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I49.9
CID-10

Arritmia cardíaca inespecífica

Condução irregular e ritmos anormais

Resumo

Arritmias são ritmos cardíacos fora do normal; podem variar amplamente

Identificação

Código Principal
I49.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Arritmias cardíacas
Nome em Inglês
Cardiac arrhythmias
Outros Nomes
arritmia cardíaca • distúrbio do ritmo cardíaco • taquiarritmia • bradiarritmia • ritmo cardíaco irregular
Siglas Comuns
ECG IRR TAQ

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema circulatório
Categoria Principal
Arritmias cardíacas
Subcategoria
Arritmia inespecífica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global moderada, variando por tipo e idade.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; maior em idosos com cardiopatia.
Faixa Etária Principal
Adultos acima de 60 anos
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em homens
Grupos de Risco
Hipertensão Doença arterial coronariana Insuficiência cardíaca Diabetes Obesidade
Tendência Temporal
Aumento gradual com envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Disfunção de condução elétrica com vias de reentrada predominante
Mecanismo Fisiopatológico
Alterações elétricas com foco de automatismo anômalo e vias de condução
Fatores de Risco
Idade avançada Hipertensão Diabetes Obesidade Tabagismo Consumo excessivo de álcool
Fatores de Proteção
Exercício regular Dieta balanceada Controle de pressão arterial Abstenção de tabaco
Componente Genético
Predisposição genética moderada em síndromes de ritmo

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Palpitações ou sensação de batimento irregular
Sintomas Frequentes
Palpitações
Tontura
Síncope leve
Dispneia discreta
Fadiga
Dor torácica inespecífica
Sinais de Alerta
  • Dor no peito súbita
  • Desmaio súbito com convulsões
  • Dificuldade respiratória aguda
  • Palidez extrema
  • Confusão mental
Evolução Natural
Sem tratamento, episódios podem persistir ou evoluir
Complicações Possíveis
AV bloqueio Insuficiência cardíaca Tromboembolismo se AF Fibrilação crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
ECG padrão, monitorização Holter, avaliação clínica
Exames Laboratoriais
Hemograma Eletrólitos Troponina se dor torácica Perfil lipídico
Exames de Imagem
ECG de 12 derivação Ecocardiograma Holter 24h RM cardíaca
Diagnóstico Diferencial
  • Taquicardia supraventricular
  • Bradiarritmia fisiológica
  • Fibrilação atrial paroxística
  • Hipertrofia cardíaca
  • Isquemia aguda
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas até confirmação, conforme acesso a exames

Tratamento

Abordagem Geral
Controle de ritmo/frequência, prevenção de tromboembolismo, manejo de causas subjacentes
Modalidades de Tratamento
1 Medicação antiarrítmica
2 Cardioversão elétrica
3 Ablation por cateter
4 Marcapasso
5 Estimulação cardíaca
Especialidades Envolvidas
Cardiologia Eletrofisiologia Medicina de Urgência Cuidados intensivos Geriatria
Tempo de Tratamento
Duração varia por ritmo e gravidade
Acompanhamento
Consultas regulares com cardiologista e monitorização de ritmo

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva varia; manejo adequado reduz sintomas e risco
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Controle de fatores de risco
  • Ritmo estável com tratamento
  • Detecção precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Doença cardíaca estrutural
  • Insuficiência cardíaca
  • Diagnóstico tardio
Qualidade de Vida
Pode manter boa qualidade de vida com tratamento adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Estilo de vida saudável, controle de pressão, diabetes e peso; evitar tabagismo
Medidas Preventivas
Exercício regular
Dieta balanceada
Controle de peso
Evitar álcool excessivo
Gestão do estresse
Rastreamento
ECG periódico e avaliação de fatores de risco; monitorização se sintomática

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais em todo o país
Internações/Ano
Varia conforme região; mortalidade não é alta na maioria
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em áreas com acesso à cardiologia; menos em áreas remotas

Perguntas Frequentes

1 Posso praticar exercícios com arritmia?
Avaliação médica individual; atividades leves costumam ser seguras
2 Diagnóstico depende de ECG?
ECG e monitorização confirmam o ritmo
3 Precisa de tratamento imediato?
Depende do tipo e gravidade; alguns episódios requerem atenção
4 Há cura?
Tratamento reduz sintomas e risco; cura completa depende do caso
5 Como prevenir recidiva?
Seguir tratamento, estilo de vida saudável e controle de fatores

Mitos e Verdades

Mito

Cafeína piora arritmias sempre

Verdade

Efeito varia com o tipo de arritmia; alguns toleram cafeína

Mito

Apenas idosos têm arritmias

Verdade

Jovens também podem ter arritmias; congênitas existem

Mito

Toda arritmia exige choque imediato

Verdade

Nem toda precisa de cardioversão; muitos casos são controlados

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure cardiologia; vá ao pronto atendimento se piorar
Especialista Indicado
Cardiologista ou eletrofisiologista
Quando Procurar Emergência
Dor torácica grave, desmaio, falta de ar súbita
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 Central de suporte local SUS

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.