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infecção pele cid
CID-10

Infecção de pele (CID)

Infecção de pele

Resumo

Infecção de pele é comum; sinais são vermelhidão, calor, dor e pus.

Identificação

Código Principal
L03.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Infecção de pele, não especificada
Nome em Inglês
Skin infection
Outros Nomes
Celulite • Piodermite • Infecção cutânea • Infecção dérmica • Infecção de pele
Siglas Comuns
CID-10 ICD-10 CID Brasil

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele e tecido subcutâneo
Categoria Principal
Doenças infecciosas da pele
Subcategoria
Infecção de pele (não especificada)
Tipo de Condição
infecciosa
Natureza
aguda
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Infecções cutâneas são comuns globalmente; variam por tipo e região.
Prevalência no Brasil
Brasil: variação regional; dados não uniformes.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; maior em adultos jovens
Distribuição por Sexo
Levemente mais comuns em mulheres.
Grupos de Risco
Diabéticos Imunossuprimidos Portadores de obesidade Idosos Usuários de álcool ou drogas
Tendência Temporal
Tendência estável; picos sazonais locais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Bactérias da pele, sobretudo Staphylococcus aureus e Streptococcus pyogenes.
Mecanismo Fisiopatológico
Bactéria invade pele, provoca inflamação, edema e dor; pode evoluir para abscesso.
Fatores de Risco
Ferimentos na pele Diabetes Imunossupressão Drenagem linfática insuficiente Higiene precária Uso de corticoides tópicos prolongados
Fatores de Proteção
Higiene adequada Cuidados com feridas Tratamento oportuno de lesões Controle de condições crônicas
Componente Genético
null

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Eritema doloroso com calor local e dor; pus em alguns casos.
Sintomas Frequentes
Dor local
Hiperemia
Edema
Calor local
Pus ou secreção leve
Febre leve quando extensa
Sinais de Alerta
  • Febre alta
  • Dor intensa que piora
  • Celulite extensiva
  • Sinais de sepse (choque, confusão)
  • Dor que não cede com analgésicos
Evolução Natural
Sem tratamento, pode progredir para abscesso ou disseminação para tecidos profundos.
Complicações Possíveis
Abscesso Sepse Linfadenite Necrose de pele Falha de cicatrização

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com eritema, calor, dor; confirmação por cultura se possível.
Exames Laboratoriais
Hemograma com leucocitose PCR elevada Cultura de pus Testes de sensibilidade aos antibióticos Urina se febre for motivo
Exames de Imagem
Ultrassom para abscesso Ressonância magnética para extensão TC quando necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Dermatite
  • Infecção fúngica
  • Piodermite não infecciosa
  • Reação alérgica cutânea
  • Celulite não infecciosa
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias desde o início dos sintomas até diagnóstico.

Tratamento

Abordagem Geral
Higiene, monitoramento, manejo de dor; antibióticos apenas se indicado.
Modalidades de Tratamento
1 Cuidados com feridas
2 Drenagem de abscesso quando indicado
3 Antibióticos conforme necessidade
4 Controle de comorbidades
5 Educação do paciente
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Dermatologista Enfermeiro de feridas Infectologista Cirurgião quando abscesso
Tempo de Tratamento
Depende da gravidade; geralmente dias a semanas.
Acompanhamento
Consultas de follow-up para evolução, com reavaliação em 24-48h.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento adequado; risco de recorrência em indivíduos com fatores de risco.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Infecção localizada
  • Resposta clínica rápida
  • Ausência de comorbidades
  • Gravidade leve
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diabetes descontrolada
  • Imunossupressão
  • Abscesso não drenado
  • Infecção extensa
Qualidade de Vida
Durante episódio, impacto moderado; recuperação rápida na maioria.

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene adequada, cuidado com feridas, proteção da pele.
Medidas Preventivas
Lavar mãos com sabão
Limpar feridas rapidamente
Cobrir feridas
Não compartilhar itens pessoais
Controle de doenças crônicas
Rastreamento
Exames preventivos conforme risco; não específico para infecções de pele

Dados no Brasil

Variam por região; internações mais frequentes em casos complicados.
Internações/Ano
Baixa mortalidade; apenas casos graves com comorbidades.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais comuns em áreas com saneamento deficiente; variação regional.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam infecção de pele?
Vermelhidão, calor, dor, pus; febre pode ocorrer.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica; exames apenas se necessário.
3 Posso tratar em casa?
Casos leves com higiene adequada; antibióticos apenas se orientado.
4 Como prevenir recorrência?
Higiene, feridas secas, controle de doenças crônicas.
5 Como funciona a recuperação?
Melhora em dias com tratamento; procure ajuda se piorar.

Mitos e Verdades

Mito

banho quente cura infecção.

Verdade

Vigoriza higiene, antibiótico pode ser necessário conforme caso.

Mito

só aparece com sujeira.

Verdade

Feridas podem ocorrer mesmo com higiene adequada.

Mito

qualquer ferida cutânea é sempre grave.

Verdade

Poucas feridas evoluem para infecção séria com tratamento adequado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica ou pronto atendimento ao notar sinais.
Especialista Indicado
Clínico geral ou dermatologista
Quando Procurar Emergência
Sinais de sepse, dor intensa, febre alta, sangramento
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 Central de atendimento de saúde local

CIDs Relacionados

L03.9 L02.9 L04.0 L02.0 L02.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.