ime clinica cidada
CID-10
Asma leve persistente
asma leve persistente
Resumo
Asma leve é comum; controle com inaladores e evitar gatilhos.
Identificação
- Código Principal
- J45.909
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Doença asmática leve persistente conforme OMS, código J45.909
- Nome em Inglês
- Mild Persistent Asthma
- Outros Nomes
- asma • asma branda • asma alérgica leve • bronquite asmática leve • asma de esforço
- Siglas Comuns
- AAL ASMA-L A-L
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo I - Doenças do aparelho respiratório
- Categoria Principal
- Doenças do sistema respiratório
- Subcategoria
- asma
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- leve
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Globais estimativas apontam 262 milhões com asma; variações por região e idade.
- Prevalência no Brasil
- Brasil: variabilidade regional; dados dependem de critérios diagnósticos.
- Faixa Etária Principal
- crianças de 5-14 anos
- Distribuição por Sexo
- Proporção aproximadamente igual entre homens e mulheres
- Grupos de Risco
- crianças gestantes fumantes alérgicos famílias com histórico
- Tendência Temporal
- Aumento gradual nas últimas décadas; melhoria de diagnóstico
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Inflamação crônica das vias aéreas desencadeada por alérgenos, irritantes e predisposição genética.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Inflamação crônica, hiperresponsividade, edema e produção de muco levando à broncoconstrição
- Fatores de Risco
- histórico familiar de asma alergias sazonais exposição a fumaça de cigarro poluição ambiental obesidade infantil fatores psicossociais
- Fatores de Proteção
- ambiente livre de fumaça aleitamento materno habitação com boa ventilação vacinação adequada
- Componente Genético
- Contribuição genética moderada; herdado em famílias, envolve vias imunes
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Chiado no peito com sibilos, especialmente ao esforço ou à noite.
- Sintomas Frequentes
-
chiado ao respirartosse noturnaopressão torácicafalta de ar ao esforçorespiração rápidabenefício com broncodilatador
- Sinais de Alerta
-
- dificuldade grave para falar
- cianose
- uso de musculatura acessória
- confusão mental
- ausência de ar em crises
- Evolução Natural
- crises recorrentes sem controle podem limitar atividades diárias
- Complicações Possíveis
- crises graves com risco respiratório hiperinsuflação pulmonar distúrbios do sono limitação de atividades asfixia transitória
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Histórico de crises, sibilos, melhora com broncodilatador; espirometria com reversibilidade.
- Exames Laboratoriais
- IgE elevada eosinófilos no sangue hemograma completo teste de alérgenos gasometria quando grave
- Exames de Imagem
- Radiografia de tórax para excluir outras causas TC torácica apenas se dúvida diagnóstica
- Diagnóstico Diferencial
-
- rinite alérgica
- bronquite crônica
- DPOC leve
- refluxo gastroesofágico
- infecções respiratórias recorrentes
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Varia; semanas a meses após início de sintomas persistentes
Tratamento
- Abordagem Geral
- Controle ambiental, educação, plano de ação e uso racional de inaladores.
- Modalidades de Tratamento
-
1 Medicamento controlador inalado2 Broncodilatadores de ação rápida3 Educação terapêutica4 Reabilitação respiratória5 Vacinas em dia
- Especialidades Envolvidas
- Pneumologista Alergologista Enfermeiro educativo Fisioterapeuta respiratório Otorrino
- Tempo de Tratamento
- Controle contínuo; meses a anos com ajustes
- Acompanhamento
- Retornos a cada 3 meses; revisão de inaladores e gatilhos
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Com controle adequado, boa qualidade de vida e atividade normal
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- bom controle de gatilhos
- boa adesão ao tratamento
- controle de alergias
- atividade física regular
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- tabagismo ativo
- ação irregular de inaladores
- infecções frequentes
- alta intensidade de crises
- Qualidade de Vida
- Vida cotidiana possível com acompanhamento e adesão
Prevenção
- Prevenção Primária
- Evitar fumaça e poluentes; reduzir gatilhos; amamentação favorece desenvolvimento pulmonar
- Medidas Preventivas
-
evitar fumoreduzir poeira e mofovacina anual contra gripecontrole de alérgenosatividade física
- Rastreamento
- Avaliação anual de sintomas; função pulmonar conforme necessidade
Dados no Brasil
Milhares de internações por crises agudas anuais
Internações/Ano
Óbitos por asma são uma parcela menor, quando controlada
Óbitos/Ano
Perguntas Frequentes
1
Asma é contagiosa?
Não. Asma é inflamação das vias aéreas, não é transmitida.
2
Exercícios pioram a asma?
Não necessariamente. Com controle, atividades físicas ajudam.
3
Inaladores viciam?
Não. Uso correto é seguro e essencial para controle.
4
Como é diagnosticada a asma?
História, sibilos e testes como espirometria com reversibilidade.
5
Posso prevenir crises?
Identificar gatilhos, seguir plano de ação e adesão ao tratamento.
Mitos e Verdades
Mito
asma é contagiosa.
Verdade
não é contagiosa; é inflamatória.
Mito
exercícios sempre pioram.
Verdade
com controle, atividade é benéfica.
Mito
inaladores viciam.
Verdade
inaladores são seguros quando usados conforme orientação.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Unidade básica, pedir encaminhamento a pneumologista se necessário
- Especialista Indicado