contato@nztbr.com
I26.9
CID-10

Embolia Pulmonar

Tromboembolismo Pulmonar

Resumo

TEP bloqueia artéria pulmonar, prejudica oxigenação; sinais emergentes.

Identificação

Código Principal
I26.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Embolia Pulmonar
Nome em Inglês
Pulmonary Embolism
Outros Nomes
Embolia pulmonar • TEP • Tromboembolismo pulmonar • Embolia pulmonalis • Embolismo pulmonar acuta
Siglas Comuns
TEP EP I26

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema circulatório
Categoria Principal
Doenças do sistema circulatório
Subcategoria
Embolia Pulmonar
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: TEP afeta dezenas a centenas por 100 mil/ano; depende de risco, diagnóstico e acesso a serviços.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variação regional e subdiagnóstico.
Faixa Etária Principal
Adultos acima de 60 anos
Distribuição por Sexo
Leve predomínio depende do grupo; na população geral, equilíbrio.
Grupos de Risco
Cirurgia recente Imobilização prolongada Câncer ativo Trombofilia conhecida Gravidez/PP
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento, imobilização, diagnósticos mais velozes.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trombose venosa profunda como fonte comum de embolo para pulmões.
Mecanismo Fisiopatológico
Obstrução do leito vascular pulmonar por êmbolo, gerando hipoxemia e resposta inflamatória.
Fatores de Risco
Imobilização longa Cirurgia recente Câncer ativo Gravidez/PP Trombofilia conhecida Uso de anticoncepcionais ou terapia hormonal
Fatores de Proteção
Profilaxia adequada, mobilização precoce, diálise? Mobilização precoce Hidratação adequada Uso de dispositivos compressivos
Componente Genético
Contribuição genética moderada em trombofilia hereditária.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dispneia súbita é queixa mais comum.
Sintomas Frequentes
Dispneia súbita
Dor torácica pleurítica
Taquicardia
Taquipneia
Síncope
Sinais de Alerta
  • Dor ou pressão no peito que piora ao respirar
  • Síncope com dor
  • Sinais de choque
  • pele fria e cianose
  • Saturação de oxigênio baixa persistente
Evolução Natural
Sem tratamento, pode progredir rapidamente; com tratamento, melhora gradual.
Complicações Possíveis
Hipertensão pulmonar crônica Falência direita cardíaca Insuficiência respiratória Hipoxemia persistente Recorrência embólica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Suspeita clínica com confirmação por imagem; Wells e D-dímero ajudam na triagem.
Exames Laboratoriais
Hemograma Perfil de coagulação Gasometria arterial D-dímero Função renal
Exames de Imagem
Angio-TC torácica Doppler venoso de membros inferiores Radiografia de tórax Ecocardiograma
Diagnóstico Diferencial
  • Pneumonia
  • Pleurite
  • Infarto do miocárdio
  • Derrame pleural
  • Asma aguda
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso a imagem; em contextos ideais, minutos a horas.

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento orientado por anticoagulação e suporte; objetivos: impedir novos êmbolos e manter oxigenação.
Modalidades de Tratamento
1 Anticoagulação
2 Trombólise em TE massiva
3 Filtro de veia cava em casos selecionados
4 Suporte ventilatório
5 Cuidados de suporte
Especialidades Envolvidas
Clínica médica Pneumologia Terapia intensiva Cirurgia torácica Hematologia
Tempo de Tratamento
Duração depende do risco; tipicamente semanas a meses.
Acompanhamento
Monitoramento clínico, exames periódicos e ajuste de anticoagulação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia por gravidade; muitos melhoram com tratamento adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Detecção precoce
  • TEP não massiva
  • Resposta clínica rápida
  • Ausência de falência orgânica
Fatores de Mau Prognóstico
  • TEP massiva
  • Choque
  • Falência respiratória
  • Doença cardíaca grave
Qualidade de Vida
Impacto variável; recuperação possível com reabilitação e apoio familiar.

Prevenção

Prevenção Primária
Adote mobilidade, controle de fatores de risco e tratamento de doenças vasculares.
Medidas Preventivas
Mobilização precoce
Profilaxia de DVT em hospitalizações
Uso de compressão elástica
Controle de câncer ativo
Parar tabagismo
Rastreamento
Não há rastreamento universal; foco em prevenção de DVT.

Dados no Brasil

40-60 mil internações anuais no SUS.
Internações/Ano
Mortalidade variável por gravidade; dados nacionais em atualização.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Incidência maior em áreas com população idosa e comorbidades.

Perguntas Frequentes

1 Posso prevenir TE com exercícios simples?
Movimento regular e hidratação ajudam; evitar imobilização prolongada é crucial.
2 Drogas anticoagulantes são perigosas?
Uso exige avaliação médica; benefícios costumam superar riscos quando indicado.
3 Como sei se tenho TEP?
Dor torácica + falta de ar súbita requer avaliação com imagem.
4 Posso ter TEP novamente?
Recorrência é possível; prevenção depende de tratamento adequado e adesão.
5 Quais sinais após alta?
Procure atendimento se piorar; dor torácica, falta de ar ou tontura.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total evita TE.

Verdade

atividade moderada ajuda; imobilização aumenta risco.

Mito

TE ocorre apenas em idosos.

Verdade

pode ocorrer em qualquer idade com fatores de risco.

Mito

exames de sangue substituem imagem.

Verdade

diagnóstico depende de imagens como angio-TC.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento se falta ar, dor no peito ou desmaio.
Especialista Indicado
Pulmonologista ou hematologista
Quando Procurar Emergência
Sinais de choque, confusão, dificuldade grave para respirar.
Linhas de Apoio
Samu 192 Cuidado local de saúde CVV 188

CIDs Relacionados

I26.9 I26.0 I82.8 Z86.3

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.