
  • dermatite infecciosa
  • eczema com infecção secundaria
  • vasculite cutânea
  • furúnculo complexo
  • dermatite de contato infecciosa
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias até confirmação com cultura, mais rápido com avaliação clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Controle da infecção, alívio da dor e proteção da pele; antibióticos conforme gravidade
Modalidades de Tratamento
1 antibioticoterapia com base na gravidade
2 drenagem de abscesso
3 cuidados com feridas
4 manejo de comorbidades
5 educação ao paciente
Especialidades Envolvidas
Dermatologia Clínica geral Infectologia Cirurgia de pele Enfermagem
Tempo de Tratamento
Duração depende da infecção; tipicamente 7-14 dias
Acompanhamento
Retornos frequentes nos primeiros dias para monitorar evolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com tratamento oportuno
Fatores de Bom Prognóstico
  • resposta rápida
  • lesões pequenas
  • ausência de comorbidades
  • controle glicêmico
Fatores de Mau Prognóstico
  • diabetes descontrolado
  • imunossupressão
  • infecção extensa
  • abscesso não drenado
Qualidade de Vida
Geralmente boa com tratamento correto e controle de feridas

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene, cuidado de feridas e evitar compartilhamento de itens
Medidas Preventivas
higienização das mãos
feridas cobertas
ambiente limpo
curativos adequados
evitar automedicação
Rastreamento
Rotina para diabéticos e imunossuprimidos

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais conforme gravidade
Internações/Ano
Mortalidade baixa quando tratado precocemente
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste e Nordeste apresentam maior carga; variações regionais

Perguntas Frequentes

1 Infecções de pele curam sem tratamento?
Algumas melhoram; outras progridem sem cuidado adequado.
2 Antibiótico resolve tudo?
Não; uso inadequado gera resistência e falha terapêutica.
3 Como diagnosticar cedo?
Avaliação clínica e, se necessário, cultura do material
4 Precisa de cirurgia?
A maioria não, apenas drenagem de abscesso se houver
5 Posso prevenir?
Higiene, feridas bem cuidadas e acompanhamento médico

Mitos e Verdades

Mito

tudo passa sozinho.

Verdade

avaliação médica evita piora e complicações.

Mito

antibióticos curam tudo.

Verdade

uso indevido aumenta resistência.

Mito

só adultos adoecem.

Verdade

crianças e idosos também são vulneráveis.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade básica de saúde primeiro
Especialista Indicado
Dermatologista ou clínico geral
Quando Procurar Emergência
Febre alta, dor intensa, pele muito vermelha ou difícil de mover
Linhas de Apoio
0800-000-0000 Disque SUS 136 Central de Regulação 2500

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.