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I20.0
CID-10

Angina instável

Angina de peito instável

Resumo

Dor no peito por fluxo sanguíneo reduzido; avaliação rápida salva músculo cardíaco.

Identificação

Código Principal
I20.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Angina pectoris instável, sem infarto do miocárdio
Nome em Inglês
Unstable Angina
Outros Nomes
Angina de peito instável • Dor no peito instável • Angina instável • Angina de início agudo • ANGINA INSTÁVEL
Siglas Comuns
AI Ang Instável AIS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Doenças cardíacas isquêmicas
Subcategoria
Angina pectoris
Tipo de Condição
sindrome
Natureza
aguda
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência variável; ligada a DAC. Não há taxa única isolada para AI.
Prevalência no Brasil
Brasil acompanha ACS; AI depende de DAC regional e acesso a tratamento.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade e idosos
Distribuição por Sexo
Mais comum em homens até idade avançada; tendência de igualdade com idade.
Grupos de Risco
Doentes com DAC Tabagismo Hipertensão Diabetes Dislipidemia
Tendência Temporal
Estável com avanços terapêuticos; queda de mortalidade

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fluxo sanguíneo coronário reduzido por placas de aterosclerose.
Mecanismo Fisiopatológico
Redução do fluxo coronário por placas; dor anginosa com maior demanda
Fatores de Risco
Tabagismo Hipertensão Diabetes Dislipidemia Idade avanzada Sedentarismo
Fatores de Proteção
Vida ativa Controle de fatores de risco Dieta saudável Parar de fumar
Componente Genético
Contribuição genética moderada; história familiar aumenta risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no peito ou desconforto, peso ou aperto, piora com esforço
Sintomas Frequentes
Dor no peito irradiando para ombro esquerdo
Falta de ar
Suor frio
Náusea
Tontura
Pressão no peito
Sinais de Alerta
  • Dor intensa súbita
  • Desmaio
  • Dificuldade respiratória
  • Pele fria/camada de suor
  • Alteração de fala ou pulso
Evolução Natural
Sem tratamento, pode evoluir para infarto ou falência cardíaca
Complicações Possíveis
Infarto do miocárdio Insuficiência cardíaca Arritmias Morte súbita Shock cardiogênico

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de dor isquêmica com ECG e biomarcadores; confirmação clínica
Exames Laboratoriais
Troponina cardíaca CK-MB Hemograma Glicose Perfil lipídico
Exames de Imagem
ECG Ecocardiograma Angio TC coronária RM cardíaca
Diagnóstico Diferencial
  • Infarto
  • Dor gástrica
  • Dispepsia
  • Pneumotórax
  • Pânico
Tempo Médio para Diagnóstico
Varía com acesso; diagnóstico rápido em emergências

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, controle isquêmico e prevenção de complicações
Modalidades de Tratamento
1 Medicamento
2 Antitrombótico
3 Antianginoso
4 Revascularização
5 Reabilitação cardíaca
Especialidades Envolvidas
Cardiologia Emergência Clínica geral Reabilitação cardíaca Enfermagem
Tempo de Tratamento
Imediato para dor; avaliação nas primeiras horas
Acompanhamento
Seguimento com cardiologista nas primeiras semanas; ajustes

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende de DAC e tratamento; manejo adequado melhora
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta rápida ao tratamento
  • Acesso à revascularização
  • Controle de fatores
  • Adesão ao plano
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • DAC extensa
  • Diabetes mal controlado
  • Hipertensão não controlada
Qualidade de Vida
Pode melhorar com tratamento; dor controlada e atividade retorna

Prevenção

Prevenção Primária
Manter fatores de risco sob controle, estilo de vida saudável
Medidas Preventivas
Parar de fumar
Alimentação balanceada
Atividade física
Controle de pressão
Controle de glicose e lipídios
Rastreamento
Exames regulares para DAC conforme orientação médica

Dados no Brasil

Taxas variam por região; não há número único.
Internações/Ano
Mortalidade depende de DAC e acesso ao tratamento.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga onde DAC não tratada; desigualdades regionais persistem.

Perguntas Frequentes

1 Como surge angina instável?
Dor torácica por fluxo reduzido; avaliacão rápida evita complicações.
2 Quais sinais demandam atendimento imediato?
Dor forte no peito, falta de ar, sudorese, desmaio; procure ajuda.
3 Como confirmar diagnóstico?
História clínica, ECG e marcadores cardíacos ajudam a confirmar.
4 É possível prevenir recorrências?
Mudanças de vida, medicações e tratamento adequado reduzem eventos.
5 O que faço no dia a dia?
Siga orientações, pare de fumar, pratique atividade física, trate riscos.

Mitos e Verdades

Mito

dor no peito sempre é infarto.

Verdade

pode ser angina; apenas avaliação médica confirma.

Mito

apenas homens têm angina.

Verdade

mulheres também são afetadas; sintomas variam.

Mito

repouso cura tudo.

Verdade

tratamento adequado reduz risco; diagnóstico importa.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento ao surgir dor torácica intensa ou persistente
Especialista Indicado
Cardiologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, respiração difícil, desmaios, sudorese; procure socorro
Linhas de Apoio
192 SAMU 188 Central de Cardiologia 135 Central de Saúde

CIDs Relacionados

I21 I25.1 I50.9 R57.0 Z95.1

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.