contato@nztbr.com
hipogonadismo cid
CID-10

Hipogonadismo

Baixa testosterona

Resumo

Menos testosterona no corpo causa fadiga, menos desejo e ossos mais frágeis.

Identificação

Código Principal
E29.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hipogonadismo: deficiência de testosterona por falha gonadal ou eixo hormonal.
Nome em Inglês
Hypogonadism
Outros Nomes
Hipogonadismo primário • Falha Gonadal • Deficiência de testosterona • Hipogonadismo gonadal • Deficiência androgênica
Siglas Comuns
HG HHG HAG

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças Endócrinas e Metabólicas
Categoria Principal
Doenças Endócrinas
Subcategoria
Hipogonadismo primário/secundário
Tipo de Condição
doenca
Natureza
variavel
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam por etiologia; prevalência de hipogonadismo congênito e adquirido é baixa a moderada.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais mostram maior detecção em adultos jovens; subdiagnóstico ocorre em várias faixas.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e meia-idade
Distribuição por Sexo
Predominância masculina na maioria dos casos.
Grupos de Risco
História familiar de hipogonadismo Tratamentos gonadais agressivos Infecções testiculares Uso de certos medicamentos Doenças crônicas
Tendência Temporal
Varia conforme acesso a endocrinologia; diagnóstico tem aumentado com triagem.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Falha gonadal primária ou deficiência de produção testosterona pela gonadalía
Mecanismo Fisiopatológico
Deficiência de testosterona decorrente de falha gonadal ou eixo hormonal
Fatores de Risco
História familiar Tratamentos oncológicos Uso prolongado de esteroides Doenças crônicas Infecções gonadais
Fatores de Proteção
Detecção precoce Tratamento adequado Acompanhamento regular Estilo de vida saudável
Componente Genético
Herança associada a mutações em alguns subtipos; guia o manejo familiar

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Baixa testosterona gera fadiga, libido baixa e menor bem-estar
Sintomas Frequentes
Fadiga constante
Baixa libido
Perda de massa muscular
Gordura abdominal
Osteoporose em longo prazo
Alterações de humor
Sinais de Alerta
  • Puberdade atrasada
  • Infertilidade súbita
  • Dor testicular aguda
  • Alteração visual com hipófise
  • Sugestão de hiperprolactinemia
Evolução Natural
Sem tratamento, queda de testosterona afeta energia e ossos; com manejo, melhora significativa
Complicações Possíveis
Osteoporose Infertilidade Alterações de humor Redução da massa muscular Dislipidemia

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Níveis baixos de testosterona confirmados por repetição, com avaliação de LH/FSH
Exames Laboratoriais
Testosterona total LH FSH Prolactina TSH
Exames de Imagem
Ultrassom testicular RM hipotalâmica RM pituitária Doppler de vasos
Diagnóstico Diferencial
  • Hipertireoidismo
  • Prolactinoma
  • Síndrome de Klinefelter
  • Doença renal
  • Andropausa antiga
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso; pode levar meses.

Tratamento

Abordagem Geral
Reposição hormonal alinhada à etiologia, visando normalizar testosterona e qualidade de vida
Modalidades de Tratamento
1 Terapia de reposição de testosterona
2 Correção de causas subjacentes
3 Acompanhamento clínico
4 Exercícios orientados
5 Nutrição
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Urologia Genética Medicina de Família
Tempo de Tratamento
Crônico; revisões periódicas
Acompanhamento
Consultas a cada 3–6 meses com exames hormonais

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com manejo adequado, qualidade de vida pode melhorar significativamente
Fatores de Bom Prognóstico
  • Início precoce do tratamento
  • Adesão ao cuidado
  • Boa densidade óssea
  • Saúde geral estável
Fatores de Mau Prognóstico
  • Não tratar
  • Gravidade de comorbidades
  • Obesidade grave
  • Inobservância do acompanhamento
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento, alimentação e atividade física

Prevenção

Prevenção Primária
Manter saúde geral; tratar condições que afetam eixo hormonal
Medidas Preventivas
Avaliação hormonal em risco
Gestão de obesidade
Tratamento de distúrbios metabólicos
Redução de toxinas
Aderência a prevenção de doenças
Rastreamento
Avaliação de hormônios conforme idade e sintomas

Dados no Brasil

Poucas internações diretas; maior parte por complicações associadas
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta; risco elevado por comorbidades
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Varia por região; maior detecção em áreas com endocrinologia acessível

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas iniciais do hipogonadismo?
Sintomas variam, vão desde baixa libido até fadiga; procure avaliação médica se suspeita.
2 O hipogonadismo é hereditário?
Pode haver componente genético; nem todo caso envolve herança direta; avaliação familiar ajuda.
3 Como é feito o diagnóstico?
Exames hormonais e exames complementares confirmam; tratamento depende da etiologia.
4 É possível reverter?
Alguns casos melhoram com tratamento; outros requerem manejo contínuo.
5 Posso praticar exercícios?
Exercícios ajudam saúde geral; combine com orientação médica para reposição se indicada.

Mitos e Verdades

Mito

reposição hormonal cura tudo.

Verdade

manejo adequado melhora sintomas e qualidade de vida, sem cura total.

Mito

hipogonadismo é apenas problema sexual.

Verdade

afeta energia, ossos, humor; requer avaliação multidisciplinar.

Mito

todos precisam de testosterona.

Verdade

hormônio só é indicado após avaliação médica individualizada.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Converse com o médico de família ou procure endocrinologista
Especialista Indicado
Endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita no testículo, edema, febre alta ou piora rápida
Linhas de Apoio
SUS 136 (Central de Atendimento) Unidades de Atenção Primária Linha de Saúde do seu estado

CIDs Relacionados

E29.1 E29.2 D56.0 N97.0 R90.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.